quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Onde vai dar o ateísmo


Ricardo *


Desde 1789, praticamente todas as perseguições em massa, todos os genocídios do mundo seguiram o mesmo esquema, obsessivamente repetitivo e invariável: o sacrifício dos crentes pelos ateus militantes.

O quadro é aterrador. França, México, Espanha: matança dos católicos.

Rússia e países satélites: matança dos cristãos ortodoxos (católicos, na Polónia, na Croácia e na Hungria).

Alemanha: matança dos judeus.

China, Tibete, Indonésia etc.: matança dos budistas e muçulmanos.

Total: mais de cem milhões de mortos..

Em todos esses casos, a vítima é religiosa, o assassino é ateu, materialista, progressista, darwinista, portador do projeto de “um mundo melhor” em qualquer de suas inúmeras versões.

Esse é o facto mais constante e mais nítido da história moderna, e também o mais ignorado, omitido, disfarçado. O homem religioso é uma espécie em extinção, não porque as suas crenças tenham sido substituídas por outras melhores, mas porque está a ser extinto fisicamente.

Ainda há quem acredite que as religiões, e não as ideologias ateístas, cientificistas e materialistas, são responsáveis pela falta de liberdade no mundo.

Daí que a propaganda anti-religiosa, malgrado os efeitos devastadores que produziu, seja aceite não somente como actividade cultural elevada e digna, mas como um dos pilares do próprio sistema democrático e até como expressão suprema dos mais belos ideais humanos.

Quando milhões de jovens imbecilizados pelos meios de comuicação chegam às lágrimas de comoção idealística ao ouvir em “Imagine’’, de John Lennon, a descrição de uma sociedade paradisíaca, nem de longe percebem que o seu apelo à supressão de todas as religiões é, em essência, uma legitimação do maior dos genocídios.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Pio XII - Entre a conivência e a salvação de judeus

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Zapatero Gaspar

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Deus

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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Bento XVI adverte para o perigo
de «panteísmo neopagão»
que põe a natureza acima do homem

Mensagem de Bento XVI à 43.ª Jornada Mundial da Paz


Na sua mensagem à 43.ª Jornada Mundial da Paz, que se celebrará no próximo 1.º de Janeiro de 2010, intitulada «Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação», o Papa Bento XVI explicou que «uma correcta concepção da relação do homem com o meio ambiente não leva a absolutizar a natureza nem a considerá-la mais importante do que a própria pessoa».


Eis alguns extractos do texto apresentado em conferência de imprensa na Santa Sé.

«O magistério da Igreja exprime perplexidades acerca da concepção do ambiente inspirada no ecocentrismo e no biocentrismo, fá-lo porque tal concepção elimina a diferença ontológica e axiológica entre a pessoa humana e os outros seres vivos. Deste modo, chega-se realmente a eliminar a identidade e a função superior do homem, favorecendo uma visão igualitarista da 'dignidade' de todos os seres vivos».

«Assim se dá entrada a um novo panteísmo com acentos neopagãos que fazem derivar apenas da natureza, entendida em sentido puramente naturalista, a salvação para o homem. Ao contrário, a Igreja convida a colocar a questão de modo equilibrado, no respeito pela 'gramática' que o Criador inscreveu na sua obra, confiando ao homem o papel de guardião e administrador responsável da criação, papel de que certamente não deve abusar mas também não pode abdicar.»


«Com efeito, a posição contrária, que considera a técnica e o poder humano como absolutos, acaba por ser um grave atentado não só à natureza mas também à própria dignidade humana».


[A Igreja tem] «responsabilidade em relação à criação e sente que a deve exercer também em âmbito público, para defender a terra, a água e o ar, dádivas feitas por Deus Criador a todos, e antes de tudo para proteger o homem contra o perigo da destruição de si mesmo».


«A degradação da natureza está intimamente ligada à cultura que molda a convivência humana [pelo que] quando a 'ecologia humana' é respeitada dentro da sociedade, beneficia também a ecologia ambiental».


«Não se pode pedir aos jovens que respeitem o ambiente se não são ajudados, em família e na sociedade, a respeitar-se a si mesmos: o livro da natureza é único, tanto sobre a vertente do ambiente como sobre a da ética pessoal, familiar e social».


«Os deveres para com o ambiente derivam dos deveres para com a pessoa considerada em si mesma e no seu relacionamento com os outros. Por isso, de bom grado encorajo a educação para uma responsabilidade ecológica, que, como indiquei na encíclica Caritas in veritate, salvaguarde uma autêntica 'ecologia humana' e consequentemente afirme, com renovada convicção, a inviolabilidade da vida humana em todas as suas fases e condições, a dignidade da pessoa e a missão insubstituível da família, onde se educa para o amor ao próximo e o respeito da natureza. É preciso preservar o património humano da sociedade».


«Este património de valores tem a sua origem e está inscrito na lei moral natural, que é fundamento do respeito da pessoa humana e da criação».


«A busca da paz por parte de todos os homens de boa vontade será, sem dúvida alguma, facilitada pelo reconhecimento comum da relação indivisível que existe entre Deus, os seres humanos e a criação inteira».


«Os cristãos, iluminados pela Revelação divina e seguindo a Tradição da Igreja, prestam a sua própria contribuição. Consideram o cosmos e as suas maravilhas à luz da obra criadora do Pai e redentora de Cristo, que, pela sua morte e ressurreição, reconciliou com Deus 'todas as criaturas, na terra e nos céus' (Cl 1, 20). Cristo crucificado e ressuscitado concedeu à humanidade o dom do seu Espírito santificador, que guia o caminho da história à espera daquele dia em que, com o regresso glorioso do Senhor, serão inaugurados 'novos céus e uma nova terra' (2 Pd 3, 13), onde habitarão a justiça e a paz para sempre».


«Proteger o ambiente natural para construir um mundo de paz é dever de toda a pessoa. Trata-se de um desafio urgente que se há-de enfrentar com renovado e concorde empenho; é uma oportunidade providencial para entregar às novas gerações a perspectiva de um futuro melhor para todos. Disto mesmo estejam cientes os responsáveis das nações e quantos, nos diversos níveis, têm a peito a sorte da humanidade: a salvaguarda da criação e a realização da paz são realidades intimamente ligadas entre si».


«Convido todos os crentes a elevarem a Deus, Criador omnipotente e Pai misericordioso, a sua oração fervorosa, para que, no coração de cada homem e de cada mulher ressoe, seja acolhido e vivido o premente apelo: Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação».


Para ler o texto completo da Mensagem de Bento XVI, carregar AQUI.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

O Natal para o Miliciano de São Miguel


Para o Miliciano de São Miguel, o Natal é um encontro com Deus, que continua presente entre nós.

O Natal não é um pretexto para o consumismo, que esvaziou o seu sentido profundo.

O Natal não é propriamente adornar as casas e alegrar a vida com um pouco mais de comida, nem colocar a saudade nos corações. Devemos antes deixar que a graça que recebemos no dia de nosso baptismo brilhe mais e actue durante as festas natalícias.

Cada um tem de construir o seu Natal e abrir as portas para deixar que seja o amor de Deus, manifestado em Jesus Cristo, quem vitaliza todo o ser da pessoa. Não há Natal sem caridade, não há Natal sem deixar lugar para Deus no nosso interior, não há Natal se vivermos de costas para as leis de Deus ou se não se respeita a vida desde o momento de sua concepção até ao final da existência.

Desejamos ao Miliciano de São Miguel e a todos os cristãos a paz nas suas vidas e nas suas famílias.

Natal não é «fábula» mas a resposta de Deus
ao homem que busca verdadeira paz


Ao presidir a oração do Ângelus dominical na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI recordou que a Igreja recorda que o Menino Deus que já está prestes a nascer no Natal, e que este especial acontecimento «não é uma fábula para as crianças, mas a resposta de Deus ao drama da humanidade em busca da verdadeira paz».
Depois de explicar que Belém, na Terra Santa, é uma cidade símbolo da paz, o Santo Padre indicou que neste lugar «e no mundo inteiro, se renovará na Igreja o mistério do Natal, profecia de paz para todo homem, que alenta os cristãos a entrarem no recôndito, nos dramas, com frequência desconhecidos e escondidos, e nos conflitos do contexto em que se vive, com os sentimentos de Jesus».




sábado, 19 de dezembro de 2009

Defender a «verdadeira natureza do casamento»

Mensagem de Natal do Bispo da Guarda


D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, apresentou aos jornalistas a sua mensagem para o Natal 2009, na qual defende a «verdadeira natureza do casamento» e critica os que tentam anular a «presença de Deus na cidade».

No documento, publicado pela Agência ECCLESIA, o prelado condena os que «apelidam de retrógrados, saudosistas do passado e de costas voltadas para o futuro quantos continuam a defender a dignidade e os direitos da instituição familiar e a verdadeira natureza do casamento».

Este responsável assinala que «não é ao Estado, mas às famílias, que compete definir esse projecto educativo» e que «a vida humana é o valor dos valores, desde o primeiro momento da sua concepção até à morte natural».

D. Manuel Felício fala numa «sociedade onde parece não haver lugar para Deus». «Os grandes mentores do estilo de vida que nos é proposto e muitas vezes imposto não têm resposta para as grandes interrogações que preocupam o ser humano, como são as relacionadas com o sofrimento e com a morte».

O Bispo da Guarda diz mesmo que «a grave crise que continuamos a atravessar» é mais do que económica e financeira, «é crise de civilização e essencialmente uma crise dos valores necessários para dar verdadeiro sentido à nossa vida pessoal e comunitária».

A mensagem denuncia uma «estratégia concertada» para apagar a «presença de Deus na cidade», com o objectivo de «o empurrar para as periferias da cultura, remetendo-o, quando muito, para as consciências individuais ou, pior ainda, querendo culpabilizá-lo por todos os males e atropelos que as pessoas e a sociedade diariamente produzem».

«Por sua vez, todos os símbolos que possam lembrar a presença de Deus na cidade, mesmo aqueles que, de facto, fazem parte integrante da nossa tradição cultural de povo multissecular, procuram arredá-los, o mais possível, da praça pública».

O verdadeiro teólogo não pretende «medir» Deus

O Papa Bento XVI explicou que o verdadeiro teólogo não pretende medir com «o metro da sua inteligência o mistério de Deus».

O Santo Padre explicou que, nos últimos duzentos anos, no que diz respeito ao estudo da Sagrada Escritura, «há especialistas e mestres da fé que penetraram nos detalhes da história da salvação. Mas não puderam ver o mistério em si mesmo, o núcleo central; que Cristo era realmente o Filho de Deus».

Na história da Igreja, disse o Papa, há uma larga lista de homens e mulheres capazes de humildade e de chegar à verdade, como por exemplo Santa Teresa de Lisieux, São Damião Veuster (o «Apóstolo dos leprosos»), «pequenos que chegaram a ser doutos», modelos nos quais inspirar-se, «que podem anunciar o seu mistério porque se sentiram tocados no profundo do coração».

«Depois da ressurreição, o Senhor toca o coração de Saulo no caminho de Damasco, de Saulo que é um dos doutos que não vêem. Ele fica cego mas ao mesmo tempo vidente. O grande sábio passa a ser pequeno e vê a sabedoria de Deus maior que todas as sabedorias humanas».

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

A minha oração para o fim do ano

Enviada por Maria da Graça

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Ainda se lembram do Natal?

Enviado por M. L. B. Castro



sábado, 12 de dezembro de 2009

Consegues vê-Lo?



Vê se encontras Jesus nesta pintura? Olha rápido!
Quando encontrares a Sua face, reenvia-a para 20 pessoas e 'Ele' fará alguma coisa boa para ti e tua família. Envia este endereço aos teus amigos: http://moldaraterra.blogspot.com/2009/12/consegues-ve-lo.html  .

 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Não permitamos este sacrilégio em Lisboa!

Está a correr uma petição dirigida contra o Hotel Gat, na Rua Jardim do Regedor, n.º 27, em Lisboa, ao Rossio, para que reponha a imagem de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal, que foi voluntariamente adulterada na cara e mãos, passando a ter na sua representação o focinho e as patas de um gato.
Não permitamos este sacrilégio!
A petição pode ser vista em htt:// www.thepetitionsite.com/1/esttua-adulterada.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A União Europeia e o crucifixo

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A nossa tolerância e a deles

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Convite de aniversário

Enviado por Maria da Graça



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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

NATAL DE QUEM?


João Coelho dos Santos
in Lágrima do Mar, 1996

Mulheres atarefadas
tratam do bacalhau,
do peru, das rabanadas.


– Não esqueças o colorau,
o azeite e o bolo-rei!
– Está bem, eu sei!
– E as garrafas de vinho?
– Já vão a caminho!


– Ó mãe, estou pr'a ver
que prendas vou ter.
Que prendas terei?
– Não sei, não sei...


Num qualquer lado,
esquecido, abandonado,
o Deus-Menino
murmura baixinho:


– Então e Eu,
toda a gente Me esqueceu?


Senta-se a família
à volta da mesa.
Não há sinal da cruz,
Nem oração ou reza.


Tilintam copos e talheres.
Crianças, homens e mulheres
em eufórico ambiente.
Lá fora tão frio,
cá dentro tão quente!


Algures esquecido,
ouve-se Jesus dorido:
– Então e Eu,
toda a gente Me esqueceu?


Rasgam-se embrulhos,
admiram-se as prendas,
aumentam os barulhos
com mais oferendas.

Amontoam-se sacos e papéis
sem regras nem leis.

E Cristo Menino
a fazer beicinho:


– Então e Eu,
toda a gente Me esqueceu?


O sono está a chegar.

Tantos restos por mesa e chão!
Cada um vai transportar
bem-estar no coração.


A noite vai terminar
e o Menino, quase a chorar:

– Então e Eu,
toda a gente Me esqueceu?
Foi a festa do Meu Natal
e, do princípio ao fim,
quem se lembrou de Mim?


Não tive tecto nem afecto!

Em tudo, tudo, eu medito
e pergunto no fechar da luz:
– Foi este o Natal de Jesus?!!!


O Papa adverte para os perigos da teologia marxista da libertação


O Papa Bento XVI advertiu para os perigos da teologia marxista da libertação e alertou os fiéis para superarem as suas graves consequências no seio das comunidades eclesiásticas, como a rebelião e o desacordo.

Ao receber o grupo de bispos do Brasil da região Sul 3 e Sul 4 em visita ad limina, o Santo Padre recordou que «em Agosto passado se cumpriram 25 anos da Instrução Libertatis nuntius da Congregação para a Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, que sublinha o perigo que comportava a aceitação acrítica, realizada por alguns teólogos, de tese e metodologias provenientes do marxismo».

Depois de ter reflectido sobre o papel das universidades católicas, Bento XVI advertiu que as sequelas da teologia marxista da libertação «mais ou menos visíveis de rebelião, divisão, desacordo, ofensa, anarquia, ainda se fazem sentir, criando em suas comunidades diocesanas um grande sofrimento e grave perda de forças vivas».
Por essa razão, o Santo Padre exortou «aos que de algum modo se sintam atraídos, envolvidos e afectados no íntimo por certos princípios enganosos da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece com mão estendida».

Bento XVI recordou também que «a regra suprema de fé da Igreja provém efectivamente da unidade que o Espírito estabeleceu entre a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, numa reciprocidade tal que não podem subsistir de maneira independente», como explica na encíclica Fides et Ratio o Papa João Paulo II.

A Instrução Libertatis Nuntius foi publicada pelo então Cardeal Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, em 6 de Agosto de 1984, com autorização do Papa João Paulo II.

O objectivo da instrução é «atrair a atenção dos pastores, dos teólogos e de todos os fiéis, sobre as separações e os riscos de separação, ruinosos para a fé e para a vida cristã, que implicam certas formas de teologia da libertação que recorrem, de modo insuficientemente crítico, a conceitos tomados de diversas correntes do pensamento marxista».

O chamado texto explica «a certeza de que as graves separações ideológicas» da teologia marxista da libertação «conduzem indevidamente a trair a causa dos pobres». Entre outras coisas, a instrução também adverte que a análise marxista da realidade «arrasta as 'teologias da libertação' a aceitar um conjunto de posições incompatíveis com a visão cristã do homem».

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Bento XVI: «O Evangelho não é uma lenda»

Bento XVI destaca a dimensão histórica da vida de Jesus de Nazaré

Bento XVI defendeu este Domingo que o Evangelho não é «uma lenda» mas a narração de «uma história verdadeira» e que Jesus de Nazaré «é uma personagem histórica inserida naquele contexto preciso».

Perante cerca de 40 mil pessoas reunidas para a recitação do Angelus, o Papa referiu-se ao Evangelho deste II Domingo de Advento, em que Lucas fala de João Baptista, considerado o precursor do Messias, e traça com grande precisão as coordenadas espacio-temporais da sua pregação.
«Depois desta ampla introdução histórica, a palavra de Deus é apresentada como uma força que desce do alto e poisa sobre João Baptista».
Citando a este propósito Santo Ambrósio, Bispo de Milão cuja festa ocorre a 7 de Dezembro, Bento XVI sublinhou que «a Palavra de Deus é o sujeito que move a história, inspira os profetas, prepara o caminho do Messias, convoca a Igreja».
«O próprio Jesus é a Palavra divina que incarnou no seio virginal de Maria, nele, Deus revelou-se plenamente, disse-nos e deu-nos tudo, abrindo-nos os tesouros da sua verdade e da sua misericórdia. Desceu portanto a Palavra para que a terra, que antes era um deserto, produzisse os seus frutos para nós».
Na Igreja, apontou o Papa, «está sempre em acto uma luta entre o deserto e o jardim, entre o pecado que torna a terra árida e a graça que a irriga para que produza frutos abundantes de santidade».




sábado, 5 de dezembro de 2009

Os Suíços defendem a Civilização cristã e os senhores bispos condenam-nos...

Heduíno Gomes

Os Suíços acabam de recusar em referendo mais um passo para a islamização da Suíça e da própria Europa ao proibir a construção de minaretes no seu território. O que se está a passar está à vista de todos, e a que os Suíços, finalmente, disseram basta! , é a progressiva invasão islâmica do Ocidente, primeiro pela demografia, depois pela imposição de centros islâmicos que servem de organização religiosa, política e até terrorista, e amanhã pelo domínio total. 

LER MAIS EM: http://maislusitania.blogspot.com/2009/12/os-suicos-defendem-civilizacao-crista-e.html
 

Aceitas esta selvajaria na tua terra?

Ver esta cerimónia muçulmana em Viena, Áustria.

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Casamento de pessoas do mesmo sexo. É lá com eles?

Nuno Serras Pereira




  1. Muita gente ainda não se apercebeu dos grandes perigos para a liberdade que constitui o iniquamente chamado "casamento" entre sodomitas (pessoas que fazem poucas-vergonhas sexuais com outras do mesmo sexo). Cuidam que isso é lá uma coisa deles que nada implica com o resto da sociedade. Mas se assim é, como explicar que eles queiram institucionalizar essas abominações torpes, exigindo o reconhecimento social e o auxílio do estado?

PARA LER MAIS, CARREGAR AQUI.

Ataques anticristãos no Iraque são parte de brutal estratégia

O Arcebispo de Mosul, Dom Basile Georges Casmoussa, enunciou que os atentados anticristãos ocorridos no Iraque na quinta-feira que destruíram uma igreja e afectaram seriamente um convento «demonstram que existe uma estratégia para cancelar nosso património cultural e mais de dois mil anos de história», realizada por grupos extremistas muçulmanos.



Em entrevista concedida ao L'Osservatore Romano, o Prelado assinalou que a estratégia destes grupos é clara. «Assim que a situação se acalma e aparece a possibilidade dos cristãos retornarem às suas casas, o terror e a violência reaparecem mais ameaçadores. Não é a primeira vez que grupos extremistas golpeiam símbolos da comunidade cristã no Iraque. E não é a primeira vez que sacerdotes e religiosas pagam com o sangue».



Depois de recordar que em Março de 2008 foi assassinado o Arcebispo Rahho, Dom Casmoussa disse que «parece que ninguém tem capacidade de garantir a segurança aos cristãos iraquianos. Em Janeiro serão as eleições e existem sectores extremistas que com a violência querem impor suas próprias linhas políticas».

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O que é o Presépio na Cidade?



É um projecto de leigos católicos que procura viver o Evangelho e anunciá-Lo através do espírito dinâmico do Congresso Internacional para a Nova Evangelização (ICNE).

Tem como objectivos:

• Dar a conhecer o Menino Jesus à Cidade de Lisboa e a todos os que nela vivem ou trabalham, num Espírito de Paz, Alegria e Simplicidade.

• Repor o verdadeiro sentido do Natal.

• Juntar o maior número de pessoas no dia 20 de Dezembro, na Via da Alegria, de modo a deixar uma marca do Amor que os homens e mulheres de Lisboa têm por Jesus e pela Boa Notícia que Ele é.

• Procurar que muitas grávidas venham receber a benção da sua maternidade e dos seus bebés.

• Levantar bem alto os valores da Família e da Vida, que tanto têm sido menosprezados.

Para saber mais:

http://www.presepionacidade.org/presepio.php


A política também é um caminho para a santidade

O Arcebispo Primado do México, Cardeal Norberto Carrera, chamou os políticos a procurar a santidade servindo o bem comum.


«A actividade política deve realizar-se com espírito de serviço. É uma verdadeira vocação que dignifica aquele que a exerce, concretamente no governo, no estabelecimento das leis e na administração pública, nos seus diversos âmbitos», afirmou o Cardeal durante a festividade de Santo Tomás Mouro, patrono dos políticos e legisladores católicos.

O Cardeal Rivera criticou a atitude de pôr interesses pessoais ou de grupo por cima do bem comum. «Não se trata de dar volta aos problemas mas sim de enfrentá-los com o testemunho de uma fé coerente. Numa sociedade leiga devemos ser respeitosos aos fiéis e aos de outro credo, mas nunca envergonhar-nos para calar nossos princípios e convicções».

Em relação aos legisladores, o Arcebispo do México assinalou que «na actual sociedade pluralista, o legislador cristão se encontra com situações que contrastam e se confrontam com a consciência», e portanto «será a prudência cristã a virtude que lhe indique como comportar-se sem renunciar à voz de sua consciência rectamente formada, e cumprir sua tarefa de legislador».


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Recebe-O em tua casa!

Olá, a Milícia de São Miguel tem um pedido a fazer-te.

Desculpa incomodar-te mas é muito urgente!
Tenho um amigo que veio de muito longe e precisa de ficar em algum lugar.
Então indiquei a tua casa.
Peço-te que O recebas e O ames.




O nome d' Ele é

Agora diz baixinho:


- Podes entrar na minha casa, Senhor.
Eu preciso de Ti.
Abençoa o meu lar e a minha família.
Ilumina o meu espírito para Te servir nas minhas funções
familiares e sociais.



Envia este endereço [http://moldaraterra.blogspot.com/2009/12/recebe-o-em-tua-casa.html] pelo menos para 20 pessoas e estarás a contribuir para salvar pelo menos 20 almas, «e assim a salvar a tua própria alma» (Bento XVI).

Não esqueças aquelas pessoas que desempenham cargos políticos ou sociais, cuja acção individual tem influência na condução de Portugal e consequências a nível da cultura, da moral, da religião, da política, da economia, da educação, da família, no fim de contas da Civilização cristã. Os cristãos devem «moldar a terra à imagem do céu» (Bento XVI).

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A Santa Sé recorda que os fiéis têm o direito de receber a comunhão na boca apesar da gripe A


A Congregação para o Culto Divino enviou uma carta de resposta a um católico britânico que tinha protestado pelo facto de a sua diocese ter restringido a a comunhão na boca por causa da gripe A. A carta recorda que a instrução Redemptionis Sacramentum (2004) estipula que «todo o fiel tem sempre o direito de receber a Sagrada Comunhão na língua».

A Congregação agradece ao fiel laico que tenha «assinalado este importante assunto» e nota para que se assegure de que são praticados os contactos adequados.

domingo, 29 de novembro de 2009

Michael Jackson e a cultura da morte que se volta contra o ser humano

Hermes Rodrigues Nery 

Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, Brasil.

 


O astro superpop Michael Jackson tornou-se prisioneiro do sucesso e foi vítima do sistema que o produziu. Simboliza bastante a crueldade e a desumanidade da cultura pós-moderna, com furor demoníaco. Em Moonwalker, a personagem autobiográfica ainda criança, com um bando de garotos, cantava agressivo: «eu sou cruel». Há também um Michael Jackson em fuga, primeiro dos fãs, depois de fantasmas e perseguidores, tendo de vestir uma máscara de burro para se disfarçar e, depois, projectando o burro para fora de si, animando-o e dançando com ele, depois de viajar numa espécie de nave espacial cantando ser um «demónio veloz». Um clipe terrível, evidenciando a mente conturbada, aterrorizada por ratos e aranhas, e outros seres das trevas, numa confusão de cores e medos, sustos e violências, em meio a canções melancólicas, depressivas, e cheias de desespero, além de um vazio de sentido de vida, que torna tudo assustador a sua volta.

O menino-prodígio que se destacou por uma voz magnífica deixou-se enredar na teia da indústria cultural e pela tentação do hiper-individualismo, que o fez sentir-se capaz de reconstruir o seu próprio corpo, buscando ser o que não era, perdendo o rumo de si num afã megalómano de poder, que acabou corroído por excentricidades e patologias.

Certamente a sua tragédia existencial assumiu uma proporção tão avultada, mais grave, em tantos aspectos, de outros tristes casos da história recente, especialmente da música pop. Para ser (e se manter) o número um (o sucesso pelo sucesso, tudo pelo pódio), Michael Jackson espoliou a sua própria alma e o seu corpo, viveu uma síndrome de Frankestein, tornando-se um andróide dançante, robotizado, despersonalizado, aberrante, e de estilo de vida suicida. É impressionante a desfiguração sofrida, como anulou sua identidade, não conseguindo mais controlo sobre o próprio rosto, em que tudo ia ficando artificial, como um homem-bolha, apartado de todos.

Acometido também pela síndrome de Peter Pan, recusou-se a crescer, a se amadurecer, a envelhecer, preferindo instalar-se na «terra do nunca», cujo infantilismo e exotismo o levaram a transgredir mais ainda, endividando-se cada vez mais para se livrar de escândalos sexuais com garotos, não dando conta de manter as suas fantasias milionárias. Notícias foram veiculadas dizendo que dormia numa câmara hiperbárica, para protelar o envelhecimento, pois tinha a obsessão da juventude.

Uma pergunta intrigante: porque terá sido Thriller o álbum mais vendido da história, com um conteúdo tão aterrorizante? Porque será que uma música com uma letra tão demoníaca teve tanto impacto? Uma letra que fala de «algo maligno a espreitar no escuro», em que é preciso gritar, e que «o terror toma o som antes de você fazê-lo», um terror (thriller) que congela e paralisa. Uma música com uma estrofe terrível como esta: «porque isso é o terror, noite de terror / e ninguém vai te salvar / da besta pronta para te atacar (...) numa noite assassina de terror.» Pois esta música, com uma letra tão medonha ficou para a história como a música de maior sucesso, a obter um recorde sem precedentes, certificado pelo Guinnes World Records e a fazer de Michael Jackson o homem mais conhecido do planeta.

O seu fenómeno é um sintoma de um tempo convulsivo, assombrado por uma «cultura da morte», que se volta contra o ser humano. A sua morte precoce e a reacção e histeria dos fãs em todas as partes do globo, comprovam que o mundo está mesmo dominado por ideologias do mal, sustentadas por meios de comunicação coniventes com estas forças, situação esta que requer um contraponto (e mesmo resistência), para que tais ameaças não comprometam de vez a própria Civilização.
 

Falso coma de Rom Houben não é caso isolado

Durante 23 anos ele pôde sentir e ouvir



«Eu gritava mas ninguém me escutava» --- declarou Ron Houben, agora com 46 anos, à revista alemã Der Spiegel.
O paciente, praticante de artes marciais e estudante de engenharia, passou 23 anos num suposto estado de coma após um acidente de trânsito.
Em 2006, Houben, na cidade de Zolder, na Bélgica,  conseguiu novamente comunicar por meio de um teclado especial, graças ao neurologista Steven Laureys, da Universidade de Liège, que descobriu que os médicos se tinham enganado no diagnóstico inicial. A sua história foi revelada agora num artigo da revista BioMedCentral Neurology.

«Eu gritava sem que ninguém me ouvisse», disse Houben. «Fui testemunha do meu sofrimento enquanto os meus médicos tentavam falar comigo, até ao dia em que renunciaram».

A mãe, Fina Houben, que cuidou dele durante todos estes anos, assegurou que sempre acreditou que o seu filho estava consciente. «Pequenas coisas demonstravam-me isso. Quando eu lhe dizia que me olhasse, ele levantava um pouco a cabeça e olhava-me um pouco. Dizia-lhe para virar a cabeça, e ele tentava».

O neurologista Steven Laureys assinalou que cerca de 40% dos casos em que se diagnostica estado vegetal estão enganados.

Laureys conta que, com a nova tecnologia de scanning, os especialistas puderam demonstrar a actividade cerebral do paciente. Sobre este tema, o médico Fulvio De Nigris, director da casa de cuidados intensivos Luca De Nigris, em Bolonha, assinalou que tanto para ele como para seus colegas, este facto não é uma novidade.

De http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com

Continuarei a acreditar mesmo que todos percam a esperança

Música: Wonderful life, Black
Imagens: Leonid Afrenov

[Para ter som e imagem na apresentação, clique em baixo na palavra ligação.]

 


Para descarregar o diaporama completo (com som) use esta ligação.


«Bebereis o sangue dos nossos abortos» --- gritam as selvagens feministas



Membros de grupos pro-abortistas e feministas atacaram a sede da «Fundación Red Madre» em Madrid, deixando pintadas frases ameaçadoras como «bebereis o sangue dos nossos abortos» e «aborto porque me sale del koño».

Pois se assassinam os próprios filhos, que há a esperar destes animais?

De http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com

sábado, 28 de novembro de 2009

Primeiro-Ministro britânico propõe abolir lei que proíbe católicos de ocuparem o trono da Inglaterra



O Primeiro-Ministro britânico, Gordon Brown, consultará em Trinidad (Caribe) os seus colegas da Commonwealth sobre a possibilidade de abolir a lei que há três séculos proíbe os católicos de ocuparem o trono da Inglaterra.

Segundo informação do jornal The Daily Telegraph, a monarquia britânica parecer estar aberta a uma possível mudança constitucional dessa natureza.

O denominado «Act of Settlement» (Lei de Instauração) estabelece que os membros da família real britânica não podem converter-se ao catolicismo ou casar-se com uma pessoa católica sem renunciar à ordem de sucessão ao trono.

Ao dirigir-se aos membros do Parlamento antes da entrevista da Trindade, Brown reconheceu que a maioria de britânicos reconhece a necessidade de modificar a lei mas esclareceu que esta mudança compete ao Reino Unido como a todos aqueles reinos onde Isabel II é actualmente chefe de Estado. Por isso é importante discuti-lo com todos os membros do Commonwealth.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Sussurros de Deus

[Para ver a apresentação por favor clique na imagem.]



Para descarregar o diaporama completo(com som) use esta ligação.

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Uma rebelião contra o Todo Poderoso



Três judeus ortodoxos, da esquerda para a direita Solomon Diamant, Rabi Yisroel Dovid Weiss e Dovid Feldman, todos de Lakewood, N.J., exibem um cartaz (Nov. 23, 2009) em Trenton, N.J., a protestar contra a legislação legalizando «casamentos» entre pessoas do mesmo sexo.

Os democratas incluem na sua agenda a legalização dos «casamentos» entre pessoas do mesmo sexo e o uso «médico» da marijuana.

Ucranianos em Portugal lembram vítimas da «Grande Fome»

Capelania Ucraniana promove memorial no próximo dia 29



A Capelania Ucraniana de Rito Bizantino promove a realização, no próximo dia 29 de Novembro, de um memorial religioso que visa prestar homenagem a todos os ucranianos que pereceram na Grande Fome de 1932-1933, que ficou conhecida como Golodomor ou Holocausto.

«A iniciativa é de rezar pelas vítimas da Grande Fome que pereceram inocentemente às mãos dum regime injusto e totalitário», refere o Pe. Ivan Hudz, coordenador da referida Capelania.

O objectivo é unir, no dia 29 de Novembro, os cristãos de Portugal e da Ucrânia «numa justa homenagem não só a todas as vítimas dessa tragédia histórica, como também lembrar os que hoje ainda sofrem qualquer espécie de perseguição e carência».


Aconteceu na Ucrânia em 1932-1933




O extermínio pela fome de 7 a 9 milhões de pessoas, levado a cabo pelo governo soviético com o saque total dos alimentos ao povo ucraniano

Golodomor consistiu num acto de repressão do regime comunista soviético sobre o povo da Ucrânia, republica que na década de 30 do século vinte fazia parte da União Soviética, e que levou ao extermínio pela fome de milhões de pessoas.



Os camponeses eram condenados à morte sem julgamento por tentarem salvar-se apanhando espigas nos campos, enquanto as tropas de Stalin roubavam e saqueavam os celeiros do povo ucraniano. Os resultados, em fins de 1933, ficaram patentes: entre 7 e 9 milhões de mortos, talvez o maior genocídio da História.



O objectivo de Stalin era não só quebrar a resistência dos agricultores à colectivização da agricultura como também eliminar o espírito nacionalista que pretendia separar a Ucrânia da União Soviética.
Com os seus 30 milhões de hectares de excelentes terras aráveis, a Ucrânia era o celeiro da Europa. Nas mãos de Stalin, tornou-se um instrumento de tortura e de morte contra um povo indefeso.
O mundo não deve esquecer a barbárie e o genocídio soviéticos, que alguns anos mais tarde foi imitada por Hitler, na Alemanha nazi, com o extermínio de judeus. No número de crimes, o comunismo ultrapassou de longe o nazismo.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Boicote o McDonald's, apoiante dos grupos de invertidos!

A Associação das Famílias Americanas denunciou as actividades de apoio do McDonald's aos grupos activistas de invertidos, que contribuiu com 20 mil dólares para esses grupos e tomado parte no executivo do «National Gay and Lesbian Chamber of Commerce».


O McDonald's abriu um centro de apoio logístico a esses grupos, que inclui apoio jurídico, e que, como se vê na foto, é denominado «Gay and Lesbian Center», instalado no «Mc Donald  Writght Building», decorado com simbologia das cores dos grupos.

Por cada euro que der a um McDonald's em Portugal, uma comissão de licenciamento vai parar aos cofres da casa-mãe americana e financiar os grupos de invertidos em todo o mundo.






Quer ser financiador dos grupos de invertidos?
Se não quer, não gaste um cêntimo no McDonald's.





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domingo, 22 de novembro de 2009

O corpo incorrupto de Santa Bernardete

O corpo incorrupto de Santa Bernardete.

Adopção por «casais» homossexuais: Não é a mesma coisa...

Luís Botelho Ribeiro

Estudos realizados em diferentes países, indicam que as crianças criadas por "casais" homossexuais estão mais sujeitas do que a média da população às seguintes consequências [1]:


  • Problemas psicológicos:
- baixa auto-estima;
- stress;
- insegurança a respeito da sua vida futura em casal e paternidade;
- perturbações de identidade sexual;
- rejeição do companheiro(a) homossexual do progenitor como figura materna ou paterna e preferência por viver com o outro progenitor biológico.
  • Transtornos de conduta:
- toxicodependência;
- disfunções alimentares;
- insucesso escolar: piores qualificações e mau comportamento em sala de aula.

Podemos nós abrir a porta ao casamento homossexual sabendo que, em geral, as crianças que vierem a poder ser adoptadas por estes "pares" acabam por ficar gravemente prejudicadas nas suas perspectivas de felicidade futura?

Não estamos a falar de crianças em abstracto. Falamos dos nossos próprios filhos, dos seus filhos, caro leitor, dos filhos de cada um de nós se algum dia, por infelicidade, vierem a ficar órfãos ou nos forem roubados pelo Estado - por um Estado que cada vez mostra mais hostilidade à dissidência ou oposição política, aos cristãos, aos objectores de consciência contra a onda de laicismo totalitário que ameaça tomar conta da coisa pública.

As associações LGBT repetem o canto da sereia, a canção da igualdade... mas sabem, como todos nós sabemos, que a Verdade é só uma - para as crianças a adoptar «dois "pais"», «duas "mães"» ou "o pai e a mãe"... NÃO É A MESMA COISA!

Todo este barulho, toda esta polémica acabam por distrair o governo que, pior ou melhor, os portugueses escolheram da sua obrigação primeira que não é desgovernar mas governar-nos. E todos percebem que visa sobremaneira desviar as atenções do caso de corrupção e tráfico de influências ao mais alto nível, conhecido pelo nome de código de "Face Oculta".

Gays e lésbicas querem "casar"? Querem adoptar crianças? Têm uma solução muito simples - inscrevam-se no "Second-Life"!

[1] «NO ES IGUAL - informe sobre el desarrollo infantil en parejas del mismo sexo», Maio 2005, Mónica Fontana, Patricia Martínez, Pablo Romeu, Ed. HazteOir.org,
disponível em http://www.noesigual.org/manifestacion/documentos/noesigual3.pdf (em língua castelhana).

De http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com

Se você deixar, os pederastas vão tentar arrastar os seu filhos e netos para a homossexualidade!

Vídeo apresentado pela Plataforma Cidadania e Casamento.


A ditadura dos pederastas na sociedade

Vídeo apresentado pela Plataforma Cidadania e casamento

Não permita que os pederastas manipulem as crianças!

Vídeo apresentado pela Plataforma Cidadania e Casamento


As práticas aberrantes dos pederastas

Se quer ter uma pequena ideia do que está por detrás dos «nobres sentimentos» dos pederastas, cheios de «amor» uns pelos outros, e que sociedade eles pretendem preparar para os seus filhos e netos, leia o texto de Nuno Serras Pereira em

http://osabortofilos.blogspot.com/?zx=ecdea3507b14296

É impressionante e porco mas é bom sabermos com quem lidamos.



De http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Fátima e a Queda do Muro de Berlim

Santuário guarda vários fragmentos,
alguns transformados em rosários



A destruição do muro que separou Berlim em duas zonas teve início a 9 de Novembro de 1989. A sua construção havia sido iniciada por ordem da União Soviética, de 12 para 13 de Agosto de 1961.

Depois do início da queda, chegaram ao Santuário de Fátima fragmentos do muro, que o Santuário expõe em dois locais distintos. Um grande fragmento constitui um monumento.
No Recinto do Santuário está um grande bloco do Muro de Berlim com o peso de 2600 quilos, 3,60 metros de altura por 1,20 metros de largura. Foi adquirido por subscrição por um grupo de portugueses, dirigidos por Virgílio Casimiro, um emigrante português a residir na Alemanha, e chegou ao Santuário, com o apoio do Consulado-Geral de Portugal em Frankfurt, a 5 de Março de 1991.

O Monumento do Muro de Berlim foi inaugurado em Fátima a 13 de Agosto de 1994. Na lápide junto, foram inscritas as palavras proferidas por João Paulo II, na sua segunda visita a Fátima, em Maio de 1991: "Obrigado, celeste pastora por terdes guiado com carinho os povos para a liberdade!"



Na vitrina nº 19 da exposição permanente do Santuário "Fátima Luz e Paz", patente no edifício da Reitoria, estão também vários pedaços de betão do Muro de Berlim.
Neste caso os pequenos fragmentos foram de novo unidos e transformados nas contas de um rosário, que o mesmo emigrante quis oferecer ao Santo Padre João Paulo II, por ocasião da peregrinação pontifícia a Fátima, a 13 de Maio de 1991.

O então Reitor do Santuário de Fátima, Mons. Luciano Guerra, ao pensar no significado deste terço em relação aos acontecimentos extraordinários operados nos países de Leste, que tudo leva a crer estão relacionados com a Mensagem de Fátima, sugeriu
que ficasse no Santuário, onde se encontra a perpetuar os acontecimentos ocorridos, que muitos ligam directamente à segunda parte do Segredo de Fátima.

Na cabeça de um ateu, um cristão deve ser um totó pacifista

O Ateu

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Comunismo: uma teoria errada e uma prática péssima

Patrícia Lança





Marx e Engels, fundadores do marxismo, publicaram em 1848 o Manifesto do Partido Comunista.


Haverá alternativa ao capitalismo? Será mesmo que a pergunta faz algum sentido? Parece haver quem na extrema-esquerda - os militantes da antiglobalização e do ambientalismo -pense que sim. É só entre essa gente que encontramos qualquer unanimidade quanto às causas do insucesso do comunismo: foi implementado em países atrasados; mas no Ocidente poderia ter tido êxito. Parece acreditarem que ainda pode vir a ter êxito.

Os desastres do comunismo têm sido amplamente documentados e não merecem repetição.



Todavia, parece haver alguma gente, em especial entre os jovens, que acredita que a teoria comunista continua a possuir validade. Ignora-se que uma tal posição é em si mesma contrária à própria teoria marxista. Com efeito, nos nossos dias, a teoria comunista, i.é., marxista, não é sujeita à análise e duvida-se que muitos dos seus adeptos sejam tão familiares com os seus preceitos como foram os velhos comunistas. Estes, ao menos, conheciam a teoria, a história do movimento operário e as suas heresias.

Este ensaio tentará um retorno aos princípios básicos.

Para ler mais: http://www.lanca.org/Subdomains/Politics/politics.html

De http://maislusitania.blogspot.com

domingo, 15 de novembro de 2009

Bento XVI e o Vaticano II

O que eu pretendo? Por favor, um pouco mais de honestidade!

+ Kurt Koch, Bispo de Basileia, em 19 de Junho de 2009



Nas últimas semanas muitos jornalistas e alguns clérigos, expressaram as suas opiniões sobre o Papa Bento XVI. Opiniões que contêm muitas meias verdades, falsidades e calúnias.

A pior acusação afirma que o Papa deseja regressar a um passado anterior ao Concílio Vaticano II. Esta acusação é a pior porque implica que a própria pessoa que detém a autoridade de ensinar à Igreja Universal estaria a trabalhar para minar a autoridade do Concílio.

Tal tese está, no entanto, completamente errada. De facto, como jovem teólogo, Bento XVI contribuiu muito para o Concílio. Quem deseje compreender hoje o Papa, não só através dos meios de comunicação, mas lendo o que ele escreve, chegará à conclusão de que orientou todo o seu magistério de acordo com o Concílio.

Como havemos, então, de entender essa acusação? Muitas pessoas subscreveram uma petição a favor de uma aceitação incondicional do Concílio.

Para começar, a expressão "aceitação incondicional" exaspera-me porque não conheço ninguém - eu incluído - a quem se possa aplicar. Bastam alguns exemplos, escolhidos arbitrariamente:

- O Concílio não aboliu o Latim na liturgia. Pelo contrário, sublinha que no Rito Romano, salvo casos excepcionais, o uso da língua latina deve ser mantido. Quem é que, entre os ruidosos defensores do Concílio, deseja uma "aceitação incondicional" disto?

- O Concílio declara que a Igreja considera o Canto Gregoriano como a "música própria do Rito Romano" e que, portanto, a esta música deve dar-se o primeiro lugar". Em quantas paróquias está isto implementado de modo "incondicional"? (...)

- O Concílio descreve a natureza fundamental da liturgia como a celebração do mistério pascal e o sacrifício eucarístico como "realização da obra da nossa salvação". Como é que eu conseguirei conciliar essas afirmações com a experiência que tenho, em muitas paróquias diferentes, de que o sentido sacrificial da Missa foi completamente eliminado da linguagem litúrgica e a Missa é agora entendida apenas como uma refeição ou "fracção do pão"? Como é que podemos justificar esta mudança profunda baseando-nos no Concílio?(...)

Não seria difícil estender esta ladainha. Deve perceber-se por que peço mais honestidade no actual debate sobre o Concílio. Em vez de acusar outros, Papa incluído, por desejarem volta a um passado anterior ao Concílio, seria melhor aconselhar todos a estudar os livros que escrevem, e voltar a examinar a sua posição sobre o Concílio.

Porque nem tudo o que foi dito e feito depois do Concílio, foi levado a cabo em concordância com o Concílio - e isto também se aplica à diocese de Basileia.
As últimas semanas mostraram que um problema primordial da situação actual foi um muito pobre, e, em parte, muito unilateral entendimento e aceitação do Concílio, mesmo por parte dos católicos que o defendem "incondicionalmente".

Neste sentido todos nós - novamente digo que eu estou incluído - temos muito por fazer. Por isso, novamente repito o meu pedido urgente.
Por favor, um pouco mais de honestidade!
 
+ Kurt Koch, Bispo de Basileia, em 19 de Junho de 2009

Em entrevista ao jornal i, José Maria Martins denuncia PS, maçonaria e sistema judicial

(Extractos)

«Não acredito que seja feita justiça no processo Casa Pia»


Entrevista de Carlos Ferreira Madeira,14 de Novembro de 2009



Advogado de Carlos Silvino, o Bibi da Casa Pia, recorda os tempos em que era polícia na 21.ª Esquadra do Parque Eduardo VII.


Chegados a 2009 qual é o ponto da situação do processo Casa Pia?

Estou céptico, porque a população portuguesa já não acredita no sistema de justiça. Já tive oportunidade de dizer isso à sra. dra. juíza. Ninguém acredita que o processo seja imparcial. São quase cinco anos de julgamento e andamos a marcar passo. Completamente, ao sabor dos interesses políticos do PS.

O que pode mudar?

(...) No julgamento da Casa Pia é o poder político que o tem travado, não tenho a mínima dúvida que tem havido pressões sobre os magistrados para não cumprir os prazos, andamos ali, não tem sentido nenhum.

Como têm corrido as audiências, qual o ambiente no tribunal?

O tribunal vai deixando fazer tudo aquilo que é necessário para se prolongar o julgamento. Estar cinco anos a discutir uma acusação contra seis ou sete pessoas com vinte e poucas vítimas, com vinte e poucos queixosos, não é possível, prejudicando os advogados, como eu, que comecei a defender o sr. Carlos Silvino sem cobrar dinheiro, sem honorários. A páginas tantas, aquilo foi-se prolongando, ouvindo as mesmas testemunhas dez, quinze ou vinte vezes...

Como caracteriza a juíza Ana Peres, responsável pelo julgamento?

Ela sabe o que penso dela. Entendo que não tem condições nenhumas neste momento para continuar à frente deste julgamento. Já lhe disse isso directamente. (...)

Há pessoas que deviam ser condenadas neste processo?

Há, sim. (...) Todas. Todas elas. É claro que isto é um processo político em que o Partido Socialista se envolveu ainda na oposição. O Partido Socialista só consegue isto mesmo na oposição porque domina o submundo da política, que é a maçonaria. É aquilo que, como dizia um dia destes um magistrado, no caso um juiz da Relação, o juiz que é maçon vê-se confrontado com irmãos da mesma loja de grau superior, os mestres, sentados no banco dos réus. É impossível, porque na maçonaria, há códigos e leis próprias entre os irmãos.

Está a acusar o Partido Socialista de proteger a maçonaria?

Sim, sem dúvida nenhuma. Nem que me cortassem o pescoço eu diria o contrário.
(...)

Como viu o desfecho do caso Paulo Pedroso?

Toda a gente sabe que o meu cliente disse que o Paulo Pedroso é culpado.

E acredita no seu cliente?

Tenho de acreditar no meu cliente, se não acreditasse não o estava a defender. Mas há factos objectivos, há pessoas que o conhecem, há dados concretos de que o dr. Paulo Pedroso em 1991, pelo menos, estava a fazer entrevistas a miúdos da Casa Pia, o que ele sempre desmentiu até eu o ter confrontado com o seu próprio livro, que conseguimos descobrir e que apresentei no processo. Portanto, o dr. Paulo Pedroso terá feito na Casa Pia mais de 700 entrevistas. Estas coisas começam a bater certo com o que os miúdos dizem, as datas, 1991, 1992. O meu cliente sempre confirmou que o viu, descreveu até a camisa, as calças, quando foi, numa reunião na Casa Pia.
(...)

Quem mais devia estar sentado no banco dos réus da Casa Pia?

Várias pessoas.

Ligadas ao PS?

Também. E a outros partidos. Outras pessoas que deviam lá estar e não estão.

Mas durante o julgamento falou da influência do poder político?

Os miúdos falaram do PS. Não sei porque não falaram de outros. Agora, o que os partidos não podem fazer é uma troca de cromos. O que o PS fez foi atacar o PSD e fazer publicar no "Le Point" um artigo em que atacava dois ministros do PSD. Se alguém do PS, CDS ou de outro partido tem informações, que as denuncie. (...)

É hoje mais próximo do PSD?

Não. Estive 22 anos no PS. E saí em divergências quanto à linhas políticas para a justiça e para a PSP. Mandei entregar uma carta de sete ou oito páginas à Presidência do Conselho de Ministros.
(...)

E os outros acusados no processo?

Não me quero meter nisso, mas o Carlos Cruz saberá muita coisa. Este processo só se manteve assim porque há fortes pressões políticas para abafar isto.
(...)

Os métodos de investigação deviam ter sido outros?

Não podiam porque o poder político movimentou-se sobre a Polícia Judiciária e o Ministério Público. E tentou, de uma forma mortal, castrar a investigação e mesmo o juiz Rui Teixeira. Hoje, o que os portugueses esclarecidos podem ver é um sistema igual ao da ditadura. Não há diferença nenhuma.

Que pode ser feito contra isso?

Só quando os portugueses tiverem coragem para responder. O PS está a destruir completamente o Estado de Direito. E não há forças que se oponham porque o PSD está fragilizado. Temo uma revolta popular. O Estado vai mantendo esta paz podre com subsídios e inserção social.

Como vê este novo caso das escutas. E o processo Face Oculta?

O primeiro-ministro só pode ser escutado se houver uma ordem do Supremo. Mas se ele for escutado noutra conversa, isso não pode constituir base para crime. Não pode ser. O PS alterou a lei para se proteger, é pior que o Berlusconi. (...)
(...)

Como olha para a reforma do processo penal?

Foi uma reforma que resultou da necessidade de o Partido Socialista ter de travar o processo Casa Pia. O PSD e o CDS na altura foram a reboque, talvez porque tivessem também telhados de vidro. O mal não está todo no Partido Socialista, como é óbvio, está no sistema e na mentalidade dos políticos, que há uns anos não eram nada e hoje têm tudo.
(...)

E sobre o bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto?

É um homem do PS e nunca o vi defender ninguém em julgamento. Sempre que o oiço falar é a falar a favor do Partido Socialista.

Preferia os antecessores de Marinho Pinho, nomeadamente José Miguel Júdice?

É óbvio que o dr. José Miguel Júdice foi o pilar da estratégia do Partido Socialista no processo Casa Pia. A Ordem dos Advogados dominou o caso todo, através do dr. José Miguel Júdice. Funcionou no processo como o pivô de toda a trama.
(...)