sábado, 21 de setembro de 2013

Que referências morais da escola
«democrática»?

Heduíno Gomes

(A propósito da professora porno de Mértola e dos seus chefes muito «compreensivos»)

Antigamente, ser professora – e professor – constituía uma referência moral. Com a chamada «democratização do ensino», na escola tudo foi «democratizado» e lá se vai a referência...

Alguns professores e professoras perderam a compostura e daí também a sua autoridade moral. Vestuário chunga, despudor chunga (passo o pleonasmo), cabeleira chunga, linguagem chunga, higiene chunga, postura chunga, «educação sexual» chunga. E ainda, por vezes, com umas passas à mistura.

Contou-me uma professora normal  – que ainda há – duma escola secundária que, certa vez, lhe chegaram ao pé uns alunos já matulões a pedir-lhe que dissesse à stôra de educação física que não andasse pela escola vestida daquela maneira... Eles lá sabiam porquê. E a stôra certamente também sabia porque andava assim.

Que exemplo darão tais mestres aos seus alunos? Que ordem moral e disciplinar poderão impor?

Neste ambiente «democraticamente» permitido e permissivo, quando as próprias chefias, logo a partir do Ministério, são liberais, relativistas, militantes «do género» e sem referências morais, os professores normais nada podem fazer. Os professores normais sentem-se marginalizados, botas-de-elástico, impotentes... e desmobilizados!

Agora veio a público o caso de uma professora do agrupamento de escolas de Mértola que faria filmes porno para vender, utilizando mesmo a sala de aula nos intervalos, o que teria proporcionado a um aluno assistir a uma parte do espectáculo. A confirmar-se este caso, não é a primeira vez que uma professora tem comportamentos incompatíveis com a qualidade de educadora.

Mas a gravidade de comportamento não está apenas na professora. Pior ainda é o comportamento dos seus superiores do agrupamento escolar. Segundo a imprensa, a direcção da escola começou por referir-se ao assunto como sendo da «vida privada» da professora. Vida privada depravada de uma educadora pública? Então exige-se moral às figuras públicas políticas e depois tolera-se a bandalheira às figuras públicas da educação de crianças? E com a agravante da sujeita utilizar a sala de aula da escola como estúdio de Hollywood?

É grave a pornografia, e mais grave se praticada por um agente da educação, e mais grave ainda se realizada no interior de uma escola. Mas este episódio pontual  não nos deve fazer esquecer a origem da bandalheira: a juntar à permissividade do liberalismo temos a chamada «educação sexual» pro-invertidos imposta pelo lobby corruptor instalado no Ministério da Educação (e televisões), que procura conduzir rapazes e raparigas ao amoralismo, à libertinagem e à homossexualidade. Tais dirigentes da educação nunca poderão tratar devidamente os casos pontuais porque estes têm origem precisamente no ambiente de permissividade e militância antivalores vindos de cima – e bem de cima.

Partindo do princípio de que, quanto maior a responsabilidade, maior é a culpa, cabe perguntar até que ponto vai a badalhoquice destes responsáveis nacionais, regionais e locais pela educação das nossas crianças.

Como mais uma vez se vê, urge proceder a uma limpeza séria nas estruturas do sistema de ensino – dos professores chungas e dos quadros chungas do Ministério da Educação – e repor a decência nesta nobre actividade que é a educação.  Certamente não serão governantes cobardes, oportunistas e permissivos que o farão.





sexta-feira, 20 de setembro de 2013

D. Ilídio Leandro apoia a petição europeia
«Um de Nós», contra destruição
de embriões humanos


O bispo de Viseu manifestou o seu apoio à petição europeia «Um de Nós», pelo fim do financiamento de acções que destruam embriões humanos, para «dar voz a quem queira gritar pelo valor, respeito e defesa da vida».

Com esta subscrição, Portugal «mostrará inequivocamente que está interessado em valorizar a Cultura da Vida», refere D. Ilídio Leandro na circular que está a entregar pessoalmente a cada arcipreste, para que ele seja o dinamizador da iniciativa na sua área de influência.

O prelado pede a mobilização de sacerdotes e fiéis para a participação na campanha, recordando que está previsto que o 6 de Outubro seja o Dia Nacional de Recolha de Assinaturas para a Petição.





quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Irmandade Muçulmana transformou
igreja protestante em mesquita

A Irmandade Muçulmana transformou em mesquita uma igreja evangélica na região de Monshaat Baddini, Província de Samalout, (Minya, Alto Egito). Segundo fontes locais, «os islâmicos removeram todos os objectos sacros, quadros, ícones e recitaram uma oração especial para consagrar o prédio a Alá. No muro principal da igreja foi escrito «mesquita dos mártires» e «não existe outro Deus senão Alá».
O pastor da comunidade protestante local, Menassa Nesseim, contou à MCN (Agência de notícias cristãs egípcia) que «desde o dia do assalto islamita contra os cristãos, ninguém havia conseguido entrar no prédio», e denunciou «a inércia das autoridades que aceitaram o facto com indiferença: nem a polícia, nem as forças armadas inspecionaram a igreja para desalojar os ocupantes abusivos e restituir o edifício à comunidade protestante. Os militantes colocaram os seus homens de guarda no complexo e os cristãos tem medo de se aproximar».





quarta-feira, 18 de setembro de 2013

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Vaticano investiga ex-núncio acusado
de abusos


Arcebispo Joseph Wesolowski ex-núncio
na República Dominicana
O director da Sala de Imprensa da Santa Sé reafirmou o compromisso do Vaticano para prosseguir com as investigações no caso do ex-núncio na República Dominicana, o Arcebispo Joseph Wesolowski.

O sacerdote fez estas declarações logo depois da difusão de uma reportagem onde um adolescente narrou uma série de detalhes dos abusos que ele e outro rapaz sofreram por parte do Arcebispo Wesolowski.

O ex-núncio foi destituído do seu cargo no último dia 21 de Agosto, depois das acusações que pesavam sobre ele e que levaram o Vaticano e a procuradoria da República Dominicana a iniciarem uma investigação sobre o caso.

Em 5 de Setembro, os bispos dominicanos convocaram uma conferência de imprensa em que expressaram o seu total apoio às investigações que as autoridades locais estão realizando sobre este caso.

Nesse dia também pediram perdão pelo caso do ex-núncio e de outros sacerdotes. Num texto assinado pelo Arcebispo de Santo Domingo e Presidente do Episcopado Dominicano, Cardeal Nicolás de Jesus López Rodríguez, manifestaram o desejo de «purificar a Igreja, tirando do ministério aqueles que o exercem indignamente e não merecem ser chamados sacerdotes».

Esta purificação, indica o texto, deve dar-se com «a colaboração dos autênticos sacerdotes, que são a maioria, e da comunidade eclesial».

O Cardeal solicitou também à justiça dominicana actuar com «firmeza» e «clarividência» ao investigar as denúncias.





domingo, 15 de setembro de 2013

«Cultura»

Estes «artistas» constituíram a Associação Cultural Casa Branca (Sede em Lagos) e são subsidiados pelo Ministério da «Cultura»! Aqui está um exemplo da utilidade dos nossos impostos. E, como podem verificar, a «multidão» que assistiu não poupou aplausos.

Ver mais em http://vimeo.com/62237213#at=0




sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O «Instituto Militar do Colégio de Odivelas»,
ou fazer história?

João J. Brandão Ferreira

Com o título «Fazer história» escreveu a Secretária de Estado da Defesa (SED), Dr.ª Berta Cabral (BC), um patético artigo no DN do pretérito dia 2. Parto do princípio que foi ela a autora.

Nele congratulava-se com o facto de, supostamente ter-se extinto a «última limitação de género da república portuguesa (em minúsculas, como no original), por se permitir que as raparigas possam frequentar o Colégio Militar (CM) (faltam ainda os conventos, seminários e colégios privados, mas não vamos hoje por aí).

Tal deriva da grosseira idiotice governamental que, através de um despacho do MDN, encerra o Instituto de Odivelas (IO)[1] – essa sim, uma realização histórica notável – fazendo passar as suas alunas para um internato/externato a constituir no CM, descaracterizando por completo esta outra, mais do que bicentenária instituição educacional e revolucionária (no sentido do Bem) para a época. E que se mantém actual!

Será que lhe irão chamar o nome que faz parte do título?

A ignorância e desfaçatez destes políticos, não tem fundo.

Que diz a senhora?

Começa por enumerar a primeira vez que uma mulher foi médica em Portugal e quando puderam exercer advocacia; algumas mudanças no código civil; as primeiras moças militares, para acabar mencionando a dama que pela primeiramente foi nomeada SED (ela), ocorrida há quatro meses.

Convenhamos que confunde coisas: a lenta evolução da sociedade no que diz respeito ao acesso a profissões e à cidadania plena das mulheres – o que acarreta, em simultâneo, vantagens, inconvenientes e consequências – com a obrigatoriedade do ensino misto no CM, que não é mais do que uma regressão civilizacional!

E qualificar a sua nomeação para SED como um facto histórico é de elementar mau gosto, a começar por ser «juiz em causa própria».

Histórico porquê? O que o País ganha com isso? Era alguma causa importante? Bateu-se pelo lugar? Superou alguma oposição, questões legais, preconceitos, como arrostaram as protagonistas de alguns dos exemplos que referiu?

Ou foi simplesmente nomeada fruto de uma conveniência partidária, quiçá num processo de compensação por ter perdido as eleições nos Açores?

Antes de entrarmos na «regressão civilizacional» queremos lembrar à simpática SED que o facto de as mulheres terem tido acesso à profissão militar, sobretudo às especialidades directamente ligadas ao combate – o que além de escusado é algo anti-natura – não devia contribuir para qualquer entusiasmo da sua parte.

Então não se condenam as guerras e já não haverá homens suficientes a lutarem, que ainda se quer dar esse «privilégio» às mulheres?!

Refere as «extraordinárias enfermeiras paraquedistas, em 1961, que foram as primeiras a servir no Exército» (por acaso foi na Força Aérea – está a ver como serviu de pouco ter uma mulher como SED…).

Desconheço o seu grau de «feminista» (não confundir com «feminina»), mas presumo que não vai gostar do que vou dizer: é que no caso das «Marias» – como carinhosamente foram conhecidas – a sua principal razão de existência foi uma discriminação positiva (hoje chamar-lhe-iam sexista); isto porque fazia muito bem ao Moral de um ferido (e também aos que não estavam feridos) ter a seu lado o carinho e o jeito especial (maternal?) de uma mulher para o tratar. Era uma espécie de bálsamo.

Senão que diferença faria dos enfermeiros do género masculino?

E sabe porque correu tudo muito bem?

Porque era pontual e específico, foi tudo muito bem organizado e as enfermeiras foram formadas e mantidas no seio de uma das unidades mais capazes e disciplinadas que possuíamos.

Tudo ao contrário da precipitação, perfídia e mau instinto como toda a actual situação foi cozinhada!

Por acaso BC já terá ouvido falar de um «grandioso» projecto imobiliário/turístico, em estudo na Câmara de Odivelas, faz tempo, em que as instalações do IO são parte?

Vamos então analisar porque a afirmação que faz de que «as mulheres têm juridicamente os mesmos direitos do que os homens, mas não podiam, até agora, estudar no CM», é uma regressão civilizacional.

A falácia descortina-se a léguas e começa por representar uma diminuição de opções. Qual será o problema de haver separação de sexos, mutila? Ou o que se quer mutilar é a própria Instituição Militar?

As raparigas (menores) não poderem frequentar o CM em nada lhes tolhia os direitos. São opções distintas. Além disso as moças têm mil e um locais onde podem ter ensino misto e outras (poucas) onde podem optar por ensino só feminino.

Mesmo a educação militar que há no CM, também já há muito, foi extensiva ao IO.

Falácia também, porque era recíproco, isto é, os rapazes também não podiam frequentar o IO!

Mas, com o encerramento do IO – o que Deus não permita – o problema põe-se ao contrário: os rapazes já não podem matricular-se naquele colégio. Ficam discriminados…

Já agora, porque não defende, outrossim, que as camaratas sejam mistas? Ou até, que haja vagas obrigatórias para transexuais, bi, ou qualquer outro género «hermafrodita»? Será por serem menores?

Mas nesse caso porque é que o mesmo critério não se aplica ao género feminino e masculino?

Poupe-nos BC, se há o direito de haver escolas mistas porque não pode haver o mesmo direito para outras, que o não sejam?

Pelos vistos e à falta de mais argumentos (a não ser a falácia das contas, já por outros desmontada) o MDN – com a aparente demissão e, ou, conivência silenciosa e lamentável, das chefias militares – reduz tudo a uma questão de género!

Que indigência mental é esta que visa acabar com um colégio – do qual não se conhece passivo de qualquer espécie – cuja existência só é ultrapassada por 15 países que, para além de Portugal, têm a sua fundação ou independência anteriores ao CM?[2]

Com que direito, em nome de uma suposta modernidade, modas passageiras ou de igualdades espúrias[3], se quer destruir o património material, moral e espiritual da Nação Portuguesa, com um simples despacho, baseado em estudos de opereta?

Já repararam que estes políticos além de serem incapazes de resolver um, que seja, dos graves problemas que afectam o nosso país, ainda passam a vida a inventar problemas onde não os há?

Fazer História?

Doutora Berta Cabral faça um favor a si mesma: vá para casa, reflita um pouco e dedique-se a algo para que tenha jeito.


[1] Escola de excelência, de características únicas, fundada em 1900.

[2] Um na América, os EUA; quatro na Ásia, Japão, Irão, Nepal, e Tailândia e 10 na Europa, incluindo Andorra, Mónaco e São Marino. Dados fornecidos pelo ex-aluno n.º 134/1945, que não conheço, mas a quem tiro o chapéu.

[3] O Homem e a Mulher serão sempre diferentes em termos fisiológicos quer em sentimentos, e não há poder na Terra para mudar isto!





quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Professora primária faz vídeo pornográfico
na sala de aula

Pedro Rainho, Jornal i, 11 Setembro 2013

Agrupamento de escolas reúne-se hoje para discutir caso e encontrar soluções. Docente terá sido surpreendida por aluno durante gravação.

Uma professora do ensino primário do agrupamento de escolas de Mértola terá gravado vídeos de teor sexual na sala onde dá aulas a alunos entre os seis e os nove anos.


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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Putin sem papas na língua!

No dia 4 de Fevereiro de 2013, Vladimir Putin, o Presidente russo, falando à Duma (parlamento russo) fez o seguinte discurso sobre as situações de tensão que se dão com as minorias na Rússia:

Na Rússia vivem Russos. Qualquer minoria, seja ela donde for, que queira viver, trabalhar e comer na Rússia, deverá falar russo e deverá respeitar as leis russas. Se preferirem a lei sharia, então avisamo-los para irem para os países onde essa seja a lei estatal.

A Rússia não tem necessidade de minorias. As minorias é que necessitam da Rússia, e nós não lhes concederemos privilégios especiais, nem tencionamos mudar as nossas leis para ir ao encontro dos seus desejos, não importando quão alto gritarem «discriminação».

Será bom que aprendamos com os suicídios da América, Inglaterra, Holanda e França se quisermos sobreviver como nação. Os costumes e tradições russas não são compatíveis com a falta de cultura ou os modos primitivos da maior parte das minorias.

Quando este honorável corpo legislativo pensar em criar novas leis, deverá ter em mente em primeiro lugar os interesses nacionais, atendendo a que as minorias não são russas.

Os políticos na Duma  prestaram a Putin uma estrondosa ovação.





domingo, 8 de setembro de 2013

É prudente que os invertidos não sejam
dadores de sangue, assegura especialista



No meio da polémica pelo restabelecimento do veto às doações de sangue dos invertidos na Rússia, o Dr. José María Simón Castellví, presidente da Federação Internacional das Associações Médicas Católicas (FIAMC), referiu que «para o seu próprio bem e para o bem dos receptores de sangue, é prudente que não sejam dadores» os invertidos.

As autoridades governamentais da Rússia, que permitiram as doações de sangue por parte dos invertidos desde 2008, anunciaram recentemente que estão avaliando reverter esta decisão, depois de revelar que 65 por cento de infectados com o vírus da imunodeficiência humana (HIV) são invertidos.

O Dr. Simón Castellví explicou que «muitas pessoas não podem ser dadores de sangue por vários motivos: por anemia, menores de idade e por doenças diversas. Para o seu próprio bem e para o bem dos que recebem o sangue».


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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Afinal, quem é que defende a Civilização?

Heduíno Gomes

A defesa da Civilização não é novidade na literatura política portuguesa. Contudo, por pressão ideológica da esquerda, principalmente daquela esquerda mais badalhoca, a anarco-liberal, tornou-se politicamente incorrecta. Civilização? Valores morais? Regras entre as pessoas? Religião? Isso é tudo reaccionário! Isso é voltar ao antigamente, ao fascismo (???)!

Nos anos 90 do século XX, apesar do ambiente ideológico adverso, a revista Lusitânia Expresso acentuou a defesa do conceito de Civilização. Mas não tardou que alguns dos próprios inimigos da Civilização passassem a recuperar a palavra adulterando o conceito. Passaram então a adoptar a linguagem da «civilização», dos «avanços» e «conquistas civilizacionais», enquanto designavam com isso precisamente retrocessos civilizacionais, fenómenos bárbaros, contra o ser humano e a natureza.

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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

No que dão certas militâncias católicas...

Luís Lemos

Vejamos o caso da agência noticiosa católica ACI. A ACI Digital é o serviço de notícias em Português do grupo ACI, encabeçado pela agência ACI Prensa. ACI Prensa foi originalmente fundada com o nome de Agência Católica de Informações (ACI) e o seu escritório central encontra-se em Lima, no Peru, como associação sem fins lucrativos vinculada à Igreja Católica.

A ACI Prensa foi fundada em 13 de Março de 1980 pelo missionário comboniano alemão Adalberto María Mohn (+1987), que estabeleceu um directório composto por leigos católicos e em 1987 nomeou como seu director Alejandro Bermúdez Rosell, licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade de Lima, e actualmente o director da agência ACI Prensa.

Transcrevemos a primeira parte de um despacho, que comentamos a vermelho, para que se veja como vão certos sectores da Igreja.



Defensor da liberdade religiosa denunciou a destruição de uma milenária Igreja Copta no Egipto

ROMA, 27 Ago. 13 (ACI/EWTN Noticias). – Samuel Tadros, investigador do Centro para a Liberdade Religiosa do Instituto Hudson, e autor de «Pátria perdida: A busca egípcia e copta pela modernidade», denunciou a destruição da igreja copta da Virgem Maria em Delga, Egipto, um templo com aproximadamente 1600 anos considerado um monumento à sobrevivência.

A repressão militar aos simpatizantes de Mohamed Mursi, indicou Tadros, desencadeou «uma onda de ataques contra Igrejas, como não se via há séculos». [Portanto a culpa não é dos selvagens mas da repressão militar sobre os selvagens. Bem me parecia... ]

Pelo menos cinquenta igrejas, entre elas a da Virgem Maria, foram queimadas e destruidas no Egipto.

No lugar da igreja da Virgem Maria, os manifestantes colocaram um aviso: «A mesquita dos mártires». [Os mártires são os selvagens. E os que combatem os selvagens são os bárbaros. Bem me parecia... ]





quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Bode expiatório

Paulo MoraisCorreio da Manhã, 13.11.2012

A fúria que muitos sentem relativamente à chanceler alemã Angela Merkel é compreensível. Mas não foi Angela Merkel a responsável pelo estado a que chegámos, pela crise em que nos mergulharam, pelo enorme endividamento das famílias ou pelos esquemas de corrupção que exauriram as contas públicas. Foi Cavaco Silva, e não Merkel, que enquanto primeiro-ministro permitiu o desbaratar de fundos europeus em obras faraónicas e inúteis, desde piscinas e pavilhões desportivos sem utentes, ao desnecessário Centro Cultural de Belém.

Foi o seu ministro Ferreira do Amaral que hipotecou o estado no negócio da Ponte Vasco da Gama.

Foi António Guterres, e não Merkel, que decidiu esbanjar centenas de milhões de euros na construção de dez estádios de futebol. Foi também no seu tempo que se construiu o Parque das Nações, o negócio imobiliário mais ruinoso para o estado em toda a história de Portugal.

Foi mais tarde, já com Durão Barroso e o seu ministro da defesa Paulo Portas, que ocorreu o caso de corrupção na compra de submarinos a uma empresa alemã. E enquanto no país de Merkel os corruptores estão presos, por cá nada acontece.

Mas o descalabro maior ainda estava para chegar.

Os mandatos de José Sócrates ficarão para a história como aqueles em que os socialistas entregaram os principais negócios de estado ao grande capital. Concederam-se privilégios sem fim à EDP e aos seus parceiros das energias renováveis; celebraram-se os mais ruinosos contractos de parceria público-privada, com todos os lucros garantidos aos concessionários, correndo o estado todos os riscos. O seu ministro Teixeira dos Santos nacionalizou e assumiu todos os prejuízos do BPN.

Finalmente, chegou Passos Coelho, que prometeu não aumentar impostos nem tocar nos subsídios, mas quando assumiu o poder, fez exactamente o contrário. Também não é Merkel a culpada dessa incoerência, nem tão pouco é responsável pelos disparates de Vítor Gaspar, que não pára de subir taxas de imposto. A colecta diminui, a dívida pública cresce, a economia soçobra.

A raiva face aos dirigentes políticos deve ser dirigida a outros que não à chanceler alemã. Aliás, os que fazem de Angela Merkel o bode expiatório dos nossos problemas estão implicitamente a amnistiar os verdadeiros culpados.





quarta-feira, 21 de agosto de 2013

75.º Aniversário do Grupo
dos Amigos de Olivença

O Grupo dos Amigos de Olivença, sociedade patriótica, comemorou em 15 de Agosto o seu 75.º aniversário.

Com efeito, foi em 1938 que um grupo de três distintos e abnegados portugueses – Ventura Ledesma Abrantes, Francisco de Sousa Lamy e Amadeu Rodrigues Pires –, inconformados com a ocupação de Olivença por Espanha e alimentados pelo espírito irredentista da restauração da soberania portuguesa sobre o território de Olivença, decidiu fundar esta Associação.

Ao longo destes 75 anos, pugnado e defendendo activamente a reintegração da Vila de Olivença e seu termo no Território Nacional, do qual foi apartada à força pela Espanha em 1801, a acção do Grupo dos Amigos de Olivença sustenta-se naquela que tem sido a posição repetidamente afirmada e nunca desmentida pelo Estado Português de que «Olivença é território português».

O Grupo dos Amigos de Olivença reitera hoje, com a legitimidade que lhe conferem estes 75 anos de esforços pela retrocessão de Olivença, tudo quanto esteve na base da sua fundação e manterá uma vigilância atenta e permanente sobre as relações diplomáticas, políticas e económicas entre Portugal e Espanha, de modo a intervir com pertinência e oportunidade em defesa dos interesses duradouros da Nação Portuguesa, afirmando com denodo e determinação os nossos direitos e reivindicando a satisfação de compromissos nunca cumpridos por parte do Estado Espanhol.

O Grupo dos Amigos de Olivença reafirma publicamente a sua determinação em continuar com o seu combate em vista da recuperação do território Oliventino, legítima reivindicação de Portugal, animado com um cada vez maior apoio junto dos políticos e da opinião pública portuguesas, e sem esquecer a corajosa população oliventina que, tendo ao longo destes 200 anos, tem defendido e preservado a sua língua e tradições portuguesas, hoje reivindica o reencontro de Olivença com a sua Pátria.

A insistência do Grupo dos Amigos de Olivença não esmorece pois nos assiste-lhe a Razão, a História, a Moral e o Direito. Neste nosso esforço conta com a vontade comum de contribuir para o fortalecimento da patriótica missão do Grupo dos Amigos de Olivença.

Grupo dos Amigos de Olivença





terça-feira, 20 de agosto de 2013

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Uma colecção de aldrabices
de Passos Coelho


«Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução.»

«Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar o futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa.»


«Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias.»


«Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou.»

«Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas.»

«O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa.»

«Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos.»

«Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos.»

«Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos.»

«Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado.»

«Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal.»

«O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando.»

«Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa.»

«Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas.»

«Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português.»

«A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento.»

«A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos.»

«Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota.»

«O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento.»

«Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate.»

«Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?»

Conta de Twitter de Passos Coelho (@passoscoelho), iniciada a 6 de Março de 2010.

Os tuites aqui transcritos foram publicados entre Março de 2010 e Junho de 2011





segunda-feira, 12 de agosto de 2013

O humanismo de gulag
de Cavaco & associados

Heduíno Gomes

A propósito do falecimento de Urbano Tavares Rodrigues, Cavaco emitiu uma nota em que destaca  o «profundo humanismo» deste membro do PCP, que foi até ao fim dos seus dias apoiante deste partido do gulag (campos de trabalhos forçados soviéticos) e do holodomor (genocídio pela fome de 10 milhões de ucranianos em 1933). Calcule-se, Cavaco não diz apenas humanismo, este é «profundo» !!!


Também o Primeiro-Ministro e o Secretário de Estado da Cultura emitiram notas com poucas vergonhas dos mesmo quilate.

São assim os nossos dirigentes nacionais: hipócritas ou idiotas úteis (escolham!), sem coerência, sem princípios, sem decência, sem critérios morais e políticos nas suas opinices. Swap-democratas, swaplistas, profundo-humanistas e outras espécies, todos lado a lado, todos sentados à mesma mesa do sistema abrilista – sem o qual de facto não seriam ninguém na vida.

Mapa dos campos de concentração soviéticos (GULAG).











Posto de vigia dos campos de concentração.














Soljenitsin no gulag.




















Deportações em massa para o gulag.













Soldado armado a conduzir deportados.

















O Governo soviético, em 1932-1933, confiscou a totalidade
das colheitas na Ucrânia, provocando a fome e a morte.
















No total, foram exterminados 10 milhões de ucranianos.













As imagens do «profundo humanismo» são claras.














Hitler teve professor «profundamente humanista».
















Qualquer pessoa honesta, mesmo que temporariamente enganada,
reconhecerá a verdade da História.
Urbano Tavares Rodrigues não conhecia isto?