sábado, 21 de janeiro de 2017
7 verdades do padre Amorth
sobre a acção do diabo contra a Igreja
Luís Dufaur
A equipa do site Aleteia fez uma oportuna compilação de sete verdades – que poderiam ser mais, obviamente – do experiente lutador contra Satanás, o falecido padre Gabriele Amorth, exorcista em Roma.
1. Satanás é o tentador desde o princípio dos tempos:
«Satanás é o tentador desde o princípio e é monótono – ele confirmou-me isto: utiliza o mesmo método para tentar o homem, que é livre; utiliza as suas fraquezas.
«A acção ordinária é tentar; e a extraordinária, e muito rara, é a possessão diabólica».
2. O diabo é uma pessoa,
não uma simples representação do mal:
«Satanás quer que não falemos dele; ele se esconde. O diabo é uma pessoa. Não é só uma mera representação do mal», disse o padre Amorth ao canal TV2000.
No seu livro O Último Exorcista, o sacerdote reforçou que «não devemos nos esquecer de que o diabo é mentiroso; por isso é necessário relativizar e, se possível, comprovar as respostas dele.
«É preciso comprovar tudo, especialmente um dado fundamental: a origem da vexação ou possessão, quem é o autor do malefício.
«É preciso comprovar porque o demónio pretende semear ódios e rancores; ele pode dizer que foi a sogra, a irmã, a prima ou a tia, e depois descobre-se que não era verdade».
3. O diabo tem medo de Nossa Senhora:
«O diabo tem medo de Nossa Senhora, porque ela é uma criatura nascida sem pecado, humilde e obediente a Deus desde sempre.
«Uma vez eu perguntei ao diabo: ‘Por que você se sobressalta mais quando invoco a Virgem Maria do que quando invoco Jesus?’.
«E a resposta dele: ‘Porque me humilha mais ser derrotado por uma criatura humana do que ser derrotado por Jesus’».
4. O Estado Islâmico (ISIS) é dirigido por Satanás:
Em 27 de Maio de 2015, o exorcista de Roma afirmou, segundo o sacerdote a Fabio Marchese Regona, do Il giornale.it.
«Onde há mal, pequeno ou grande, é sempre o demónio que sugere […]
«Sem dúvida, o ISIS, eu tenho certeza, onde há guerra e destruição está sempre o diabo rindo por trás.
«Deus não permitiria isso jamais, Deus só quer coisas boas.
«E esta gente [do Estado Islâmico] pode também disparar contra o Papa sem hesitação…».
5. O diabo odeia a Igreja católica e adora as seitas:
No livro O último exorcista, o padre Amorth assegura que as seitas são usadas pelo diabo para atingir os seus objectivos.
«Quando se faz um pacto com Satanás, o próprio diabo reconhece que a única religião verdadeira é a cristã católica, fiel ao Papa, e, por isso, as seitas lutam contra ela.
«Toleram a duras penas às outras religiões cristãs, enquanto apoiam religiões falsas.
«As seitas costumam esconder-se atrás de nomes e objectivos falsos, quase sempre como terapias alternativas à medicina tradicional».
6. Fé, oração e jejum para combater o diabo:
Num vídeo de 17 de Abril de 2015, voltado aos exorcistas, o padre Amorth recordou:
«Não valemos nem um centavo se não acreditamos em Jesus»; «a oração e a confissão» são instrumentos irrenunciáveis para um «limpo servidor de Jesus».
No mesmo vídeo, ele incentiva o jejum a fim de preparar o corpo para as privações que o diabo pode usar para nos tentar.
7. Uma resposta às ameaças do diabo:
Nosso Senhor, afirma ele, concede aos exorcistas e aos baptizados «toda a graça para enfrentar e superar o diabo».
No livro Deus é mais belo que o diabo, ele atesta que cada um pode responder às ameaças do diabo:
«Estou envolto no manto de Maria. Que podes fazer contra mim? Tenho ao meu lado o arcanjo São Miguel. Tenta lutar contra ele.
«Tenho o meu anjo da guarda, que vela para que eu não seja tocado; tu não podes fazer nada».
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
É o sol e não o homem
a causa das alterações climáticas
Prepara-se um arrefecimento.
Pode até acontecer
que este Inverno seja o começo.
Claude Brasseur, matemático,
investigador em energias renováveis
Le «réchauffement climatique anthropique lié aux
émissions de CO2» est pris fort au sérieux, surtout par des personnes de bonne foi qui veulent agir
pour nous éviter de « cuire » dans un avenir plus ou moins proche. La
vignette anti-pollution?
Pourtant, un refroidissement se prépare. Il se
peut, même, que l’hiver actuel en soit le début. L’astronome Valentina Zharkova a fait récemment une découverte
capitale : les taches solaires peuvent être prédites et elles sont signe
de réchauffement s’il y en a beaucoup, de refroidissement s’il y en a peu.
Depuis des siècles, l’homme observe les taches solaires et le
parallèle entre le nombre de taches et le temps qu’il fait. Il y a 200 ans,
William Herschell, l’astronome qui a découvert la planète Uranus, attirait
l’attention de ses collègues sur le lien entre le prix du blé en Angleterre et…
le nombre de taches solaires. S’il y a peu de taches solaires, le ciel est couvert, il fait froid et
les récoltes sont faibles; s’il y en a beaucoup, le ciel est dégagé, il fait
chaud et les récoltes sont généreuses. D’épouvantables périodes de refroidissement
climatique avec très peu de taches solaires – connues sous le nom de «Périodes de Maunder et de Dalton» –
entre 1600 et 1800 ont été encadrées de périodes plus clémentes de 1300 à 1600
et de 1800 à 2000.
Aujourd’hui, le GIEC,
organisme politique de l’ONU, financé pour démontrer le rôle climatique de
l’homme, nie ou minimise l’importance des prédictions de Valentina Zharkova. Pourtant, un an
plus tard, aucun astronome ou autre scientifique n’a émis la moindre critique
sur sa découverte.1
Jusqu’en octobre 2015, l’évolution du magnétisme
solaire qui conditionne, pour l’essentiel, ces variations du climat restait
imprévisible.
La mathématicienne astronome Valentina Zharkova et
ses collègues ont résolu ce problème à la Northumbria University (Angleterre)
et un article a été publié dans la célèbre revue Nature.2
Que se passe-t-il ? Imaginons un double moteur thermique à la surface du Soleil. L’un est visible, l’autre – sous la surface —
invisible.
Leur mécanique est presque synchrone. Le passé magnétique du Soleil peut
alors être parfaitement reproduit… et le futur peut être décrit. Il nous
annonce un refroidissement climatique pour bientôt…
Cette découverte recevrait
le prix Nobel d’astronomie si un tel prix existait mais elle reste dans l’ombre car elle
ridiculise définitivement les élucubrations du GIEC sur le rôle de l’homme dans
les changements climatiques…3
«On» est allé jusqu’à
s’organiser pour que la recherche sur Google, quand on tape « Valentina Zharkova »,
ne mène pas directement à son article mais à une pleine page de noms d’articles
qui nient tous l’importance des conséquences de sa découverte pour le temps à
venir. Ces articles
sont souvent écrits par des personnes dont on ne mentionne pas les compétences…4
Pour finir, on ne pourra jamais libérer assez de CO2 à
temps pour compenser la perte d’activité des plantes obligées de résister aux
froids intenses annoncés pour 2030 ! Il s’agit, bien entendu, des régions
où les températures seront encore suffisamment élevées pour permettre une
végétation, pas de régions « polaires ». Et précisons que le CO2 seul est
concerné. Il est accompagné le plus
souvent de pollutions réelles, nocives. Il est évident que nous devons tout
faire pour les diminuer…
En conclusion: préparons-nous à avoir froid – sans
savoir à quel point nous aurons froid – et cessons
d’écouter les lobbies pour qui « changement climatique »
signifie uniquement « augmentation des bénéfices».
Notes:
[1] Ainsi, la quête du «boson de Higgs» a duré des
décennies, tout comme la recherche de la mécanique solaire qui régit les taches
solaires. Pour les deux recherches, on est arrivé à un degré de précision
extrême qui les a fait passer du stade de «théorie» au stade de «découverte».
[2] V. V. Zharkova et
alt.: Heart Beat of the Sun from Principal Component Analysis and prediction of
solar activity on a millenium timescale – Nature
[3] Al
Gore a reçu le prix Nobel pour son film Une vérité qui dérange. Son
contenu le plus impressionnant portait sur l’analyse des carottes de glace
extraites des zones polaires. Celles-ci révèlent un parallèle étroit entre la
variation de la température terrestre et le taux de gaz carbonique de
l’atmosphère durant les 800.000 dernières années. Une analyse plus fine des
glaces a montré que la croissance du CO2 suivait l’augmentation
de la température et non le contraire, thèse fondamentale d’Al Gore et du GIEC.
En fait, quand la Terre se réchauffe, les océans crachent leur CO2…5 ce rôle de
l’homme qui est la seule justification des investissements dans l’éolien et
autres «énergies renouvelables» ruineuses pour les citoyens. Énergies
renouvelables qui devraient nous épargner des températures de plus en plus
élevées, des catastrophes à tous les niveaux… alors que Valentina Zharkova nous
apprend qu’une nouvelle «ère glaciaire» débute.6 De très violentes éruptions volcaniques
refroidissent aussi occasionnellement la planète tandis que, à plus long terme,
d’autres phénomènes liés à l’orbite terrestre jouent des rôles climatiques
décisifs…
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Um Kamasutra para crianças?
![]() |
| Este estranho psiquiatra é o ideólogo da chamada «educação sexual» |
Um Kamasutra para crianças?
Graça Canto Moniz
Não faltará muito para que, copiando o exemplo
brasileiro, o governo distribua um kit de prevenção contra a homofobia recheado
de «manuais escolares» e outro tipo de «material» que estimula experiências
auto-eróticas e homossexuais.
O leitor não deve ficar chocado com a pergunta que coloco no título. É que, em rigor, o Kamasutra para crianças existe. E, imagine, goza do alto patrocínio do Estado português na sua qualidade de grande educador das massas. Ainda assim, nem tudo está perdido: pelo menos, do conteúdo do dito manual não constam imagens explicativas. Refiro-me a um documento datado de Outubro de 2016 cujo título é «Referencial de Educação para a Saúde», carimbado pela Direcção-Geral da Saúde e pela Direcção-Geral da Educação, com o objectivo de promover «a educação para a saúde em meio escolar». É neste pedaço de prosa que se encontram as directrizes e orientações no que respeita, entre outros temas, aos «Afectos e Educação para a Sexualidade», dissecados em subtemas, objectivos e metas a atingir.
No que respeita à educação para a sexualidade (em relação aos afectos sabemos bem quem é o titular da cátedra...), o referencial pedagogicamente explica que, apesar da ubiquidade do sexo, a escola é o local onde os alunos [do pré-escolar e do ensino básico] manifestam, de forma mais impressiva, os desenvolvimentos sexuais nos vários ambientes, incluindo «na relação com os docentes e trabalhadores». A prosa social construtivista desenvolve-se entre orientações várias no que respeita às «relações afectivas» e aos «valores» até ao subtema 4, sob o manto diáfano do «desenvolvimento da sexualidade», onde se prevê, em antecipação precoce do processo de erotização natural de desenvolvimento infantil, o objectivo de os alunos do pré-escolar adquirirem «uma atitude positiva em relação ao prazer e à sexualidade». O Estado quererá ensinar bebezinhos de três anos a ter prazer? Por fim, o referencial propõe ainda ensinar os alunos do 2.º Ciclo (5.º e 6.º anos) a distinção entre interrupção voluntária e involuntária da gravidez.
Não faltará muito para que, copiando o exemplo brasileiro, o governo distribua um kit de prevenção contra a homofobia recheado de «manuais escolares» e outro tipo de «material» que estimula experiências auto-eróticas e homossexuais. É, contudo, lamentável que o Estado arrogue para si o direito de, através de um manual de instruções, construído de forma centralizada, definir unilateralmente um modelo único de educação para a sexualidade. Profundamente relacionadas com o conjunto de valores que cada família escolhe, em liberdade, as escolhas quanto à educação sexual devem, impreterivelmente e em primeira instância, passar pelo crivo familiar, pelo respeito pela sensibilidade, pelas questões de consciência e pela autonomia dos pais.
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
A eutanásia causa inquietude no Canadá:
«Não pensava que seria tão fácil matar
com esta nova lei»
![]() |
| La amplitud de la norma canadiense ya está
produciendo los primeros abusos: personas a quienes se condiciona para que consientan en su muerte. |
Leone Grotti,
ReligionenLibertad, 9
de Janeiro de 2017
La ley canadiense que promueve
la eutanasia es aún más permisiva que las leyes belga u holandesa, hasta el
punto de que el inicio de su aplicación se ha traducido en un número
elevadísimo de muertes. Así lo analiza Leone Grotti en Tempi:
La eutanasia en Canadá fue
legalizada en junio de 2016 y por lo menos 744 personas ya han muerto con
la inyección letal. Los datos, difundidos por CTV News, son altísimos, pero
según la doctora de Vancouver Ellen Wiebe, que ha declarado que este año
ha matado por lo menos a 40 pacientes, «los números aumentarán, estoy segura de
ello. Creo que alcanzaremos a Holanda y Bélgica porque tenemos leyes similares.
Esto significa que la eutanasia representará el 5% de las muertes del
país».
![]() |
| Ellen Wiebe ha aplicado la
ley a cuarenta personas en medio año. Basta con que ella haya creído que sus pacientes cumplían los criterios legales. |
La ley
La doctora se equivoca, porque
la ley canadiense es mucho menos restrictiva que las
de Bélgica y Holanda. De hecho, según la ley C-14, para que te
maten hay que tener una enfermedad incurable para la cual «la muerte
natural es razonablemente previsible». El problema es que la enfermedad
incurable y su razonable previsibilidad no son establecidos por datos médicos
objetivos; basta que «el personal médico o de enfermería crea que la persona cumple todos los
criterios». No es necesario, por lo tanto,
que la ley sea respetada; basta que el médico piense que lo es.
Inmunidad total
La diferencia es importante,
sobre todo porque la ley especifica que un médico no puede ser acusado de
homicidio ni siquiera cuando su opinión sobre el respeto de los criterios de la
ley se revele «equivocada». Por último, el texto de la ley garantiza una inédita inmunidad a «todo» el que «haga algo» para proporcionar la muerte de un tercero que la
haya pedido.
Matar a los deprimidos
¿Cómo se pueden impedir abusos
de cualquier tipo? No se puede. De hecho, tras apenas seis meses ya hay
testimonios dramáticos. Will
Johnston es un médico de familia de
Vancouver y desde hace meses relata casos en los que la ley ha sido violada,
sin que el gobierno o el sistema judicial de Canadá se sientan en la obligación
de intervenir de algún modo.
![]() |
| El doctor Will Johnston,
contrario a la legalización de la eutanasia, relata la existencia de distintos casos de abusos amparados por la amplitud de la norma. |
Uno de estos casos atañe a un
hombre, cuyo nombre ha sido omitido por cuestión de privacidad, con una
enfermedad neurológica que le dejó parcialmente inválido. El hombre «al que yo
visité y que estaba muy lejos de morir, tenía una fuerte depresión. Ya no salía de casa, había perdido la esperanza y sentía que su vida
no tenía sentido. Por esto quería morir».
«Es tan fácil...»
Ahora bien, escribe Johnston, «a
cualquier otra persona no inválida se le habría ofrecido ayuda psicológica
parar salir de esta difícil situación». En cambio, este hombre fue muerto por
eutanasia a manos de una doctora de Vancouver, que por teléfono le dijo a la
esposa que «se le puede dar la
vuelta a la ley declarando que en cualquier
momento puede morir a causa de una infección por lo que su muerte, en
consecuencia, es 'razonablemente previsible'». Johnston volvió a ver a la
esposa de este hombre después de que fuera matado con la inyección letal y ésta
le dijo: «No pensaba que fuera tan fácil» matar «con la nueva ley».
«Estamos un poco preocupados»
Ante estos casos las palabras
de un docente de la Universidad de Toronto, Trudo Lemmens,
recogidas por CTV News, parecen casi un eufemismo: «Estamos un poco
preocupados porque personas vulnerables o que se encuentran en situación de
vulnerabilidad – o por motivos económicos o porque la ayuda médica solicitada
no está disponible – podrían ser presionadas consciente o
inconscientemente para elegir la asistencia
médica de la muerte».
![]() |
| El profesor Lemmens señala
el riesgo de que los pacientes sean presionados para pedir que los maten. |
La verdadera «opresión»
Según el texto de la ley, el
gobierno tendrá que redactar un informe oficial sobre el desarrollo de la ley
sólo cinco años después
de su aprobación, es decir, en el año 2021.
Mientras tanto, se podrá llevar a cabo todo tipo de abuso en la
ilegalidad más total, desde el momento que los
casos de eutanasia deben ser denunciados por los propios médicos, pero en el
caso de que no quieran hacerlo por cualquier motivo ningún órgano ha sido
predispuesto para el control. Mientras tanto, médicos como Ellen
Wiebe están muy preocupados por todos los
hospitales y clínicas religiosas que no quieren permitir la eutanasia en las
propias estructuras por razones de conciencia: «Tenemos muchos centros que ni siquiera permiten
discutir los temas del final de la vida. Creo que ésta es una verdadera forma
de opresión».
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
A ditadura politicamente correcta do Ocidente
Cegou-nos diante do verdadeiro perigo:
Islão radical
![]() |
| O
corajoso trabalho da artista Mimsy foi retirado da Mall Galleries de Londres depois de a polícia britânica o ter definido como «incendiário». |
Giulio Meotti, Institute Gatestone, 26 de
Dezembro de 2016
- Em França as crianças são ensinadas que os ocidentais são Cruzados, colonizadores e «maus». Na tentativa de justificar o repúdio à França e à sua cultura judaico-cristã, as escolas têm fertilizado o solo no qual o extremismo islâmico se desenvolve e floresce sem obstáculos.
- Ninguém pode negar que a França está sob cerco islamista. Na semana passada o serviço de inteligência da França descobriu mais uma conspiração terrorista. Mas qual é a prioridade do governo socialista? Restringir a liberdade de expressão dos «militantes» pró-vida.
- Sob esta ditadura politicamente correcta, a cultura ocidental estabeleceu dois princípios. Em primeiro lugar, a liberdade de expressão pode ser restringida a qualquer momento se alguém afirmar que uma opinião é um «insulto». Em segundo lugar, há um malévolo padrão de dois pesos e duas medidas: as minorias, especialmente as muçulmanas, podem dizer livremente o que bem entenderem contra judeus e cristãos.
- Não há melhor aliado do extremismo islâmico do que esta hipocrisia da censura liberal: na verdade, os dois querem suprimir qualquer tipo de crítica ao Islão, bem como qualquer defesa conceituada do iluminismo ocidental ou da cultura judaico-cristã.
- O Twitter, um dos veículos desta nova intolerância até formou um «Conselho de Segurança e Confiança.» Faz lembrar o «Conselho para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício» da Arábia Saudita.
Tradução:
Joseph Skilnik
O suicídio da Alemanha
Guy Millière, Institute
Gatestone, 28 de Dezembro de 2016
- Dos 1,2 milhões de migrantes que chegaram à Alemanha
em 2014 e 2015 apenas 34 000 encontraram trabalho.
- Nada melhor descreve o estado actual da Alemanha do
que o triste destino de Maria Landenburger, uma adolescente de 19 anos de
idade, assassinada no início de Dezembro. Maria Landenburger, membro de
uma organização de ajuda aos refugiados, estava entre aqueles que
acolheram migrantes em 2015. Foi estuprada e assassinada por um dos
indivíduos que estava a ajudar. A família dela pediu a qualquer pessoa que
quisesse prestar uma homenagem à sua filha que doasse dinheiro para as
associações de refugiados, para que mais refugiados pudessem vir para a
Alemanha.
- A lei que condena o incitamento ao ódio, que
supostamente se destina a impedir o retorno às ideias nazistas, é usada
como uma espada contra qualquer pessoa que se manifeste de forma mais dura
em relação à crescente islamização do país.
- A grande maioria dos alemães não quer enxergar que a
Alemanha está em guerra porque um inimigo implacável declarou guerra
contra eles. Não querem enxergar que foi declarada guerra contra a
civilização Ocidental. Aceitam a derrota e docilmente fazem o que os
jihadistas lhes dizem para fazer, curvam-se.
- Se Angela Merkel não vê a diferença entre judeus
sendo exterminados pelos nazistas e muçulmanos que ameaçam exterminar
cristãos, judeus e outros muçulmanos, é ainda mais ignorante do que
parece.
O ataque em Berlim de 19 de Dezembro de 2016
era uma tragédia anunciada. A chanceler alemã Angela Merkel criou as condições
que o tornaram factível. Cabe-lhe uma enorme responsabilidade. Geert Wilders,
membro do Parlamento da Holanda e um dos únicos líderes políticos com clara
visão da Europa, acusou-a de estar com as mãos sujas de sangue.
Quando Merkel decidiu abrir as portas da
Alemanha para centenas de milhares de muçulmanos do Médio Oriente e de países
mais distantes ainda, deveria estar ciente que havia jihadistas escondidos nas
multidões que inundaram o país. Também deveria saber que a polícia alemã não
tinha condições de controlar o turbilhão de pessoas que entraram no país e que
seria rapidamente sobrecarregada pelo número de pessoas que teria que
controlar. Mesmo assim abriu as portas.
Quando ocorreram centenas de estupros e
ataques sexuais em Colónia e outras cidades da Alemanha na véspera de Ano Novo
do ano passado, ela referiu que os responsáveis devem ser punidos,
«independentemente da sua origem», mas não mudou a sua política. Quando os
ataques ocorreram em Hanover, Essen, Wurzburg e Munique, demorou a verbalizar
alguma coisa e na sequência pronunciou frases com palavras cuidadosamente calculadas no tocante à
«necessidade» de combater o crime e o terror. Mesmo assim não mudou a política.
Só mudou o seu posicionamento recentemente,
ao que tudo indica, porque se quer candidatar novamente em 2017 e viu a sua
popularidade em declínio.
Os comentários que fez imediatamente após os
ataques de 19 de Dezembro foram entorpecedores. Realçou que «se o criminoso for um refugiado»
será «muito difícil de suportar» e será «particularmente repugnante para todos
os alemães que ajudam os refugiados diariamente».
Comentários desta natureza poderiam
simplesmente ser considerados ingénuos se tivessem sido proferidos por alguém
não informado, mas Angela Merkel não tem essa desculpa. Não podia ignorar
os alertas dos serviços secretos alemães e norte-americanos dizendo que
terroristas do Estado Islâmico estavam escondidos entre os refugiados e que
estavam a querer usar camiões em ataques contra o Natal.
A situação que os alemães estão a suportar há mais de um ano tem sido
extremamente complicada. A criminalidade «disparou», doenças extintas há décadas foram trazidas para o país e não há vacinas – por terem sido interrompidas há muito
tempo – segundas moradias estão a ser desapropriadas pelo governo para abrigar migrantes sem nenhum tipo
de compensação e assim por diante. Não demorou muito para se descobrir que o
principal suspeito do ataque em Berlim era um requerente a asilo que morava num
abrigo para refugiados.
Noutro país Merkel estaria envergonhada e
inclinada a renunciar, na Alemanha está a concorrer à reeleição.
A população alemã envelheceu e a taxa de natalidade é perigosamente baixa: 1,38 filhos por mulher. Os imigrantes estão substituindo a população alemã que está desaparecendo pouco a pouco. Os alemães
que estão morrendo são cristãos ou mais frequentemente secularistas não
religiosos. Como acontece em toda a Europa o cristianismo está a desaparecer, os imigrantes que estão substituindo os alemães são muçulmanos.
A economia alemã ainda é forte, mas está a
perder força. Retornos sobre o capital investido estão em declínio. Justamente numa época em que o capital humano é a principal fonte de
lucros, o capital humano alemão está em colapso: indivíduos de países
subdesenvolvidos não têm condições de substituir com facilidade os alemães
altamente qualificados. A maioria não tem qualificação para ingressar no
mercado de trabalho, recém-chegados permanecem por muito tempo desempregados e
dependentes do Estado. Dos 1,2 milhões de migrantes que chegaram à Alemanha em 2014 e 2015 apenas 34 000 encontraram
trabalho. A taxa de desemprego é baixa porque há uma crescente falta de emprego: hoje 61% dos alemães estão na faixa entre 20 e 64 anos de idade.
Estima-se que em meados deste século esse número cairá para 41%.
Discursos de propaganda politicamente
correcta, que são inesgotavelmente transmitidos na Alemanha – assim como no
resto da Europa – nunca falam da demografia. Em vez disso, refutam qualquer
evidência de que a economia alemã não está indo bem. Também dizem que o Islão e
o cristianismo são equivalentes, estão obstinadamente cegos diante do facto do
Islão ser mais do que uma religião: é um sistema político, económico e moral
que engloba todos os aspectos da vida e nunca coexistiu por um período razoável ou de maneira pacífica numa cultura diferente
da sua. Esses discursos ignoram quase por completo a ascensão do Islão radical
e do terrorismo jihadista. No seu lugar argumentam que o Islão radical é uma
seita marginal e que o terrorismo jihadista recruta unicamente lobos solitários
ou doentes mentais. Acima de tudo, repetem constantemente que qualquer crítica
à migração ou ao Islão é humilhante e racista.
A população alemã está intimidada pelo medo,
tanto pelo comportamento anti-social de muitos migrantes como pelo
patrulhamento ideológico policial do seu próprio governo. Muitos alemães sequer
se atrevem a falar. Aqueles que usam o transporte público resignam-se aos
insultos. Eles abaixam a cabeça e fogem para o refúgio das suas casas. Idas a
restaurantes e teatros desceram drasticamente. As mulheres resignaram-se a usar
roupas «discretas» e têm o cuidado de não saírem sozinhas. Protestos organizados pelo PEGIDA (Europeus Patriotas
contra a Islamização do Ocidente) nunca atraíram um grande número de indivíduos
depois de uma fotografia do seu fundador ter sido divulgada na qual ele
aparecia estilizado como Hitler.
O partido Alternativa para a Alemanha (AFD), que exige a suspensão da imigração muçulmana para a Alemanha e
continua angariando votos, no entanto, continua a ser um partido minoritário. A
lei que condena o incitamento ao ódio (Volksverhetzung), que supostamente se destina a impedir o retorno às ideias nazistas, é
usada como uma espada contra qualquer pessoa que se manifeste de forma mais
dura em relação à crescente islamização do país.
Em 20 de Dezembro Angela Merkel foi depositar
rosas brancas no local onde aconteceu o ataque ao mercado de Natal. Milhares de
alemães fizeram o mesmo. Muitos trouxeram velas e choraram. Mas a raiva e a
vontade de combater a ameaça continua praticamente ausente. Depois de algumas
semanas, a página será virada – até que aconteça de novo.
Nada melhor descreve o estado actual da
Alemanha do que o triste destino de Maria Landenburger, uma adolescente de dezenove anos de idade, assassinada no início de
Dezembro. Maria Landenburger, membro de uma organização de ajuda aos
refugiados, estava entre aqueles que acolheram migrantes em 2015. Foi estuprada
e assassinada por um dos indivíduos que estava a ajudar. A família dela pediu a qualquer pessoa que quisesse prestar uma homenagem à sua filha que
doasse dinheiro para as associações de refugiados, para que mais refugiados
pudessem vir para a Alemanha.
A grande maioria dos alemães não quer
enxergar que a Alemanha está em guerra porque um inimigo implacável declarou
guerra contra eles. Não querem enxergar que foi declarada guerra contra a
civilização Ocidental. Aceitam a derrota e docilmente fazem o que os jihadistas
lhes dizem para fazer, curvam-se.
Ao analisar o ataque de 19 de Dezembro na
feira natalina, o jornalista alemão Josef Joffe, editor do Die Zeit, explicou a decisão de Angela Merkel de acolher os refugiados como «um acto
de expiação» e uma maneira de acolher uma população ameaçada sete décadas
depois do Holocausto. Também explicou a passividade de
muitos alemães movidos por um sentimento de culpa colectiva.
Se Joffe estiver certo, se Angela Merkel não
vê a diferença entre judeus sendo exterminados pelos nazistas e muçulmanos que
ameaçam exterminar cristãos, judeus e outros muçulmanos, é ainda mais ignorante
do que parece.
Se muitos alemães estão repletos de culpa
colectiva a ponto de quererem compensar o que a Alemanha fez aos judeus
acolhendo centenas de milhares de muçulmanos, muitos dos quais declaram abertamente que desejam substituir a cultura judaico-cristã da Alemanha pela do
Islão e que estão substituindo a população cristã pela muçulmana – que incluirá
assassinos cruéis nas suas fileiras – mostra que os alemães de hoje se odeiam
tanto que desejam a sua própria destruição ou então que simplesmente perderam a
determinação de defender o que lhes é valioso – acto
este conhecido como rendição.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Elogio do Natal consumista
P. Gonçalo Portocarrero de Almada, 24
de Dezembro de 2016
Não, falsos apóstolos do anti-consumismo, não nos
roubem o Natal. A religião cristã é festa e alegria, em todos os dias e para
toda a eternidade, mas sobretudo no dia que celebra o nascimento de Jesus
Sempre que chega o Natal, ouvem-se as velhas vozes
de novos profetas insurgindo-se contra o consumismo que, ao que parece, ataca
de forma particularmente virulenta nesta época final do ano. Mas, toda a
eloquência das suas invectivas moralistas não logra embaciar o brilho desta
festa que a todos, sem distinção de religiões ou raças, nos toca e desperta
para a grande alegria do Natal, a festa de Deus connosco! A religião cristã é
festa e alegria, agora e para toda a eternidade, mas sobretudo nos abençoados
dias em que o calendário litúrgico solenemente celebra o nascimento de Cristo
para a vida terrena e, depois, na festa gloriosa da Páscoa da sua ressurreição,
o seu definitivo nascimento para a vida eterna!
Não é preciso ser teólogo, nem sequer crente, para
compreender a necessidade do Natal! O nosso mundo, os nossos países, as nossas
cidades, as nossas empresas, as nossas famílias e todos nós precisamos,
absolutamente, do Natal. Não foi certamente por acaso que um recente e
lamentável ataque terrorista, em Berlim, teve como alvo, precisamente, uma
feira de Natal. Se um terrorista, que é, por definição, um inimigo da
civilização, ataca o Natal desta forma hedionda é porque, também ele, de algum
modo, reconhece que nenhuma outra festa do que a universal celebração do
nascimento de Cristo é tão emblemática da cultura europeia. Por isso, defender
o Natal é defender também o que de melhor há na cultura ocidental. E, se não
for possível fazê-lo sem consumismo, pior para o consumismo!
É verdade que o consumismo materialista não é uma
prática coerente com a fé cristã, mas talvez não seja excessivamente ousado
afirmar que, de algum modo, Jesus Cristo foi o primeiro «consumista». Com
efeito, as suas últimas palavras, antes de expirar na Cruz, foram: «Tudo está
consumado!» (Jo 19, 30). Um pouco antes, o evangelista que o Senhor amava,
introduzindo o seu relato evangélico da paixão, morte e ressurreição de Cristo,
dissera: «sabendo Jesus que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo ao
Pai, tendo amado os seus que estavam neste mundo, amou-os até ao fim» (Jo 13,
1). O Natal é um convite a este «consumismo»: uma excelente ocasião para nos
consumirmos no serviço dos outros, sobretudo dos que nos são mais próximos, ou
estão mais necessitados.
Mas … e os pobrezinhos?! Esta é, decerto, a mais
recorrente crítica ao consumismo natalício e, porventura, a mais consistente.
Como podem os cristãos montar presépios, quando há tantas pessoas que nem um
tecto têm para se abrigar?! Como se podem sentar a uma mesa cheia de apetitosas
iguarias, se tantos há, também a seu lado, que nem sequer têm uma sopa e um
pouco de pão para dar aos filhos?! Como se atrevem a oferecer e receber
presentes, mais ou menos fúteis, se tantos há que carecem até do que é mais
indispensável?! Não seria muito melhor converter todas as despesas de tão
inúteis comemorações em benefícios sociais para os que mais precisam?
Razão não falta a esta tão aparentemente caridosa e
pertinente objecção contra o Natal consumista. Pena é que reproduza, ipsis
verbis, a argumentação de Judas Iscariotes, o traidor, quando censurou
asperamente o consumismo de Maria, a irmã de Lázaro, que ungira o Senhor com
«uma libra de perfume feito de nardo puro de grande preço»: «Porque não se
vendeu este perfume por trezentos denários para se dar aos pobres?!». «Disse
isto – esclarece o evangelista – não porque se importasse com os pobres, mas
porque era ladrão e, tendo a bolsa, roubava o que nela se deitava» (Jo 12,
1-8). E Jesus não censurou o consumismo da irmã de Lázaro, mas a avareza do
apóstolo traidor.
Os modernos profetas do anti-consumismo natalício,
que tanto abundam, também nas publicações católicas, na realidade são réplicas,
mais ou menos exactas, do irmão primogénito do pródigo. Também ele, cheio de
razões sem razão, se insurgiu contra o consumismo desenfreado do pai, que deu
ao filho mais novo o vestido mais precioso, um anel no dedo e sandálias nos
pés. Para esse filho pródigo, mandou até matar o vitelo gordo e organizou uma
grande festa, a que nem sequer faltaram a música e os coros! E, ante a
indignação do filho mais velho, despeitado por aquele escandaloso consumismo, o
pai disse-lhe: «Era justo que houvesse banquete e festa» (Lc 15, 11-32).
Não, falsos apóstolos do anti-consumismo, não nos
roubem o Natal! Não nos tirem a festa! Não silenciem as músicas, nem calem os
coros, porque são anjos que nos anunciam o nascimento do Senhor! (Lc 2, 13-14).
Não nos excluam dessa mesa a que o Pai dos céus a todos convida! (Lc 14,
15-24). O Natal não exclui ninguém: Deus veio ao mundo para os bons e para os
que o não são, para os fiéis e os pagãos; para todos, sem excepção.
Porque, como veio Deus ao mundo? Não veio como
Deus, para que a sua santidade não afugentasse os pecadores. Não veio como
omnipotente, para que o seu poder não atraísse os ambiciosos, nem afastasse os
tímidos. Não veio como sacerdote, para que os não crentes, ou crentes noutras
religiões, não fossem excluídos. Não veio como rei, para que não se impusesse
aos seus súbditos pela força. Não veio como mestre, para que também os soberbos
o pudessem aceitar. Não veio como sábio, para que também os ignorantes o
pudessem compreender. Não veio como herói, para não humilhar os cobardes. Não
veio como vencedor, para não envergonhar os derrotados. Não veio como rico,
para não intimidar os pobres.
Então, como veio aquele
que, antes de nascer e até de ser concebido, já era rico, vencedor, herói,
mestre, rei, sacerdote e omnipotente, como Deus que é desde sempre?! Veio como
ínfima criança, para que todos os homens e mulheres do mundo, qualquer que seja
a sua virtude ou vício, o possam contemplar e amar. Porque não há ninguém, por
melhor ou pior que seja, que, diante da fragilidade de um recém-nascido, não
seja capaz de se comover e de sorrir. Santo Natal
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















