segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Misericórdia

Nuno Serras Pereira

Algum tempo depois de, como filho pródigo, ter regressado à Igreja, isto é a Jesus Cristo total, Cabeça e corpo, para usar uma expressão de Santo Agostinho, comecei a ler o jornal L’ Osservatore Romano na sua totalidade – Pontificava então o Papa Paulo VI. Este hábito de ler tudo o que promanava dos Santos Padres tem-se mantido até aos dias de hoje. Provavelmente aqueles que não estão a par das coisas eclesiais não saberão que isto significa que li e meditei muitos milhares, mas mesmo muitos, de páginas. Já não tenho grande memória de Paulo VI, mas no que diz respeito a João Paulo II e a Bento XVI posso testemunhar que os seus pontificados foram marcados essencialmente pelo Amor/Misericórdia. Não me refiro somente à Encíclica de João Paulo II sobre Deus rico em Misericórdia (tema que está presente em todos os seus documentos e talvez de um modo mais marcante na Veritatis Splendor, na Evangelium Vitae e na Redemptoris Missio) ou às de Bento XVI sobre a Caridade/Amor/Misericórdia. Mas esses luminosos Pontificados foram marcados por uma proximidade, um abeiramento samaratiano de cada pessoa humana, desde o seu início até ao seu termo. Se há verdade que o mundo e a Igreja têm escutado até à saturação, que ninguém desconheça dentro e fora da Igreja, a não ser os recém-nascidos, é que Deus é Misericórdia. Não há homilia que o omita, nem catequese que só disso fale, nem artigo de opinião ou entrevista radiofónica ou televisiva a católicos, Cardeais, Bispos, sacerdotes ou leigos que nisso não insista. Isso é muito claro, por exemplo, quando conversando com pessoas que se dirigem a uma «clínica» ou «maternidade» ou hospital para abortarem dizem que não faz mal nenhum matarem a seus filhos, porque Deus é misericordioso e perdoa: «não faz mal», asseguram com um sorriso. É mesmo em nome da Misericórdia que catequistas ensinam as suas crianças sobre a bondade do aborto, da contracepção, da homossexualidade e do «casamento» entre pessoas do mesmo sexo; e também sacerdotes, até no confessionário, aconselham essas coisas, tudo em nome da Misericórdia. Um ministro da Comunhão, só para dar um exemplo, obrigou a sua filha abortar e, apesar de isto ser público e notório, tanto o pároco como o Bispo acharam, em nome da misericórdia, por bem que ele continuasse a distribuir a Sagrada Comunhão. A mesma misericórdia serve ainda de justificação aos políticos que se intitulam católicos, votarem favoravelmente a eutanásia, o aborto, o casamento «gay»; e de pretexto a Bispos e Cardeais de lhes darem entusiasticamente a Sagrada Comunhão e de os convidarem, como exemplos, para palestrarem ao povo de Deus. Essa pastoral, da «misericórdia» e do «amor» vazios de conteúdo, conhecemo-la aqui na Europa há muitos anos e os seus resultados estão à vista – não podiam ser mais devastadores.
Evidentemente que nem S. João Paulo II nem Bento XVI são responsáveis por estes abusos, pelo contrário. Mas não me venham dizer que somente agora é que a Igreja anunciará a Misericórdia de Deus e o amor de Jesus como Salvador como contexto para tudo o mais. Porque afirmar isso é uma falsidade infame. Se há ícone da Misericórdia que ficará como eminente na história da Igreja esse será sem margem para dúvida o Papa João Paulo II. Já nos esquecemos dos milhões de pessoas que ele converteu ou aproximou da Igreja e de Deus, das multidões inumeráveis que se abeiraram da confissão sacramental, etc., etc.? Mas este mesmo Papa que estendeu a devoção da Divina Misericórdia (Santa Faustina) e proclamou o Domingo depois do da Páscoa como Domingo da Misericórdia (e Deus veio buscá-lo nessa solenidade para o levar para junto de si) percebeu muito bem que não se podia somente insistir nessa tecla mas que era preciso dar-lhe um conteúdo substancial e aí tinha, nos dias de hoje, uma proeminência vital o aborto e eutanásia (Evangelium vitae – defesa da vida nos seus momentos mais vulneráveis), os ataques à família (Familiaris consortio; carta às famílias; direitos da família) e a contracepção (Teologia do corpo – como comentário à Humanae vitae). As vítimas, os feridos, mutilados, desfeitos, estilhaçados por essas violências brutais – nos dias de hoje perante a avalanche imensa de estudos e dados empíricos, é impossível ignorá-los – são infinitamente maiores do que as vítimas das guerras horrorosas, a que todos nos opomos. E, no entanto, ninguém, nem mesmo eu!, na Igreja quer ou pede que se insista somente nesses assuntos – de onde terá surgido ideia tão insólita e abstrusa? O que espanta nos dias de hoje é o silêncio sepulcral sobre eles ou raridade (se tivermos em conta os documentos da Santa Sé e dos Episcopados o aborto, o «casamento» gay e a contracepção muito provavelmente não representarão sequer 0,1 por cento dos assuntos tratados) com que são abordados e a insistência em outros pontos que também são morais e também «vêm depois»: a guerra e a paz, a pobreza, os refugiados, os imigrantes, os doentes, etc. (assuntos aliás de que todo o mundo fala com consenso universal).

Todos os anos se celebra o dia mundial da Paz acompanhado de oração em todas as Igrejas do mundo, com homilias, palestras, conferências; há sempre uma longa mensagem dos Santos Padres amplamente difundida não só pelos órgãos da Igreja mas também pelos grandes média e pela internet – blogues, redes sociais, etc. O tema costuma reaparecer diversas vezes ao longo do ano quer no Angelus do Santo Padre, quer nas suas Catequeses, quer nas Dioceses, quer nas orações universais das Missas de Domingo, quer no terço diário rezado nos grandes Santuários Marianos. E de vez em quando os Papas convocam vigílias de oração não só em Roma como por todo o mundo, congregando centenas de milhares de pessoas, só na praça de S. Pedro, e ali estão 3 ou 4 horas em oração. Todos os anos há o dia das migrações e a respectiva mensagem e as peregrinações e se for preciso um Papa deitando uma coroa de flores aos mares por causa das centenas de vítimas de traficantes sem escrúpulos. E há ainda o dia dos doentes, também com uma mensagem papal e com preces nas Igrejas por todo o orbe (que aliás acontecem praticamente todos os dias nas Missas e na Liturgia das Horas e nos Terços desfiados nos Santuários Marianos). Nas audiências os enfermos são abençoados, acariciados, abraçados; em todas as viagens apostólicas os Papas sempre se querem encontrar com eles e dirigir-lhes uma palavra, confortá-los. E podíamos continuar dando mais exemplos da solicitude materna da Igreja pela grande maioria dos já nascidos.

Creio que não passará pela cabeça de ninguém (talvez tenha ocorrido a Nietzsche, mas não se trata de uma cabeça propriamente recomendável) dizer que se trata de uma obsessão e que a Igreja não pode estar sempre a insistir no mesmo. Ora a verdade, como é patente a todos, é que as pessoas na sua etapa embrionária e nascitura não têm, repito, não têm um ínfimo da atenção, solicitude e diligência por parte da Igreja que todos estes outros. O Santo Padre num Angelus referiu, e muitíssimo bem, que tinha ficado com o coração ferido ao ver na TV os mil e tal mortos, entre os quais muitas crianças, num ataque na Síria. Mas não lhe sangra, e se sangra não poderá dizê-lo também?, os mais de mil mortos num só dia trucidados em Itália e em França? Porque não depositar uma coroa de flores e celebrar Missa à porta de um Hospital ou de uma clínica onde se dizimam bebés – é impopular, não é? Mas estou em que é de toda a justiça. Porque não convocar um dia de jejum e oração universal pelos 50 milhões de pessoas abortadas anualmente (falo só dos cirúrgicos)? Por que não receber sobreviventes de abortos falhados e falar disso? e mulheres que abortaram e que publicamente dizem do seu arrependimento? e matadores em série de embriões e nascituros que foram convertidos pelos obcecados fanáticos? e os predadores homossexuais que foram curados? e os casais desfeitos por causa da contracepção que em virtude da aprendizagem dos «métodos» naturais reencontraram o amor e o equilíbrio? e os estilhaçados por «tratamentos artificiais» que para conseguirem ter filhos mataram uma data deles e não tiveram sucesso vindo depois a encontra-lo na Napro technology? Os cristãos que se têm empenhado nesta missão evangélica são misericordiosos, tomam a seu cargo as pessoas, acompanhando-as como o bom samaritano que lava, limpa, unge, levanta o seu próximo com pureza evangélica sabendo que Deus é maior que qualquer pecado. Pela Graça de Deus são capazes aquecer os corações das pessoas, de caminhar na noite com elas, de dialogar de descer às suas noites, nas suas trevas, sem perder-se. Não se limitam a acolher e receber as pessoas mas procuram novos caminhos saindo de si mesmos e indo ao encontro de quem abandonou a Igreja, ou nunca a frequentou ou lhe é indiferente ou mesmo hostil E fazem-no com grande audácia e coragem.

Porque é que se pode falar, como uma insistência desusada em tantos outras questões morais tais como mundanidade, carreirismo, maledicência, cobiça, etc., e não nas outras? Qual o contexto?
Os Papas João Paulo II e Bento XVI que celebraram com grandes festejos, incendiando os corações no amor a Jesus Cristo, os encontros mundiais da juventude sempre consideraram que havia o contexto adequado para falar do aborto, da defesa da vida. Hoje, pelos vistos, nega-se, apesar dos pedidos dos jovens e casais, o que parecia adquirido e vem-se a público lamentar a discordância e acoimá-la de obsessão. Isto sim, é uma novidade. Que se anuncie primeiro Cristo e o Seu Amor não o é, sempre foi assim, e se alguém nos quiser persuadir do contrário teremos de lhe dizer com toda a reverência que anda muito enganado. E lembrar-lhe que muitos, muitíssimos por o fazerem são presos, escorraçados, vilipendiados, agredidos e presos.

Para terminar, convirá atender a que importa muito ter em conta as circunstâncias. Quando Hitler se propunha a invadir a Inglaterra seria totalmente absurdo que os cristãos aliados desembarcassem na Normandia de sorriso rasgado e olhar afectuoso conclamando amigos e irmãos, Cristo ama-vos muito e é o vosso Salvador. Se assim tivesse sido o mundo hoje seria nazi.

Também quando Portugal esteve preste a ser dominado inteiramente pelo comunismo, depois do 25 de Abril, o que nos valeu foi um Cardeal, chamado Karol Woityla (futuro João Paulo II), que em Roma teve uma conversa longa, com o então Bispo de Aveiro e ciente do perigo terrível em que estávamos convenceu o prelado português de que só nos poderíamos salvar se a Igreja saísse à rua liderando o povo. Essas manifestações encabeçadas em quase todas as dioceses por Bispos não saíram propriamente com um rosto amável proclamando animadamente Jesus ama vos. O verdadeiro amor misericordioso exigiu carrancas e urros que contivessem os portadores da ideologia intrinsecamente perversa. À honra e glória de Cristo. Ámen.

S. João Paulo II, rogai por nós.





sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O gabinete de Passos Coelho


Chefe de gabinete
Francisco Ribeiro de Menezes
46 anos                                  4.592,43 €

Assessor
Carlos Henrique Pinheiro Chaves
60 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Pedro Afonso A. Amaral e Almeida
38 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Paulo João L. Rêgo Vizeu Pinheiro
48 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Rudolfo Manuel Trigoso Rebelo
48 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Rui Carlos Baptista Ferreira
47 anos                                  3.653,81 €

Assessora
Eva Maria Dias de Brito Cabral
54 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Miguel Ferreira Morgado
37 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Carlos A. Sá Carneiro Malheiro
38 anos                                  3.653,81 €

Assessora
Marta Maria N. Pereira de Sousa
34 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Bruno V. de Castro Ramos Maçães
37 anos                                  3.653,81 €

Adjunta
Mafalda Gama Lopes Roque Martins
35 anos                                  3.287,08 €

Adjunto
Carlos Alberto Raheb Lopes Pires
38 anos                                  3.287,08 €

Adjunto
João Carlos A. Rego Montenegro
34 anos                                  3.287,08 €

Adjunta
Cristina Maria Cerqueira Pucarinho
46 anos                                  3.287,08 €

Adjunta
Paula Cristina Cordeiro Pereira
41 anos                                  3.287,08 €

Adjunto
Vasco Lourenço C. P. Goulart Ávila
47 anos                                  3.287,08 €

Adjunta
Carla Sofia Botelho Lucas
28 anos                                  3.287,08 €

Técnico especialista
Bernardo Maria S. Matos Amaral
38 anos                                  3.287,08 € 

Técnica especialista
Teresa Paula Vicente de Figueiredo Duarte
44 anos                                  3.653,81 €

Técnica especialista
Elsa Maria da Palma Francisco
40 anos                                  3.653,81 €

Técnica especialista
Maria Teresa Goulão de Matos Ferreira
49 anos                                  3.653,81 €

Secretária pessoal
Maria Helena Conceição Santos Alves
54 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Inês Rute Carvalho Araújo
46 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Ana Clara S. Oliveira
38 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria de Fátima M. L. Hipólito Samouqueiro
47 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria Dulce Leal Gonçalves
52 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria M. Brak-Lamy Paiva Raposo
59 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Margarida Maria A. A. Silva Neves Ferro
53 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria Conceição C. N. Leite Pinto
51 anos                                   1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria Fernanda T. C. Peleias de Carvalho
45 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria Rosa E. Ramalhete Silva Bailão
58 anos                                  1.882,76 €

Coordenadora
Luísa Maria Ferreira Guerreiro
48 anos                                  1.506,20 €

Técnico administrativo
Alberto do Nascimento Cabral
59 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Ana Paula Costa Oliveira da Silva
42 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Elisa Maria Almeida Guedes
47 anos                                  1.500,00 €

Técnica administrativa
Isaura Conceição A. Lopes de Sousa
59 anos                                  1.506,20 €

Técnico administrativo
José Manuel Perú Éfe
60 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Liliana de Brito
50 anos                                  1.500,00 €

Técnica administrativa
Maria de Lourdes Gonçalves Ferreira Alves
61 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Maria Fernanda Esteves Ferreira
57 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Maria Fernanda da Piedade Vieira
61 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Maria Umbelina Gregório Fernandes Barroso
47 anos                                  1.500,00 €

Técnica administrativa
Zulmira Jesus G. Simão Santos Velosa
47 anos                                  1.506,20 €

Técnico administrativo
Artur Vieira Gomes
53 anos                                  1.600,15 €

Técnica administrativa
Benilde Rodrigues Loureiro da Silva
58 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Fernando Manuel da Silva
68 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Francisco José Madaleno Coradinho
45 anos                                  1.472,82 €

Apoio auxiliar
Joaquim Carlos da Silva Batista
57 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
José Augusto Morais
51 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria Lurdes da Silva Barbosa Pinto
58 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria de Lurdes Camilo Silva
65 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria Júlia R. Gonçalves Ribeiro
58 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria Natália Figueiredo
64 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria Rosa de Jesus Gonçalves
58 anos                                     975,52 €

Motorista
António Francisco Guerra
52 anos                                  1.848,53 €

Motorista
António Augusto Nunes Meireles
61 anos                                  2.028,28 €

Motorista
António José Pereira
48 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Arnaldo de Oliveira Ferreira
49 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Jaime Manuel Valadas Matias
52 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Jorge Henrique S. Teixeira Cunha
52 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Jorge Martins Morais
46 anos                                  1.848,53 €

Motorista
José Hermínio Frutuoso
53 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Nuno Miguel R. Martins Cardoso
37 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Paulo Jorge Pinheiro da Cruz Barra
40 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Rui Miguel Pedro da Silva Machado
42 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Vitor Manuel G Marques Ferreira
42 anos                                  1.848,53 €


Total/Mês                          149.486,76 €


RESUMO
1   – Chefe de gabinete
10 – Assessores
7   – Adjuntos
4   – Técnicos especialistas
10 – Secretárias pessoais
1   – Coordenadora
13 – Técnicos administrativos
9   – Apoio auxiliar
12 – Motoristas




                                       

Cai um símbolo invertido?

Austin Ruse

A ONU e outros responsáveis por políticas públicas notaram que os pais de Matthew Shepard tornaram-se os principais porta-vozes dos direitos dos invertidos no mundo inteiro.

Eles apareceram na ONU e recentemente fizeram também uma tournée em várias capitais da Europa com o patrocínio do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que fizeram dos direitos LBGT o foco prioritário da política externa americana.

Matthew Shepard era um jovem que foi brutalmente assassinado em Outubro de 1998. Quase que a atenção do mundo inteiro se voltou imediatamente para a especulação de que os assassinos de Shepard o torturaram e mataram por ódio de ele ser invertido. Os assassinos amarraram-no a uma cerca nos arredores da cidade de Laramie, Wyoming, e a sua morte foi comparada à crucificação de Jesus Cristo.


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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Para ti, que és um amante
da língua portuguesa!


Sabe o que é tautologia? É o termo usado para definir um dos vícios, e erros, mais comuns de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.O exemplo clássico é o famoso ' subir para cima ' ou o ' descer para baixo ' . Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:

há anos atrás  –  professores catedráticos a falar assim!


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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A nossa liberdade


Paulo Chagas, General da Reserva do Exército do Brasil

Liberdade para quê? Liberdade para quem?

Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?

Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?

Falam de uma «noite» que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!

Fala-se muito em liberdade!

Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!

domingo, 22 de setembro de 2013

2 princípios + 4 objectivos
do novo Ministro dos Assuntos Sociais
da Austrália



As suas propostas baseiam-se em  dois princípios:

  • Primeiro, as políticas públicas devem proteger e promover o casamento e a família,
  • e, em segundo lugar, sempre que possível, as políticas públicas devem actuar através das organizações familiares e da comunidade, em vez de as substituir.

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sábado, 21 de setembro de 2013

Que referências morais da escola
«democrática»?

Heduíno Gomes

(A propósito da professora porno de Mértola e dos seus chefes muito «compreensivos»)

Antigamente, ser professora – e professor – constituía uma referência moral. Com a chamada «democratização do ensino», na escola tudo foi «democratizado» e lá se vai a referência...

Alguns professores e professoras perderam a compostura e daí também a sua autoridade moral. Vestuário chunga, despudor chunga (passo o pleonasmo), cabeleira chunga, linguagem chunga, higiene chunga, postura chunga, «educação sexual» chunga. E ainda, por vezes, com umas passas à mistura.

Contou-me uma professora normal  – que ainda há – duma escola secundária que, certa vez, lhe chegaram ao pé uns alunos já matulões a pedir-lhe que dissesse à stôra de educação física que não andasse pela escola vestida daquela maneira... Eles lá sabiam porquê. E a stôra certamente também sabia porque andava assim.

Que exemplo darão tais mestres aos seus alunos? Que ordem moral e disciplinar poderão impor?

Neste ambiente «democraticamente» permitido e permissivo, quando as próprias chefias, logo a partir do Ministério, são liberais, relativistas, militantes «do género» e sem referências morais, os professores normais nada podem fazer. Os professores normais sentem-se marginalizados, botas-de-elástico, impotentes... e desmobilizados!

Agora veio a público o caso de uma professora do agrupamento de escolas de Mértola que faria filmes porno para vender, utilizando mesmo a sala de aula nos intervalos, o que teria proporcionado a um aluno assistir a uma parte do espectáculo. A confirmar-se este caso, não é a primeira vez que uma professora tem comportamentos incompatíveis com a qualidade de educadora.

Mas a gravidade de comportamento não está apenas na professora. Pior ainda é o comportamento dos seus superiores do agrupamento escolar. Segundo a imprensa, a direcção da escola começou por referir-se ao assunto como sendo da «vida privada» da professora. Vida privada depravada de uma educadora pública? Então exige-se moral às figuras públicas políticas e depois tolera-se a bandalheira às figuras públicas da educação de crianças? E com a agravante da sujeita utilizar a sala de aula da escola como estúdio de Hollywood?

É grave a pornografia, e mais grave se praticada por um agente da educação, e mais grave ainda se realizada no interior de uma escola. Mas este episódio pontual  não nos deve fazer esquecer a origem da bandalheira: a juntar à permissividade do liberalismo temos a chamada «educação sexual» pro-invertidos imposta pelo lobby corruptor instalado no Ministério da Educação (e televisões), que procura conduzir rapazes e raparigas ao amoralismo, à libertinagem e à homossexualidade. Tais dirigentes da educação nunca poderão tratar devidamente os casos pontuais porque estes têm origem precisamente no ambiente de permissividade e militância antivalores vindos de cima – e bem de cima.

Partindo do princípio de que, quanto maior a responsabilidade, maior é a culpa, cabe perguntar até que ponto vai a badalhoquice destes responsáveis nacionais, regionais e locais pela educação das nossas crianças.

Como mais uma vez se vê, urge proceder a uma limpeza séria nas estruturas do sistema de ensino – dos professores chungas e dos quadros chungas do Ministério da Educação – e repor a decência nesta nobre actividade que é a educação.  Certamente não serão governantes cobardes, oportunistas e permissivos que o farão.





sexta-feira, 20 de setembro de 2013

D. Ilídio Leandro apoia a petição europeia
«Um de Nós», contra destruição
de embriões humanos


O bispo de Viseu manifestou o seu apoio à petição europeia «Um de Nós», pelo fim do financiamento de acções que destruam embriões humanos, para «dar voz a quem queira gritar pelo valor, respeito e defesa da vida».

Com esta subscrição, Portugal «mostrará inequivocamente que está interessado em valorizar a Cultura da Vida», refere D. Ilídio Leandro na circular que está a entregar pessoalmente a cada arcipreste, para que ele seja o dinamizador da iniciativa na sua área de influência.

O prelado pede a mobilização de sacerdotes e fiéis para a participação na campanha, recordando que está previsto que o 6 de Outubro seja o Dia Nacional de Recolha de Assinaturas para a Petição.





quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Irmandade Muçulmana transformou
igreja protestante em mesquita

A Irmandade Muçulmana transformou em mesquita uma igreja evangélica na região de Monshaat Baddini, Província de Samalout, (Minya, Alto Egito). Segundo fontes locais, «os islâmicos removeram todos os objectos sacros, quadros, ícones e recitaram uma oração especial para consagrar o prédio a Alá. No muro principal da igreja foi escrito «mesquita dos mártires» e «não existe outro Deus senão Alá».
O pastor da comunidade protestante local, Menassa Nesseim, contou à MCN (Agência de notícias cristãs egípcia) que «desde o dia do assalto islamita contra os cristãos, ninguém havia conseguido entrar no prédio», e denunciou «a inércia das autoridades que aceitaram o facto com indiferença: nem a polícia, nem as forças armadas inspecionaram a igreja para desalojar os ocupantes abusivos e restituir o edifício à comunidade protestante. Os militantes colocaram os seus homens de guarda no complexo e os cristãos tem medo de se aproximar».





quarta-feira, 18 de setembro de 2013

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Vaticano investiga ex-núncio acusado
de abusos


Arcebispo Joseph Wesolowski ex-núncio
na República Dominicana
O director da Sala de Imprensa da Santa Sé reafirmou o compromisso do Vaticano para prosseguir com as investigações no caso do ex-núncio na República Dominicana, o Arcebispo Joseph Wesolowski.

O sacerdote fez estas declarações logo depois da difusão de uma reportagem onde um adolescente narrou uma série de detalhes dos abusos que ele e outro rapaz sofreram por parte do Arcebispo Wesolowski.

O ex-núncio foi destituído do seu cargo no último dia 21 de Agosto, depois das acusações que pesavam sobre ele e que levaram o Vaticano e a procuradoria da República Dominicana a iniciarem uma investigação sobre o caso.

Em 5 de Setembro, os bispos dominicanos convocaram uma conferência de imprensa em que expressaram o seu total apoio às investigações que as autoridades locais estão realizando sobre este caso.

Nesse dia também pediram perdão pelo caso do ex-núncio e de outros sacerdotes. Num texto assinado pelo Arcebispo de Santo Domingo e Presidente do Episcopado Dominicano, Cardeal Nicolás de Jesus López Rodríguez, manifestaram o desejo de «purificar a Igreja, tirando do ministério aqueles que o exercem indignamente e não merecem ser chamados sacerdotes».

Esta purificação, indica o texto, deve dar-se com «a colaboração dos autênticos sacerdotes, que são a maioria, e da comunidade eclesial».

O Cardeal solicitou também à justiça dominicana actuar com «firmeza» e «clarividência» ao investigar as denúncias.





domingo, 15 de setembro de 2013

«Cultura»

Estes «artistas» constituíram a Associação Cultural Casa Branca (Sede em Lagos) e são subsidiados pelo Ministério da «Cultura»! Aqui está um exemplo da utilidade dos nossos impostos. E, como podem verificar, a «multidão» que assistiu não poupou aplausos.

Ver mais em http://vimeo.com/62237213#at=0