sábado, 31 de janeiro de 2015


A guerra do Islão


José António Saraiva, Jornal Sol, 26 de Janeiro de 2015

Depois dos atentados em Paris, o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, e a chanceler alemã, Angela Merkel, fizeram uma declaração solene: «A luta é contra o terrorismo, não é contra o Islão».

O pior inimigo dos muçulmanos que hoje vivem na Europa é a inacção dos Governos nacionais – permitindo uma liberdade de acção aos fundamentalistas que acaba por virar a opinião pública contra toda a comunidade islâmica

A intenção era óbvia: tentar precaver acções racistas contra os muçulmanos – e, ao mesmo tempo, acalmar os países islâmicos amigos.

Mas dizer isto é tentar tapar o sol com a peneira.

Porque este tipo de terrorismo é indissociável do Islão.

Os terrorismos não são todos iguais – e o terrorismo islâmico tem características próprias, sendo completamente diferente dos terrorismos que conhecemos na Europa.

As organizações terroristas europeias das últimas décadas – o Baader-Meinhof na Alemanha, as Brigadas Vermelhas em Itália, o Sinn Fein na Irlanda, a ETA no País Basco, as FP-25 em Portugal – actuavam geograficamente e tinham objectivos políticos concretos.

O terrorismo islâmico, pelo contrário, não é localizado geograficamente – está disseminado por todo o planeta – e não tem um objectivo político determinado – visa atingir a civilização Ocidental no seu conjunto.

Há quem, como Ana Gomes, tente explicar o terrorismo islâmico com base nas más condições de vida ou numa deficiente integração dos muçulmanos nos países de imigração.

Ora, dizer isto é não compreender o fenómeno.

Se as condições de vida produzissem terroristas, já teríamos visto muitos pobres em Portugal, atingidos pela austeridade, pegarem em metralhadoras e irem por aí fora a matar pessoas.

E se fosse pela deficiente integração, muitos africanos em Portugal já se teriam transformado em homens-bomba.

As condições de vida e o desenraizamento podem facilitar o recrutamento de operacionais, mas a raiz do terrorismo islâmico é outra.

E se fosse esta também não teria solução, pois a Europa não vai sair da crise tão cedo e a integração dos muçulmanos nas sociedades europeias nunca será completa...

Como se vê em França, na Bélgica, em Inglaterra ou na Alemanha, as populações de origem árabe, por exemplo, conservam em geral os seus hábitos de vida: comem a sua comida, vestem à sua maneira, professam a sua religião, lêem os seus jornais, vivem nos seus bairros.

E depois, em virtude de serem cada vez mais associados ao terrorismo, os muçulmanos são olhados com desconfiança pelo resto da população – o que agrava a segregação.

Perante um muçulmano, as pessoas hoje pensam: quem sabe se por detrás deste homem não se esconde um terrorista?

Ao contrário de outros terrorismos, o terrorismo islâmico é de natureza religiosa – embora haja dificuldade em aceitar esta ideia, porque a cartilha marxista, que continua a condicionar o pensamento de muita gente, contempla sobretudo as condições socio-económicas.

Mas basta olhar para a História para o perceber: a guerra entre o Islão e o Ocidente cristão vem de muito longe (e nós sabemos isso melhor do que ninguém, pois ajudámos a expulsar os «infiéis» da Península).

Sucede que, ao contrário do cristianismo, o islamismo conservou uma vertente fundamentalista e violenta, bem expressa nas atrocidades de Khomeyni, de Bin Laden ou do Estado Islâmico.

E o fundamentalismo não tem parado de crescer nos últimos tempos – conquistando cada vez mais terreno no Norte de África e multiplicando os atentados terroristas pelo mundo fora.

Neste momento, a Europa é um paraíso para os terroristas islâmicos, pela ausência de fronteiras nacionais, pela liberdade de movimentos, pela liberdade de propaganda, etc.

Em nenhuma parte do mundo existem tais condições.

Ora isto pode fazer do continente europeu, nos tempos que aí vêm, um palco privilegiado para os ataques terroristas.

Até porque aqui vivem 50 milhões de muçulmanos, possibilitando que eles se escondam com tremenda facilidade (procurar um muçulmano em certos países da Europa é como procurar agulha em palheiro) e oferecendo um campo de recrutamento  muito grande.

Enfrentar o terrorismo islâmico na Europa é uma tarefa ciclópica.

Mas há uma coisa a fazer antes de mais nada: abandonar os preconceitos ideológicos, os complexos de esquerda e os clichés – e aceitar pôr tudo em questão.

A recusa dos partidos do sistema em debater descomplexadamente a imigração, está a entregar à extrema-direita o monopólio do debate sobre este tema.

Ora, isso é perigosíssimo.

Os partidos centrais têm de ser mais activos e firmes no combate a este flagelo.

Não podem revelar a passividade e a inocência que têm demonstrado.

Como aceitar, por exemplo, que alguns imãs continuem a pregar livremente a violência e a recrutar  homens nas mesquitas de Paris ou Bruxelas para ataques terroristas?

Como admitir que em Londres haja municípios ostentando à entrada placas dizendo: «Está a entrar numa zona controlada pela sharia [lei islâmica]»?

É inadmissível.

Muitos europeus começam a estar cansados, com medo, aterrorizados mesmo – e, se os Governos não derem respostas concretas, o racismo anti-muçulmano na Europa pode ficar fora de controlo.

E os partidos da extrema-direita continuarão a crescer eleitoralmente e começarão a ganhar eleições.

O tempo urge.

O discurso politicamente correcto já deu o que tinha a dar e não convence ninguém.

Os próprios muçulmanos estão fartos dele, pois a sua vontade é que se comece a separar o trigo do joio, não pagando o justo pelo pecador.

O pior inimigo dos muçulmanos que hoje vivem na Europa é a inacção dos Governos nacionais – permitindo uma liberdade de acção aos fundamentalistas que acaba por virar a opinião pública contra toda a comunidade islâmica.





sexta-feira, 30 de janeiro de 2015


Bergoglio «crisma-se» (confirma-se)... (2)




O casal paraguaio Víctor e Stella Domínguez viajou para Roma de 22 a 24 de Janeiro para participar no Congresso internacional de movimentos, grupos e associações de família e vida, cujo tema foi «A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo», onde compartilharam a sua experiência na pastoral para divorciados em nova união.

O Congresso serve como preparação para a XIV Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos em Outubro de 2015, e foi organizado pelo Pontifício Conselho para a Família, que acolheu 80 movimentos e mais 300 peritos para falar sobre a pastoral familiar.





quinta-feira, 29 de janeiro de 2015


Laicos acusam o secretário do Sínodo

de semear a confusão (actualizado)



Juanjo Romero

La preparación del «Sínodo de la Familia» 2015 continúa. El Pontificio Consejo para la Familia convocó en Roma (22-24 de enero) a los responsables de los principales movimientos laicales para conocer la opinión sobre las 46 preguntas que serán el fundamento del «Instrumentum Laboris».

Se ha llevado con bastante discreción. Y no quiero pensar que no hayan transcendido las conclusiones porque el resultado no haya sido el esperado por la secretaría del Sínodo. En general el clima era de satisfacción por parte de los asistentes. Como cuenta el sacerdote Santiago Martín, fundador de los Franciscanos de María: «Laicos católicos: «rebajas, no gracias».

La práctica totalidad de los movimientos presentes en Roma está a favor de mantener la doctrina tradicional.

[…], el resultado no ha podido ser más claro y contundente. La práctica totalidad de los movimientos presentes en Roma, unos ochenta – entre los cuales los más significativos y numerosos – está a favor de mantener la doctrina tradicional. Todos quieren que se agilicen las nulidades matrimoniales, sin caer en el divorcio católico, y que se trate con el máximo amor a los divorciados para que no se sientan excluidos de la Iglesia, pero sin que eso suponga devaluar la Eucaristía y permitir que se pueda acceder a ella sin estar en gracia. La base ha dicho claramente: «Rebajas no, gracias».

Y es que los laicos tienen mucha más de esa parresía que pedía el Papa Francisco para el Sínodo, porque exceptuando un contado grupo de valientes cardenales, los demás, parecen figurantes.

Sin embargo, el cardenal Lorenzo Baldisseri, secretario del Sínodo, se quitó la careta ante algunos asistentes y:

  • defendió el derecho del Cardenal Kasper a afirmar que se debería permitir la Sagrada Comunión a los adúlteros («personas divorciadas que viven en uniones no reconocidas por la Iglesia»)
  • dijo que los asistentes no deberían «sorprenderse» porque haya teólogos que contradicen la enseñanza de la Iglesia
  • afirmó que los dogmas pueden evolucionar y que «no tendría ningún sentido la celebración de un Sínodo si fuéramos simplemente a repetir lo que siempre se había dicho»
  • y sugirió que «sólo porque una comprensión particular tuviese lugar hace 2.000 años, eso no significa que no pueda ser cuestionada».
La reacción no se hizo esperar. Patrick Buckley, el enviado internacional para la «Society for the Protection of Unborn Children», comentó:

«La enseñanza de la Iglesia sobre la indisolubilidad del matrimonio se funda en las palabras de Jesucristo. Estas palabras pueden haber sido dichas hace 2.000 años, pero para los católicos siguen siendo ni más ni menos que inmutables mandatos de Dios».

Maria Madise, directora de Voice of the Family, se une a la queja y relata los hechos con más detalle:

«El cardenal Baldisseri corrigió públicamente un delegado que protestó por los ataques a la enseñanza católica. Es notable que se negara a hacer lo mismo cuando la enseñanza de la Iglesia sobre la anticoncepción fue negada unos momentos después por un delegado diferente. La impresión que da es que el único pecado hoy es defender lo que la Iglesia siempre ha enseñado.

Todo parecía puesto en duda en esta conferencia, incluyendo preguntas ya claramente resueltas por el magisterio de la Iglesia. Tal discusión distrae de la tarea de encontrar soluciones reales a los problemas que enfrentan las familias reales. Apenas se habla de graves males como el aborto, la eutanasia y los ataques a los derechos de los padres. Estas son algunas de las cuestiones clave también omitidas en el informe final del 2014 sínodo. Las familias que sufren no son asistidas por los sofismas de los disidentes profesionales, ya sea clérigos o laicos».

Ya me perdonaréis pero me parece terrible y preocupante que el Sínodo no sea «para las familias», sino para «no repetir lo que siempre se había dicho», así. Tan terrible que prefiero no seguir comentando hoy la situación. Tan preocupante que sea el secretario del Sínodo lo esté dirigiendo en esa dirección.

Nos podemos esperar cualquier cosa. Ya dio muestras en «la primera parte» cuando, según la versión de periodistas aduladores, fue un ejercicio de «transparencia».

Transparencia que se manifestó en la decisión de no publicar los discursos/comunicados de los padres sinodales. Transparencia para muñir una «relatio intermedia» con tres puntos no respondían a lo hablado en el Sínodo, tal como relataron varios cardenales. Trasparencia que se manifestó en distribuir esa «relatio» antes a la prensa que a todos los padres sinodales, intentando presionar desde fuera. Como afirmó el cardenal Napier, daba igual que se pudiese corregir dentro de las sesiones, el mal ya no se podría controlar. Transparencia a la que se acogió para no publicar las conclusiones de los «círculos menores», a lo que fue obligado por la petición al Papa de varios cardenales.

El periodista Edward Pentin ha intentado ponerse en contacto con la «oficina» del cardenal Baldisseri, por si quiere matizar los hechos. Hasta la fecha, silencio. Transparencia.

De confirmarse todos estos extremos, y sabiendo lo que hizo hace unos meses, no puedo dejar de preocuparme por el documento de discusión del próximo Sínodo.

Voice of the Family anima a rezar por los frutos del Sínodo y los padres sinodales. Me pregunto cuántos de nosotros lo hacemos.





Actualización (16:30 PM) por Edward Pentin

El cardenal Baldisseri ha respondido a las informaciones de Voice of the Family diciendo que:

«las declaraciones a mí atribuidas por Voice of the Family no se corresponden con mi pensamiento. Probablemente, hablando en italiano, algunas frases podrían haber sido limitadas por la traducción simultánea. Por eso invito a leer el texto de mi discurso»

El discurso puede encontrarse aquí.

«Voice of the Family» ha respondido a la explicación del cardenal diciendo:

«Las declaraciones recogidas fueron hechas por el cardenal Badisseri en respuesta a una pregunta formulada después del discurso por un delegado preocupado, por lo tanto no se encuentran en el texto».

Sinceramente, espero que esto no sea otra kasperada, porque las acusaciones de Voice of the Family son graves.





Bergoglio «crisma-se» (confirma-se)... (1)






quarta-feira, 28 de janeiro de 2015


O casamento torna as pessoas mais felizes


Um novo estudo desenvolvido por investigadores da Universidade da Colômbia Britânica garante que os casados são mais felizes do que os solteiros.

Um novo estudo desenvolvido por Shawn Grover e John Helliwell, dois investigadores da universidade canadiana da Colômbia Britânica, garante que os casados são mais felizes do que os solteiros. Grover, um analista do Departamento de Finanças da universidade, e Helliwell, professor emérito na mesma instituição, analisaram os dados de três questionários diferentes, de modo a medirem o grau de satisfação de vários indivíduos, antes e depois do casamento.


A análise dos dados permitiu concluir que os indivíduos casados são pessoas «mais satisfeitas», o que sugere que o casamento tem «um efeito causal». Para além disso, aqueles que são mais felizes, são também aqueles que, de um modo geral, têm mais propensão para casar.De acordo com o estudo, os efeitos positivos podem ser maiores imediatamente após o casamento, mas isso não quer dizer que desapareçam ao longo dos anos. Com o passar do tempo, o nível de satisfação tem tendência a seguir um padrão em «U», começando a deteriorar-se no início da idade adulta e por volta dos 40 anos, antes de subir novamente. Nos solteiros, a forma do «U» é mais profunda do que na maioria dos casados. «Uma hipótese que pode explicar o porquê da forma em 'U' ser mais profunda para os solteiros do que para os casados, é o facto de o apoio prestado por um cônjuge ajudar a aliviar as tensões da meia-idade», explicaram os autores.

Por outro lado, os efeitos positivos do casamento são especialmente fortes em casais com uma relação muito próxima. «Os benefícios do casamento são, de um modo geral, duas vezes maiores para aqueles cujos cônjuges são também os melhores amigos», refere o estudo.





segunda-feira, 26 de janeiro de 2015


Belgistão, a capital islâmica da Europa


Dizem eles que é uma questão de tempo...

E depois há gente a defender o multiculturalismo!



https://www.youtube.com/watch?v=lT4tFVi683g




sábado, 24 de janeiro de 2015


Morreu o rei da Arábia Saudita,

promotor do terrorismo muçulmano


António Justo (extractos)

Morreu Abdullah, o rei da Arábia Saudita, o maior promotor do terrorismo islâmico sunita.


A Arábia Saudita financia o terrorismo internacional e a construção de mesquitas fora dos países islâmicos.

Na Arábia Saudita as mulheres só podem sair de casa na companhia de um homem, não podem conduzir e só podem estudar e casar com consentimento prévio. Desde 2001 já podem requerer um bilhete de identidade.

Pratica-se a tortura, o espancamento, o açoitamento, a privação do sono, a torção dos membros, choques electrostáticos, assim como a ameaça de mordidelas de animais; há execuções públicas como castigo normal para crimes como assassinato, adultério, sabotagem e apostasia.

Apesar destes crimes, o Ocidente é o grande aliado da Arábia Saudita.

A Arábia Saudita fomenta o wahhabismo (interpretação fundamentalista do islão) que produziu a Al-Qaeda e a ideologia do «Estado Islâmico».






Militantes anarquistas e LGBT

atacam católicos em cidades italianas


Bologna: violências, insultos, agressões.
A extrema-esquerda e a agenda LGBT parecem não ter outros argumentos

Luis Dufaur
Centenas de pessoas que se manifestavam em silêncio pela família foram agredidas verbal e fisicamente por militantes da agenda homossexual e agitadores anarquistas em diversas cidades da Itália noticiou a agência “LifeSiteNews”.

O facto repetiu-se nas cidades de Bolonha, Turim, Génova, Aosta e Rovereto. Os católicos manifestavam segundo o método dos «Sentinelle in Piedi» (sentinelas de pé), popularizado em França na onda das «Manif pour tous» contra o «casamento» homossexual e a agenda socialista pró-LGBT.

Estas manifestações aconteceram em 100 cidades italianas com a participação de 10 000 pessoas.

Em Rovereto, no Norte, apesar de a manifestação contar com a aprovação das autoridades, os partidários da agenda LGBT, após diversas provocações de tom anarquista, atacaram com socos e pontapés, mandando para o hospital o Pe. Matteo Graziola e uma rapariga não identificada.

«Sentinelle in Piedi» manifestam em silêncio pela família, em Cremona.
Em Bolonha, análogo ataque foi protagonizado pela organização nacional homossexual Arcigay, cujos membros insultaram, cuspiram, jogaram garrafas e lixo, inclusive com risco para as crianças presentes.

De modo incompreensível, a polícia afastou os manifestantes pacíficos pela família. Mas ela própria acabou por ser atacada pelos militantes LGBT, que romperam as barreiras.

Estes levavam bandeiras do Partido de Refundação Comunista e da Juventude Comunista.

Cenas semelhantes aconteceram em Turim e Aosta.

Em Génova, os activistas LGBT atacaram até com cães um grupo de «Sentinelas» que ouviam em silêncio a leitura de um livro na Piazza De Ferrari.

O acto, que fora convocado «pela família e pela liberdade de expressão», também foi perturbado com mímicas e palavreados de tipo erótico, insultos, gritos e bombas de gás.

O movimento dos «Sentinelas» não está ligado a nenhum partido ou organização e nasceu durante as manifestações de protesto contra um projecto de lei «anti-homofobia» de carácter repressivo e anticatólico.

Os «Sentinelas» «observam a sociedade» e «denunciam qualquer tentativa de destruir a humanidade e a civilização», manifestam-se silenciosamente de pé, e visam a «protecção da família natural baseada na união de um homem e uma mulher», explica o grupo.

Toni Brandi, um dos organizadores do movimento, contou que o movimento homossexual está ficando cada vez mais agressivo e lamentou que a polícia não tivesse protegido devidamente os manifestantes pacíficos contra a violência LGBT.

Brandi disse que a associação «Juristas pela Vida» prepara uma argumentação para o Ministério da Justiça.

«Eles ameaçam-nos, atacam-nos, nós não reagimos, somos obrigados a interromper a nossa manifestação, a polícia não intervém e nada faz durante os ataques»

«Mas imagine se por acaso um de nós fizesse mal a uma lésbica, seria imediatamente preso», disse Brandi.

«Sentinelle in Piedi» diante do famoso Pantheon, Roma
Brandi referiu as semelhanças com os anos 70, quando a esquerda promovia farras e os media lhes davam cobertura. Ele qualificou as provocações anarquistas, comunistas e homossexuais contra os «Sentinelas» de obra de «activistas profissionais».

«Pode ter a certeza de que se um de nós reagir será preso. Esses grupos são ricos, têm as costas bem quentes, sólidos suportes no governo, na União Europeia e no Conselho da Europa», acrescentou.

Porém, os «Sentinelas» não dão sinal de desistir. As provocações reforçam neles a certeza de que estão defendendo direitos realmente importantes para a família e a civilização, que a extrema-esquerda quer destruir.





sábado, 17 de janeiro de 2015


Tendência pró-vida continua:

73 clínicas de aborto foram fechadas

em 2014 nos Estados Unidos



O presidente da organização pró-vida norte-americana Operation Rescue (Operação Resgate), Troy Newman, assegurou que «continuamos a testemunhar a diminuição do cartel do aborto nos Estados Unidos», ao publicar um relatório que revelou que 73 clínicas de abortos fecharam as suas portas em 2014.

O encerramento destas clínicas continua juntamente com a tendência pró-vida no país. Desde 1991, quando existiam 2 176 clínicas de aborto nos Estados Unidos, 75 por cento fecharam.

Newman assegurou que «a única coisa que está a evitar o colapso total (das clínicas de aborto) são os mandatos judiciais que estão a bloquear que as várias leis estatais de protecção de segurança de abortos sejam aplicadas».

«Assim que essas leis saiam dos tribunais, esperamos ver ainda mais centros de aborto fechados».

Newman destacou que estas são grandes notícias para mulheres e bebés, porque «quando as clínicas de aborto fecham, há vidas salvas».

O relatório do Operation Rescue indicou que «no total, 73 centros de aborto fecharam total ou parcialmente. O número total de clínicas de aborto nos Estados Unidos é actualmente de 739».

«Desse total, 551 são centros de abortos cirúrgicos, enquanto que os restantes 188 são centros de abortos só de medicamento».

Para Newman, «não importa como se vejam os números, mostram que estamos ganhando».

«Há muito tempo que a verdade sobre os abusos do aborto e outros perigos se tornou pública, e são seguidos por novas leis que aumentam as protecções para as mulheres e os seus bebés, podemos esperar apenas que continue a diminuição do cartel do aborto até que se derrube por completo», assinalou.





quinta-feira, 15 de janeiro de 2015


Ser homem ou mulher está inscrito no DNA


Luis Jensen com a sua esposa Pilar Escudero

Luis Jensen, médico membro do Instituto das Famílias de Schoenstatt e do Centro de Bioética da Pontifícia Universidade Católica do Chile, revelou que a homossexualidade «jamais vai permitir o desenvolvimento pleno da satisfação da complementariedade».

No dia 10 de Dezembro deste ano, apresentou-se no Chile um projecto de lei do «Matrimónio Igualitário», que quer modificar a Lei do Matrimónio actual para permitir as uniões homossexuais.

O projecto de lei foi pensado e redigido pelo Movimento de Integração e Libertação Homossexual (Movilh), o mesmo que criou o conto «Nicolau tem dois pais».

Em declarações feitas ao Grupo ACI, Jensen referiu que «se eu acredito que na natureza tudo tem o mesmo valor, então a pessoa desaparece, porque a pessoa é o mais extraordinário, é distinta, é outra entidade diferente do resto das coisas naturais».

«O ser homem e mulher, que são as duas formas de ser pessoa, tem uma razão de ser, um porquê, um para quê, está inscrito no DNA. Se ignorar isso, está ignorando uma coisa que não é electiva, mas constitutiva», afirmou.

Luis Jensen explicou que «a pessoa que realmente necessita move-se para procurar o outro e enriquece-se com o outro. E nessa relação, descobre que o outro também tem necessidades. E para fazê-lo feliz, que é a essência do amor, dá o máximo de si próprio como dom, como presente ao outro. Essa é a dinâmica do amor, a dinâmica do dom, da gratuidade».

Entretanto, advertiu o perito, as relações que se estabelecem hoje «não têm como base a complementariedade».

Jensen sustenta que «estas relações (homossexuais) ficam na reciprocidade: em que eu te dou e tu me dás, que é na verdade um intercâmbio comercial, funcional, estrutural, mas não da natureza da pessoa. Onde está a gratuidade? Já não é a dinâmica do amor mas a dinâmica da organização, do intercâmbio, da comercialização».

Para o médico, a polaridade homem-mulher tem a sua causa na «unidade do homem e da mulher porque são capazes de complementar-se em todos os campos».

«Isso jamais vai acontecer na homossexualidade, por muita imitação que façam, por muita intenção, boa vontade ou amor pessoal que tenham, não acontece. Por isso mesmo, acredito que hoje querem tirar o conceito da complementariedade do vocabulário e ficar com o da reciprocidade».

Para Jensen, actualmente procura-se «reduzir o tema do essencial do ser humano a róis: Há um rol feminino e um rol masculino, um rol paternal e um rol maternal, e já não se responde ao que é a natureza masculina e feminina».

«Tomou-se o mundo social como referência e não o mundo pessoal», criticou, denunciando que agora «os modelos constroem-se na base como se organizou socialmente o homem e não na base do que é o homem».





terça-feira, 13 de janeiro de 2015


Espanha pede à ONU território português


Nuno Escobar de Lima

A Espanha apresentou à Organização das Nações Unidas (ONU) um proposta para acrescentar quase 300 mil quilómetros quadrados ao seu território marítimo. Um plano que inclui o território português das Ilhas Selvagens – visitadas por Cavaco Silva em Julho de 2013 e que administrativamente pertencem a uma freguesia da Madeira – e uma aérea também reivindicada num semelhante pedido português de expansão territorial.

Diz este gajo que é amigo de Portugal!
Dizem uns palermas de cá que o gajo é amigo de Portugal!

«É a maior ampliação de soberania desde Cristóvão Colombo», disse ao El País Luis Somoza Losada, líder da equipa espanhola encarregada de redigir o plano apresentado à ONU a 17 de Dezembro. Madrid, à semelhança do que havia sido feito por Portugal em 2009, aproveita assim a norma da ONU sobre os Direitos do Mar para ampliar a sua zona económica exclusiva de 200 para 350 milhas desde as fronteiras terrestres.

Segundo o diário espanhol, são cerca de 10 mil os quilómetros quadrados incluídos no plano que também são reclamados por Portugal. Parte deles, as Ilhas Selvagens, já fazem parte do território português, mas o novo plano espanhol abre uma nova disputa, na zona marítima situada a Oeste da Madeira.

O responsável pelo plano espanhol antecipa que o problema será resolvido com negociações bilaterais, que poderão levar à divisão dos territórios disputados. Previsão semelhante à de uma investigadora portuguesa do Centro de Estudos Jurídicos Económicos e Ambientais citada no mesmo artigo do El País.

Os espanhóis assumem ainda que o plano tem como objectivo a «exploração dos recursos naturais» das áreas pretendidas. Somoza Losada diz que a existência de gás na região é certa, faltando saber se é «rentável extrai-lo». «Também pode haver petróleo», diz o coordenador de uma equipa de sete civis e seis militares formada pelo Governo espanhol para desenvolver o plano.





domingo, 11 de janeiro de 2015


New York Times não publicou cartoons

do Charlie Hebdo por serem «insultuosos»



O New York Times, que não publicou qualquer cartoon do Charlie Hebdo, fez primeira página com a foto do momento em que um dos terroristas mata a sangue frio um agente policial que está caído no chão e de mãos no ar

O director de um dos jornais de maior circulação no mundo explica a decisão de não ter publicado qualquer caricatura do Charlie Hebdo no dia seguinte ao atentado que matou 12 pessoas.

«Temos um princípio: há uma diferença entre o insulto gratuito e a sátira. A maior parte dos desenhos [do Charlie Hebdo] são insultuosos». Foi por isso que, afirmou Dean Baquet, director executivo do The New York Times (NYT), um dos maiores jornais do mundo não publicou hoje qualquer cartoon do jornal atacado por islamitas.

A decisão não foi fácil, admite o próprio na edição online do NYT, questionado pela provedora do leitor Margaret Sullivan. Baquet afirma que começou o dia de ontem convencido de que iria publicar os cartoons «por causa da sua relevância noticiosa e como forma de solidariedade para com os jornalistas mortos no atentado, bem como pelo direito à liberdade de expressão». Mas ao longo do dia tendo «ouvido muitas opiniões», chegou mesmo «a mudar de ideias duas vezes».

Concluiu que deveria tomar a decisão sozinho. «Até que ponto o valor noticioso ultrapassa os nossos 'standards'?», perguntou-se. Se tal acontecesse, o jornal publicaria sempre «as imagens mais incendiárias», o que considera inaceitável.

Assim, e por entender que os cartoons do Charlie Hebdo são mais insultuosos do que satíricos, optou por não publicar nenhum.

O NYT não foi o único jornal norte-americano que se recusou a reproduzir os desenhos que alguns islâmicos consideram heréticos. Os cartoons estiveram também ausentes das páginas de notícias do The Washington Post, da CNN ou da Associated Press, por exemplo.





sábado, 10 de janeiro de 2015

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015


A rapina dos bancos agrava-se em 2015

Custo mínimo de conta à ordem
passa para 61,8 €


Economia e Finanças

O ano de 2015 trará uma novidade bancária: a conta-base. Se tem várias contas à ordem em vários bancos e não tem por hábito realizar regularmente operações de levantamento de dinheiro ao balcão fique a saber que o seu custo mínimo de conta à ordem passa para 61,8 € em 2015, subindo de um valor que poderá hoje corresponder a zero ou à anuidade do cartão de débito que possa ter associado à conta. Segundo uma análise do Jornal de Negócios a que tivemos acesso, o custo com o cartão de débito nos bancos nacionais andará entre os cerca de 8 € e os 15 €.

O que está em causa é adopção por parte dos bancos da adopção da recomendação do Banco de Portugal, publicada em Março de 2014, na qual se define uma conta-base que, entre outras características padronizadas, deve deixar de diferenciar as comissões de manutenção de acordo com os saldos médios em conta substituindo essa lógica por uma comissão fixa e um pacote de serviços comparáveis.

Para já esta conta-base e o seu preçário associado será implementada em breve pela Caixa Geral de Depósitos e pelo Crédito Agrícola (pelo menos) podendo em breve, caso o governo converta a recomendação em obrigação, ser alargado a todos os bancos.

O que vai acontecer, na prática, com a conta-base?

Na prática o que vai acontecer é que independentemente dos saldos médios, as contas terão um custo mensal associado de 5,15 € (os tais 61,8 € de que falamos no título e que já incluem o respectivo imposto de selo). Esta conta-base com este custo inclui o seguinte pacote de serviços, sugerido pelo Banco de Portugal, a saber:

  • Serviços relativos à constituição, manutenção, gestão e titularidade de conta de depósito à ordem;
  • Titularidade de um cartão de débito por cada titular da conta;
  • Acesso à movimentação da conta através de caixas automáticas, serviço de homebanking e balcões da instituição de crédito;
  • Operações incluídas: depósitos, levantamentos, pagamentos de bens e serviços, débitos directos e transferências intrabancárias nacionais (que poderão não ser gratuitas em alguns casos);
  • Os levantamentos realizados em qualquer dos balcões da instituição de crédito podem ser limitados ao número de três levantamentos no decurso do mesmo mês.
As isenções desaparecem todas?

Depende, é possível que os bancos estabeleçam que o envolvimento a nível de outros produtos determine isenções a esta comissão. Por exemplo, a Caixa Geral de Depósitos que já está a avisar os seus clientes do novo preçário que entra em vigor a 5 de Janeiro define uma hipótese de isenção:

Segundo a CGD ficam isentas:

Contas de depósitos à ordem com aplicações associadas(*), independentemente do montante das mesmas em cada conta, desde que pelo menos um dos titulares tenha Património Financeiro(*) com saldo médio mensal igual ou superior a € 3.500 no somatório dessas contas. Ficam, portanto, excluídas apenas para efeito deste critério de isenção de património financeiro as contas DO que não tenham aplicações associadas.

(*) depósitos a prazo, depósitos de poupança, depósitos classificados como produtos financeiros complexos, obrigações emitidas pela Caixa, fundos geridos por empresa do Grupo Caixa e seguros financeiros, contratados na rede Caixa.

Quem fica mais beneficiado/penalizado com a conta-base?

Os clientes não isentos no regime actual que tenham saldos médios elevados nas contas, provavelmente serão os principais prejudicados caso não consigam atingir as novas condições de isenção que os seus bancos possam eventualmente criar. Poderão inclusive ter um incentivo para encerrar as contas e concentrar as suas operações caso tenha contas dispersas.

Entre os principais beneficiados estarão os que não estavam isentos e/ou os que procediam habitualmente a levantamentos frequentes ao bancão que eram pagos. Agora passam a poder efectuar três levantamentos mensais gratuitos o que pode representar uma poupança significativa.

O que recomendamos?

Recomendamos que esteja atento às alterações dos preçários do banco ou bancos onde tenha contas à ordem sem condições especiais (como acontece com as contas-ordenado) pois poderá ter uma surpresa desagradável em termos de custos. Confirme junto do seu banco se tem uma conta com condições especiais (ser conta ordenado é garantia suficiente para evitar estas comissões?) e actue de acordo com as indicações que receber. Será sempre mais aconselhável actuar preventivamente do que reagir a um custo surpresa que lhe seja debitado da conta.

Por outro lado recomendamos considerar se não lhe será mais útil e económico migrar para uma conta de serviços mínimos bancários, um tipo de conta que continuará a existir e que terá um custo máximo anual equivalente a 1% do salário mínimo nacional, ou seja, de 5,05 € em 2015 garantindo os seguintes serviços:
  • abertura e manutenção de uma conta de depósito à ordem – a conta de serviços mínimos bancários;
  • disponibilização de um cartão de débito para movimentação da conta;
  • acesso à movimentação da conta de serviços mínimos bancários através de caixas automáticos, serviço de homebanking e balcões da instituição de crédito; e
  • realização de depósitos, levantamentos, pagamentos de bens e serviços, débitos directos e transferências intrabancárias nacionais a partir da conta de serviços mínimos bancários.