sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O gabinete de Passos Coelho


Chefe de gabinete
Francisco Ribeiro de Menezes
46 anos                                  4.592,43 €

Assessor
Carlos Henrique Pinheiro Chaves
60 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Pedro Afonso A. Amaral e Almeida
38 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Paulo João L. Rêgo Vizeu Pinheiro
48 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Rudolfo Manuel Trigoso Rebelo
48 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Rui Carlos Baptista Ferreira
47 anos                                  3.653,81 €

Assessora
Eva Maria Dias de Brito Cabral
54 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Miguel Ferreira Morgado
37 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Carlos A. Sá Carneiro Malheiro
38 anos                                  3.653,81 €

Assessora
Marta Maria N. Pereira de Sousa
34 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Bruno V. de Castro Ramos Maçães
37 anos                                  3.653,81 €

Adjunta
Mafalda Gama Lopes Roque Martins
35 anos                                  3.287,08 €

Adjunto
Carlos Alberto Raheb Lopes Pires
38 anos                                  3.287,08 €

Adjunto
João Carlos A. Rego Montenegro
34 anos                                  3.287,08 €

Adjunta
Cristina Maria Cerqueira Pucarinho
46 anos                                  3.287,08 €

Adjunta
Paula Cristina Cordeiro Pereira
41 anos                                  3.287,08 €

Adjunto
Vasco Lourenço C. P. Goulart Ávila
47 anos                                  3.287,08 €

Adjunta
Carla Sofia Botelho Lucas
28 anos                                  3.287,08 €

Técnico especialista
Bernardo Maria S. Matos Amaral
38 anos                                  3.287,08 € 

Técnica especialista
Teresa Paula Vicente de Figueiredo Duarte
44 anos                                  3.653,81 €

Técnica especialista
Elsa Maria da Palma Francisco
40 anos                                  3.653,81 €

Técnica especialista
Maria Teresa Goulão de Matos Ferreira
49 anos                                  3.653,81 €

Secretária pessoal
Maria Helena Conceição Santos Alves
54 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Inês Rute Carvalho Araújo
46 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Ana Clara S. Oliveira
38 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria de Fátima M. L. Hipólito Samouqueiro
47 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria Dulce Leal Gonçalves
52 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria M. Brak-Lamy Paiva Raposo
59 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Margarida Maria A. A. Silva Neves Ferro
53 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria Conceição C. N. Leite Pinto
51 anos                                   1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria Fernanda T. C. Peleias de Carvalho
45 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria Rosa E. Ramalhete Silva Bailão
58 anos                                  1.882,76 €

Coordenadora
Luísa Maria Ferreira Guerreiro
48 anos                                  1.506,20 €

Técnico administrativo
Alberto do Nascimento Cabral
59 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Ana Paula Costa Oliveira da Silva
42 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Elisa Maria Almeida Guedes
47 anos                                  1.500,00 €

Técnica administrativa
Isaura Conceição A. Lopes de Sousa
59 anos                                  1.506,20 €

Técnico administrativo
José Manuel Perú Éfe
60 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Liliana de Brito
50 anos                                  1.500,00 €

Técnica administrativa
Maria de Lourdes Gonçalves Ferreira Alves
61 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Maria Fernanda Esteves Ferreira
57 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Maria Fernanda da Piedade Vieira
61 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Maria Umbelina Gregório Fernandes Barroso
47 anos                                  1.500,00 €

Técnica administrativa
Zulmira Jesus G. Simão Santos Velosa
47 anos                                  1.506,20 €

Técnico administrativo
Artur Vieira Gomes
53 anos                                  1.600,15 €

Técnica administrativa
Benilde Rodrigues Loureiro da Silva
58 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Fernando Manuel da Silva
68 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Francisco José Madaleno Coradinho
45 anos                                  1.472,82 €

Apoio auxiliar
Joaquim Carlos da Silva Batista
57 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
José Augusto Morais
51 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria Lurdes da Silva Barbosa Pinto
58 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria de Lurdes Camilo Silva
65 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria Júlia R. Gonçalves Ribeiro
58 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria Natália Figueiredo
64 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria Rosa de Jesus Gonçalves
58 anos                                     975,52 €

Motorista
António Francisco Guerra
52 anos                                  1.848,53 €

Motorista
António Augusto Nunes Meireles
61 anos                                  2.028,28 €

Motorista
António José Pereira
48 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Arnaldo de Oliveira Ferreira
49 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Jaime Manuel Valadas Matias
52 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Jorge Henrique S. Teixeira Cunha
52 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Jorge Martins Morais
46 anos                                  1.848,53 €

Motorista
José Hermínio Frutuoso
53 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Nuno Miguel R. Martins Cardoso
37 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Paulo Jorge Pinheiro da Cruz Barra
40 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Rui Miguel Pedro da Silva Machado
42 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Vitor Manuel G Marques Ferreira
42 anos                                  1.848,53 €


Total/Mês                          149.486,76 €


RESUMO
1   – Chefe de gabinete
10 – Assessores
7   – Adjuntos
4   – Técnicos especialistas
10 – Secretárias pessoais
1   – Coordenadora
13 – Técnicos administrativos
9   – Apoio auxiliar
12 – Motoristas




                                       

Cai um símbolo invertido?

Austin Ruse

A ONU e outros responsáveis por políticas públicas notaram que os pais de Matthew Shepard tornaram-se os principais porta-vozes dos direitos dos invertidos no mundo inteiro.

Eles apareceram na ONU e recentemente fizeram também uma tournée em várias capitais da Europa com o patrocínio do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que fizeram dos direitos LBGT o foco prioritário da política externa americana.

Matthew Shepard era um jovem que foi brutalmente assassinado em Outubro de 1998. Quase que a atenção do mundo inteiro se voltou imediatamente para a especulação de que os assassinos de Shepard o torturaram e mataram por ódio de ele ser invertido. Os assassinos amarraram-no a uma cerca nos arredores da cidade de Laramie, Wyoming, e a sua morte foi comparada à crucificação de Jesus Cristo.


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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Para ti, que és um amante
da língua portuguesa!


Sabe o que é tautologia? É o termo usado para definir um dos vícios, e erros, mais comuns de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.O exemplo clássico é o famoso ' subir para cima ' ou o ' descer para baixo ' . Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:

há anos atrás  –  professores catedráticos a falar assim!


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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A nossa liberdade


Paulo Chagas, General da Reserva do Exército do Brasil

Liberdade para quê? Liberdade para quem?

Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?

Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?

Falam de uma «noite» que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!

Fala-se muito em liberdade!

Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!

domingo, 22 de setembro de 2013

2 princípios + 4 objectivos
do novo Ministro dos Assuntos Sociais
da Austrália



As suas propostas baseiam-se em  dois princípios:

  • Primeiro, as políticas públicas devem proteger e promover o casamento e a família,
  • e, em segundo lugar, sempre que possível, as políticas públicas devem actuar através das organizações familiares e da comunidade, em vez de as substituir.

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sábado, 21 de setembro de 2013

Que referências morais da escola
«democrática»?

Heduíno Gomes

(A propósito da professora porno de Mértola e dos seus chefes muito «compreensivos»)

Antigamente, ser professora – e professor – constituía uma referência moral. Com a chamada «democratização do ensino», na escola tudo foi «democratizado» e lá se vai a referência...

Alguns professores e professoras perderam a compostura e daí também a sua autoridade moral. Vestuário chunga, despudor chunga (passo o pleonasmo), cabeleira chunga, linguagem chunga, higiene chunga, postura chunga, «educação sexual» chunga. E ainda, por vezes, com umas passas à mistura.

Contou-me uma professora normal  – que ainda há – duma escola secundária que, certa vez, lhe chegaram ao pé uns alunos já matulões a pedir-lhe que dissesse à stôra de educação física que não andasse pela escola vestida daquela maneira... Eles lá sabiam porquê. E a stôra certamente também sabia porque andava assim.

Que exemplo darão tais mestres aos seus alunos? Que ordem moral e disciplinar poderão impor?

Neste ambiente «democraticamente» permitido e permissivo, quando as próprias chefias, logo a partir do Ministério, são liberais, relativistas, militantes «do género» e sem referências morais, os professores normais nada podem fazer. Os professores normais sentem-se marginalizados, botas-de-elástico, impotentes... e desmobilizados!

Agora veio a público o caso de uma professora do agrupamento de escolas de Mértola que faria filmes porno para vender, utilizando mesmo a sala de aula nos intervalos, o que teria proporcionado a um aluno assistir a uma parte do espectáculo. A confirmar-se este caso, não é a primeira vez que uma professora tem comportamentos incompatíveis com a qualidade de educadora.

Mas a gravidade de comportamento não está apenas na professora. Pior ainda é o comportamento dos seus superiores do agrupamento escolar. Segundo a imprensa, a direcção da escola começou por referir-se ao assunto como sendo da «vida privada» da professora. Vida privada depravada de uma educadora pública? Então exige-se moral às figuras públicas políticas e depois tolera-se a bandalheira às figuras públicas da educação de crianças? E com a agravante da sujeita utilizar a sala de aula da escola como estúdio de Hollywood?

É grave a pornografia, e mais grave se praticada por um agente da educação, e mais grave ainda se realizada no interior de uma escola. Mas este episódio pontual  não nos deve fazer esquecer a origem da bandalheira: a juntar à permissividade do liberalismo temos a chamada «educação sexual» pro-invertidos imposta pelo lobby corruptor instalado no Ministério da Educação (e televisões), que procura conduzir rapazes e raparigas ao amoralismo, à libertinagem e à homossexualidade. Tais dirigentes da educação nunca poderão tratar devidamente os casos pontuais porque estes têm origem precisamente no ambiente de permissividade e militância antivalores vindos de cima – e bem de cima.

Partindo do princípio de que, quanto maior a responsabilidade, maior é a culpa, cabe perguntar até que ponto vai a badalhoquice destes responsáveis nacionais, regionais e locais pela educação das nossas crianças.

Como mais uma vez se vê, urge proceder a uma limpeza séria nas estruturas do sistema de ensino – dos professores chungas e dos quadros chungas do Ministério da Educação – e repor a decência nesta nobre actividade que é a educação.  Certamente não serão governantes cobardes, oportunistas e permissivos que o farão.





sexta-feira, 20 de setembro de 2013

D. Ilídio Leandro apoia a petição europeia
«Um de Nós», contra destruição
de embriões humanos


O bispo de Viseu manifestou o seu apoio à petição europeia «Um de Nós», pelo fim do financiamento de acções que destruam embriões humanos, para «dar voz a quem queira gritar pelo valor, respeito e defesa da vida».

Com esta subscrição, Portugal «mostrará inequivocamente que está interessado em valorizar a Cultura da Vida», refere D. Ilídio Leandro na circular que está a entregar pessoalmente a cada arcipreste, para que ele seja o dinamizador da iniciativa na sua área de influência.

O prelado pede a mobilização de sacerdotes e fiéis para a participação na campanha, recordando que está previsto que o 6 de Outubro seja o Dia Nacional de Recolha de Assinaturas para a Petição.





quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Irmandade Muçulmana transformou
igreja protestante em mesquita

A Irmandade Muçulmana transformou em mesquita uma igreja evangélica na região de Monshaat Baddini, Província de Samalout, (Minya, Alto Egito). Segundo fontes locais, «os islâmicos removeram todos os objectos sacros, quadros, ícones e recitaram uma oração especial para consagrar o prédio a Alá. No muro principal da igreja foi escrito «mesquita dos mártires» e «não existe outro Deus senão Alá».
O pastor da comunidade protestante local, Menassa Nesseim, contou à MCN (Agência de notícias cristãs egípcia) que «desde o dia do assalto islamita contra os cristãos, ninguém havia conseguido entrar no prédio», e denunciou «a inércia das autoridades que aceitaram o facto com indiferença: nem a polícia, nem as forças armadas inspecionaram a igreja para desalojar os ocupantes abusivos e restituir o edifício à comunidade protestante. Os militantes colocaram os seus homens de guarda no complexo e os cristãos tem medo de se aproximar».





quarta-feira, 18 de setembro de 2013

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Vaticano investiga ex-núncio acusado
de abusos


Arcebispo Joseph Wesolowski ex-núncio
na República Dominicana
O director da Sala de Imprensa da Santa Sé reafirmou o compromisso do Vaticano para prosseguir com as investigações no caso do ex-núncio na República Dominicana, o Arcebispo Joseph Wesolowski.

O sacerdote fez estas declarações logo depois da difusão de uma reportagem onde um adolescente narrou uma série de detalhes dos abusos que ele e outro rapaz sofreram por parte do Arcebispo Wesolowski.

O ex-núncio foi destituído do seu cargo no último dia 21 de Agosto, depois das acusações que pesavam sobre ele e que levaram o Vaticano e a procuradoria da República Dominicana a iniciarem uma investigação sobre o caso.

Em 5 de Setembro, os bispos dominicanos convocaram uma conferência de imprensa em que expressaram o seu total apoio às investigações que as autoridades locais estão realizando sobre este caso.

Nesse dia também pediram perdão pelo caso do ex-núncio e de outros sacerdotes. Num texto assinado pelo Arcebispo de Santo Domingo e Presidente do Episcopado Dominicano, Cardeal Nicolás de Jesus López Rodríguez, manifestaram o desejo de «purificar a Igreja, tirando do ministério aqueles que o exercem indignamente e não merecem ser chamados sacerdotes».

Esta purificação, indica o texto, deve dar-se com «a colaboração dos autênticos sacerdotes, que são a maioria, e da comunidade eclesial».

O Cardeal solicitou também à justiça dominicana actuar com «firmeza» e «clarividência» ao investigar as denúncias.





domingo, 15 de setembro de 2013

«Cultura»

Estes «artistas» constituíram a Associação Cultural Casa Branca (Sede em Lagos) e são subsidiados pelo Ministério da «Cultura»! Aqui está um exemplo da utilidade dos nossos impostos. E, como podem verificar, a «multidão» que assistiu não poupou aplausos.

Ver mais em http://vimeo.com/62237213#at=0




sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O «Instituto Militar do Colégio de Odivelas»,
ou fazer história?

João J. Brandão Ferreira

Com o título «Fazer história» escreveu a Secretária de Estado da Defesa (SED), Dr.ª Berta Cabral (BC), um patético artigo no DN do pretérito dia 2. Parto do princípio que foi ela a autora.

Nele congratulava-se com o facto de, supostamente ter-se extinto a «última limitação de género da república portuguesa (em minúsculas, como no original), por se permitir que as raparigas possam frequentar o Colégio Militar (CM) (faltam ainda os conventos, seminários e colégios privados, mas não vamos hoje por aí).

Tal deriva da grosseira idiotice governamental que, através de um despacho do MDN, encerra o Instituto de Odivelas (IO)[1] – essa sim, uma realização histórica notável – fazendo passar as suas alunas para um internato/externato a constituir no CM, descaracterizando por completo esta outra, mais do que bicentenária instituição educacional e revolucionária (no sentido do Bem) para a época. E que se mantém actual!

Será que lhe irão chamar o nome que faz parte do título?

A ignorância e desfaçatez destes políticos, não tem fundo.

Que diz a senhora?

Começa por enumerar a primeira vez que uma mulher foi médica em Portugal e quando puderam exercer advocacia; algumas mudanças no código civil; as primeiras moças militares, para acabar mencionando a dama que pela primeiramente foi nomeada SED (ela), ocorrida há quatro meses.

Convenhamos que confunde coisas: a lenta evolução da sociedade no que diz respeito ao acesso a profissões e à cidadania plena das mulheres – o que acarreta, em simultâneo, vantagens, inconvenientes e consequências – com a obrigatoriedade do ensino misto no CM, que não é mais do que uma regressão civilizacional!

E qualificar a sua nomeação para SED como um facto histórico é de elementar mau gosto, a começar por ser «juiz em causa própria».

Histórico porquê? O que o País ganha com isso? Era alguma causa importante? Bateu-se pelo lugar? Superou alguma oposição, questões legais, preconceitos, como arrostaram as protagonistas de alguns dos exemplos que referiu?

Ou foi simplesmente nomeada fruto de uma conveniência partidária, quiçá num processo de compensação por ter perdido as eleições nos Açores?

Antes de entrarmos na «regressão civilizacional» queremos lembrar à simpática SED que o facto de as mulheres terem tido acesso à profissão militar, sobretudo às especialidades directamente ligadas ao combate – o que além de escusado é algo anti-natura – não devia contribuir para qualquer entusiasmo da sua parte.

Então não se condenam as guerras e já não haverá homens suficientes a lutarem, que ainda se quer dar esse «privilégio» às mulheres?!

Refere as «extraordinárias enfermeiras paraquedistas, em 1961, que foram as primeiras a servir no Exército» (por acaso foi na Força Aérea – está a ver como serviu de pouco ter uma mulher como SED…).

Desconheço o seu grau de «feminista» (não confundir com «feminina»), mas presumo que não vai gostar do que vou dizer: é que no caso das «Marias» – como carinhosamente foram conhecidas – a sua principal razão de existência foi uma discriminação positiva (hoje chamar-lhe-iam sexista); isto porque fazia muito bem ao Moral de um ferido (e também aos que não estavam feridos) ter a seu lado o carinho e o jeito especial (maternal?) de uma mulher para o tratar. Era uma espécie de bálsamo.

Senão que diferença faria dos enfermeiros do género masculino?

E sabe porque correu tudo muito bem?

Porque era pontual e específico, foi tudo muito bem organizado e as enfermeiras foram formadas e mantidas no seio de uma das unidades mais capazes e disciplinadas que possuíamos.

Tudo ao contrário da precipitação, perfídia e mau instinto como toda a actual situação foi cozinhada!

Por acaso BC já terá ouvido falar de um «grandioso» projecto imobiliário/turístico, em estudo na Câmara de Odivelas, faz tempo, em que as instalações do IO são parte?

Vamos então analisar porque a afirmação que faz de que «as mulheres têm juridicamente os mesmos direitos do que os homens, mas não podiam, até agora, estudar no CM», é uma regressão civilizacional.

A falácia descortina-se a léguas e começa por representar uma diminuição de opções. Qual será o problema de haver separação de sexos, mutila? Ou o que se quer mutilar é a própria Instituição Militar?

As raparigas (menores) não poderem frequentar o CM em nada lhes tolhia os direitos. São opções distintas. Além disso as moças têm mil e um locais onde podem ter ensino misto e outras (poucas) onde podem optar por ensino só feminino.

Mesmo a educação militar que há no CM, também já há muito, foi extensiva ao IO.

Falácia também, porque era recíproco, isto é, os rapazes também não podiam frequentar o IO!

Mas, com o encerramento do IO – o que Deus não permita – o problema põe-se ao contrário: os rapazes já não podem matricular-se naquele colégio. Ficam discriminados…

Já agora, porque não defende, outrossim, que as camaratas sejam mistas? Ou até, que haja vagas obrigatórias para transexuais, bi, ou qualquer outro género «hermafrodita»? Será por serem menores?

Mas nesse caso porque é que o mesmo critério não se aplica ao género feminino e masculino?

Poupe-nos BC, se há o direito de haver escolas mistas porque não pode haver o mesmo direito para outras, que o não sejam?

Pelos vistos e à falta de mais argumentos (a não ser a falácia das contas, já por outros desmontada) o MDN – com a aparente demissão e, ou, conivência silenciosa e lamentável, das chefias militares – reduz tudo a uma questão de género!

Que indigência mental é esta que visa acabar com um colégio – do qual não se conhece passivo de qualquer espécie – cuja existência só é ultrapassada por 15 países que, para além de Portugal, têm a sua fundação ou independência anteriores ao CM?[2]

Com que direito, em nome de uma suposta modernidade, modas passageiras ou de igualdades espúrias[3], se quer destruir o património material, moral e espiritual da Nação Portuguesa, com um simples despacho, baseado em estudos de opereta?

Já repararam que estes políticos além de serem incapazes de resolver um, que seja, dos graves problemas que afectam o nosso país, ainda passam a vida a inventar problemas onde não os há?

Fazer História?

Doutora Berta Cabral faça um favor a si mesma: vá para casa, reflita um pouco e dedique-se a algo para que tenha jeito.


[1] Escola de excelência, de características únicas, fundada em 1900.

[2] Um na América, os EUA; quatro na Ásia, Japão, Irão, Nepal, e Tailândia e 10 na Europa, incluindo Andorra, Mónaco e São Marino. Dados fornecidos pelo ex-aluno n.º 134/1945, que não conheço, mas a quem tiro o chapéu.

[3] O Homem e a Mulher serão sempre diferentes em termos fisiológicos quer em sentimentos, e não há poder na Terra para mudar isto!





quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Professora primária faz vídeo pornográfico
na sala de aula

Pedro Rainho, Jornal i, 11 Setembro 2013

Agrupamento de escolas reúne-se hoje para discutir caso e encontrar soluções. Docente terá sido surpreendida por aluno durante gravação.

Uma professora do ensino primário do agrupamento de escolas de Mértola terá gravado vídeos de teor sexual na sala onde dá aulas a alunos entre os seis e os nove anos.


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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Putin sem papas na língua!

No dia 4 de Fevereiro de 2013, Vladimir Putin, o Presidente russo, falando à Duma (parlamento russo) fez o seguinte discurso sobre as situações de tensão que se dão com as minorias na Rússia:

Na Rússia vivem Russos. Qualquer minoria, seja ela donde for, que queira viver, trabalhar e comer na Rússia, deverá falar russo e deverá respeitar as leis russas. Se preferirem a lei sharia, então avisamo-los para irem para os países onde essa seja a lei estatal.

A Rússia não tem necessidade de minorias. As minorias é que necessitam da Rússia, e nós não lhes concederemos privilégios especiais, nem tencionamos mudar as nossas leis para ir ao encontro dos seus desejos, não importando quão alto gritarem «discriminação».

Será bom que aprendamos com os suicídios da América, Inglaterra, Holanda e França se quisermos sobreviver como nação. Os costumes e tradições russas não são compatíveis com a falta de cultura ou os modos primitivos da maior parte das minorias.

Quando este honorável corpo legislativo pensar em criar novas leis, deverá ter em mente em primeiro lugar os interesses nacionais, atendendo a que as minorias não são russas.

Os políticos na Duma  prestaram a Putin uma estrondosa ovação.





domingo, 8 de setembro de 2013

É prudente que os invertidos não sejam
dadores de sangue, assegura especialista



No meio da polémica pelo restabelecimento do veto às doações de sangue dos invertidos na Rússia, o Dr. José María Simón Castellví, presidente da Federação Internacional das Associações Médicas Católicas (FIAMC), referiu que «para o seu próprio bem e para o bem dos receptores de sangue, é prudente que não sejam dadores» os invertidos.

As autoridades governamentais da Rússia, que permitiram as doações de sangue por parte dos invertidos desde 2008, anunciaram recentemente que estão avaliando reverter esta decisão, depois de revelar que 65 por cento de infectados com o vírus da imunodeficiência humana (HIV) são invertidos.

O Dr. Simón Castellví explicou que «muitas pessoas não podem ser dadores de sangue por vários motivos: por anemia, menores de idade e por doenças diversas. Para o seu próprio bem e para o bem dos que recebem o sangue».


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