sábado, 27 de julho de 2013
As estações de televisão
que deveriam ser encerradas
Luís
Lemos
De vez
em quando, assistimos a verdadeiras campanhas contra a Civilização por parte
das estações de televisão. Ora é o aborto, ora é a eutanásia, ora é o
feminismo, ora é a retórica dos invertidos, ora é ora é a pornografia, ora é
destruição dos laços da família, ora é a libertinagem dos jovens... ora é tudo
junto e em permanência. Pobre Santa Clara, padroeira da televisão!
Desta
vez, em especial, a porcaria é da TVI, em campanha a favor da eutanásia, muito
humanazinha a ensinar formas de suicídio sem sofrimento...
Se
houvesse em Portugal um verdadeiro governo, a coisa seria de outra maneira. A
estações destas, que apenas contribuem para a destruição de tudo e todos,
deveriam ser retiradas as concessões de actividade. Pura e simplesmente.
E depois os Balsemões e castelhanos debochados que fossem ganhar dinheiro
para outra freguesia.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Câmara de Aveiro cobra taxa
para efectuar colheitas de sangue
em unidade móvel
Adasca
Nos últimos tempos, Aveiro tem sido notícia na
imprensa de expressão nacional pelas piores razões.
A Câmara Municipal de Aveiro, que não vai ter qualquer
despesa com a campanha de recolha de sangue de verão, nem sequer no
fornecimento da corrente eléctrica uma vez que é oferecida por estabelecimento
comercial existente no local, cobrou 150 euros por ocupação da via pública pelo
carro de recolha de sangue!
Não basta o ministério da saúde fazer dos dadores de
sangue sola de sapato, desrespeitando-os com frequência, senão agora sofrerem
na pele mais esta investida de cobradores de impostos.
A campanha correu sério risco de não se realizar no
local previsto, mas o problema foi resolvido graças a um donativo.
![]() |
| Digitalização da prova de pagamento |
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Saiba quem são «elas» e «eles»
Eis os «representantes do povo» que votaram a favor da adopção de crianças por invertidos.
Deputados do CDS-PP que se abstiveram na votação do Projecto de Lei: (3)
1. João Rebelo
2. Michael Seufert
3. Teresa Caeiro
Deputados do PSD que se abstiveram no Projecto de Lei: (3)
1. Ana Sofia Bettencourt
2. Duarte Marques
3. João Prata
Deputados do PSD que votaram a favor do Projecto de Lei: (16)
1. Teresa Leal Coelho
2. Luís Menezes
3. Francisca Almeida
Enquanto o Brasil dormia,
a indústria do sangue trabalhava
Enquanto
o Brasil explodia em manifestações, escândalos sobre corrupção, Copa, aumento
de tarifas, o Governo aproveitou para abrir silenciosamente a sua caixa de
Pandora do Aborto e aprovar em tempo recorde um projecto que na prática acaba
por legalizar o aborto no Brasil.
Expandir
ao máximo as excepções, até que qualquer caso seja uma excepção: essa foi a
forma que o PT e a Presidente Dilma encontraram para legalizar o aborto no
Brasil, passando por cima da vontade expressa de mais de 80% dos brasileiros.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
23 de Julho – 21h00
– frente ao Parlamento, Vigília Cívica
a favor do direito das crianças
a uma mãe e um pai
Pense bem: Se a Lei da Co-Adopção beneficiasse realmente as crianças, não haveria Escolas, Infantários, Orfanatos e Associações de Pais a exigir a sua aprovação?!!!
Realiza-se no próximo dia 23 de Julho, 3.ª feira,
pelas 21h00, uma «Vigília Cívica pelo Direito das Crianças a um Pai e uma Mãe»,
frente à Assembleia da República, em Lisboa. Esta vigília acontece na véspera
da votação final da proposta de lei sobre co-adopção por casais homossexuais – e
visa contribuir para o seu chumbo pelos deputados.
O tempo das 21h00 às 22h00 será preenchido com
intervenções breves (5 min.) de várias figuras prestigiadas da sociedade
portuguesa convidadas pela organização. Ainda há, porém, margem para incluir mais
quatro oradores (M/F). Agradecemos manifestação de disponibilidade para o email
comissaoproreferendo@gmail.com , no máximo até às
16h00 do dia 22. A partir das 22h00, hora do silêncio obrigatório, quem quiser
manter-se no local ou próximo, poderá rezar ou manter-se em silêncio,
individualmente ou em pequenos grupos. Podem ser acendidas velas, mas todos os
restos devem ser recolhidos.
Apelamos a todos os nossos amigos para que
divulguem esta iniciativa cívica por todos os meios, nos seus circulos
familiares e de amigos, nos movimentos e associações, nas paróquias, nas
homilias e intervenções públicas durante este fim de semana. É muito importante
fazermos sentir ao poder político que esta não é mais uma «medida fracturante»
para decidir em cima do joelho, independentemente das consequências. Basta de
ficar em casa enredado nas teias do «politicamente correcto». Esta não é uma
vigília contra ninguém, muito menos «homofóbica». Esta é uma vigília positiva
e afirmativa PELO SUPERIOR INTERESSE DAS CRIANÇAS, por muito que isso custe a
certos grupos minoritários de adultos.
Diz não ao experimentalismo social em Portugal.
As crianças não podem ser cobaias dos caprichos
de homossexuais.
Traz um cartaz criativo e convida os teus
amigos.
SE OS SR.S DEPUTADOS E DEPUTADAS ACREDITAM NAS
VIRTUDES DESTA PROPOSTA DE LEI, PORQUE NÃO INSCREVEM OS SEUS FILHOS CRIANÇAS... NOS «ACAMPAMENTOS
LIBERTÁRIOS» DA ILGA, BLOCO DE ESQUERDA e afins?
Links:https://www.facebook.com/ VigiliaPelasCriancas23Julho21H oras
https://www.facebook.com/ events/438170356289998/
Para quem não possa ir a Lisboa, há VIGÍLIAS à mesma hora diante da C.M. de Braga e de muitas outras câmaras e juntas de freguesia por todo o país (cf a sua terra em http://aldeiaprovida.net)
https://www.facebook.com/
Para quem não possa ir a Lisboa, há VIGÍLIAS à mesma hora diante da C.M. de Braga e de muitas outras câmaras e juntas de freguesia por todo o país (cf a sua terra em http://aldeiaprovida.net)
Leigos pela Família
Veladas pela vida
Comissão nacional Pro Referendo Vida.
Desumano, infelizmente
Gonçalo
Portocarrero de Almada
Em «Antinatural,
felizmente» (Sol, 21-6-2013), a Dra Isabel Moreira defende que o Direito não se
deve vergar às leis da natureza, reduto do obscurantismo, do antifemininismo e
da homofobia. Na sua abalizada opinião, foi o Direito natural que travou o
avanço da ciência e da legislação, «justificando a diferenciação entre negros e
brancos, que não podiam casar-se, porque era contra a lei da natureza». Exige
por isso que se passe «para a lei o que a ciência permite», nomeadamente no que
respeita à procriação medicamente assistida, que reconhece ser «contra as leis
da natureza», mas «ainda bem, ou mais valia deitar fora a ciência e o Direito».
Tudo isto para concluir, como não podia deixar de ser, na bondade da
co-adopção.
Não
interessam à discussão jurídica as já habituais acusações de intolerância,
obscurantismo, antifemininismo e homofobia, com que são geralmente acarinhados
os opositores às reivindicações do lóbi LGBT. Mas é estranho que a referida
constitucionalista, numa derrapagem científica que indicia alguma insuficiência
antropológica, se insurja contra a «diferenciação entre negros e brancos» que,
salvo melhor opinião, é evidente para qualquer mortal que não seja daltónico.
Que a proibição dos casamentos inter-raciais fosse ditada pelas odiosas leis da
natureza é inverosímil, porque é precisamente a comum natureza de todos os
seres humanos, qualquer que seja a sua raça, o fundamento do direito natural ao
casamento. Aliás, o racismo é profundamente antinatural, felizmente.
Entende
também que as leis da natureza são um óbice para o desenvolvimento
civilizacional e que o Direito não deve ter outro limite que não seja o
científico e tecnológico: deve-se poder fazer tudo o que a ciência e a técnica
já permitem. Ora, se se pode fazer tudo o que é factível, legitimam-se, por
essa via, todos os abusos que se praticaram, com chancela pseudo-científica,
nos campos de concentração nazis e não só.
Também
pretende justificar a norma a partir de uma constatação empírica: a lei não
pode deixar de admitir que uniões de pessoas homossexuais tenham menores a seu
cargo porque, de facto, já há algumas que os têm. São também realidade,
infelizmente, muitos casos de pedofilia, de abusos de menores, de incestos, de
violações, de violência doméstica, etc. Mas o Direito não os deve justificar,
nem consentir, nem ignorar, mas punir, precisamente em nome da dignidade humana
que a lei natural a todos, sem excepção, reconhece.
Ao
contrário do que se pretende fazer crer, a lei natural não é a força bruta e
cega da natureza irracional: não é a razão da força, mas a força da razão. É
natural que um animal irracional actue apenas em função dos seus instintos, mas
já não seria natural que um ser racional procedesse do mesmo modo: que um cão
satisfaça as suas necessidades primárias na via pública é natural, mas já não o
seria para um cidadão.
A
ordem moral, expressa na lei natural, não incapacita nem oprime, antes eleva e
sublima, porque manifesta a excelência da condição humana, na lógica exigência
do bem comum e da justiça social. É por isso que todos os regimes totalitários
são contra os direitos humanos – um outro sinónimo da lei natural – porque o
seu reconhecimento implica um limite objectivo ao exercício despótico do poder.
Releva
alguma incoerência que, quem defende um Direito totalmente autónomo das leis da
natureza, entenda que o casamento é a dois, ou que a adopção é uma relação
intersubjectiva. Com que fundamento? Com efeito, é a lei natural que determina
que o matrimónio se estabelece entre uma mulher e um homem e que qualquer
criança deve ter um pai e uma mãe, originários ou adoptivos. Portanto, excluída
essa razão natural, deveria ser permitido o matrimónio de três, quatro, cinco
ou mais pessoas, eventualmente também jurídicas, sem excluir os animais, com os
quais há já quem tenha uma muito intensa relação amorosa.
O
mesmo se diga em relação à adopção. Por que razão uma sociedade anónima, um
rancho folclórico ou uma fundação não podem adoptar? A exigência legal de que
os adoptantes sejam pessoas singulares não releva uma insuportável submissão do
Direito às abomináveis leis da natureza? Emancipe-se, pois, o Direito dessa
servidão e sejam o casamento e a adopção aquilo que cada qual quiser!
O que
se pretende com o novo regime da co-adopção e outras reformas legislativas do
mesmo teor, não é um Direito mais moderno e mais científico mas, pelo
contrário, um Direito menos justo, porque menos lógico e menos natural. Mais
desumano, infelizmente.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Papa Francisco sobre Bento XVI:
«Não imaginas a humildade
e a sabedoria deste homem»
Equipa Christo Nihil Praeponere
Em diálogo com ex-aluno, o Pontífice revela a sua admiração por Bento
XVI e conta como tomou o antecessor por conselheiro
«Não
imaginas a humildade e a sabedoria deste homem... Nunca renunciaria ao conselho
de uma pessoa deste tipo, seria uma loucura da minha parte!». São palavras do Santo Padre, o Papa
Francisco, sobre o seu antecessor, Bento XVI. Numa espécie
de crónica publicada num blog italiano, Jorge Milia, jornalista e
ex-aluno de Bergoglio, expõe o teor de uma bela conversa que teve com o Sumo
Pontífice.
«Disse-lhe
que comecei a ler a encíclica Lumen Fidei e ele rejeitou qualquer mérito
pessoal. Ele comentou que Bento XVI tinha feito a maior parte do trabalho». De facto, foi o próprio Francisco quem
reconheceu a contribuição do seu predecessor na produção da encíclica. Na
introdução da carta, ele esclarece: «Estas considerações sobre a fé (...)
pretendem juntar-se a tudo aquilo que Bento XVI escreveu nas cartas encíclicas
sobre a caridade e a esperança. Ele já tinha quase concluído um primeiro esboço
dessa carta encíclica sobre a fé. Estou-lhe profundamente agradecido e, na
fraternidade de Cristo, assumo o seu precioso trabalho, limitando-me a
acrescentar ao texto alguma nova contribuição.»
Francisco
teria dito ainda que, para ele, era um prazer intercambiar ideias com
Ratzinger, e que ele «era um pensador sublime, desconhecido ou que a maior
parte das pessoas não entende». Realmente,
há muito a conhecer na riquíssima teologia de Joseph Ratzinger, mas também,
infelizmente, muitos estigmas têm sido impostos aos seus livros, pelo simples
facto de ele ter pensado e escrito de maneira católica, pelo simples facto de
ele ter submetido toda a sua obra – e sua vida – ao Magistério da Igreja.
Há um trecho da encíclica Lumen Fidei que alude justamente a esta
realidade da vida de Bento XVI. Diz: «É claro que a teologia é
impossível sem a fé e pertence ao próprio movimento da fé, que procura a
compreensão mais profunda da auto-revelação de Deus, culminada no Mistério de
Cristo». E mais: «A teologia não considera o magistério do Papa e dos
Bispos em comunhão com ele como algo de extrínseco, um limite à sua liberdade,
mas, pelo contrário, como um dos seus momentos internos constitutivos, enquanto
o magistério assegura o contacto com a fonte originária, oferecendo
assim a certeza de beber na Palavra de Cristo em toda a sua integridade». Estas
valiosas considerações permanecem actuais especialmente para tantos
teólogos e estudiosos da religião que encaram a fé como algo imanente, olham
para a Igreja – que chamam com desprezo de «casta meretriz» – fora do olhar da
fé. A teologia, recorda Bento e corrobora Francisco, é impossível sem a fé!
Jorge
Milia também conversou com Francisco sobre a reforma na Cúria Romana. Ele «comentou
que cada uma das mudanças que introduziu lhe custou esforços (e, suponho,
inimigos). Entre estes esforços, a coisa mais difícil foi a de não aceitar que
se apropriassem da sua agenda. Por isso não quis viver no palácio, porque
muitos Papas terminaram convertendo-se em 'prisioneiros' dos seus secretários».
«Sou eu
que decido quem vou ver – disse ao seu ex-aluno –, não os meus secretários...
Às vezes não posso ver quem quero, porque devo ver quem me quer ver».
O
jornalista disse-se surpreendido com a afirmação do Papa, e concluiu: «Eu, que
não sou Papa e que não tenho o seu poder, sinto que o coração acelera quando
espero um querido amigo e não sei se poderia dar a precedência a outro no seu
lugar. Ele, ao contrário, priva-se do encontro que queria para estar com quem o
pede. Disse-me que (...) o lugar do Pastor é com as suas ovelhas...».
terça-feira, 16 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Como é querido o socialismo em França...
Heduíno Gomes
O
«salvador» socialista Hollande chegou e «salvou»: a crise económica agravou-se
e ele resolveu «casando» os mariconços e as fufas e aumentando brutalmente os
impostos.
Os reformados vão, pela primeira vez, pagar impostos. As taxas aumentam nos vários sectores. As taxas das autoestradas aumentam. Os selos de correio, idem. E prepara-se para aumentar as taxas do IVA em 2014.
Um pormenor. Alguns serviços que eram taxados de IVA pelo mínimo, a partir de 1 de Julho, são-no pelo máximo. Por exemplo, se recorrer a um serviço, prestado através de empresa, de guarda de crianças ou de lições de piano, está tramado.
Como é querido o socialismo!
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| François
Hollande: «O que vocês, no Japão, têm de saber é que a crise na Europa acabou», afirmou o Presidente francês no Japão. |
Os reformados vão, pela primeira vez, pagar impostos. As taxas aumentam nos vários sectores. As taxas das autoestradas aumentam. Os selos de correio, idem. E prepara-se para aumentar as taxas do IVA em 2014.
Um pormenor. Alguns serviços que eram taxados de IVA pelo mínimo, a partir de 1 de Julho, são-no pelo máximo. Por exemplo, se recorrer a um serviço, prestado através de empresa, de guarda de crianças ou de lições de piano, está tramado.
Como é querido o socialismo!
sábado, 13 de julho de 2013
Carta de uma professora
Colegas, é com grande mágoa que lhes vou relatar
o seguinte caso: no dia 13 de Junho, na última 5.ª feira, portanto, uma
colega nossa foi agredida violentamente por um aluno dentro da sala de aula.
Ouviram dizer alguma coisa?? Não! Andava tudo muito preocupado com as greves...
Comunicação social?? Contactaram a RTP, a SIC e a TVI...Alguém disse alguma
coisa?? Não. Quando é que vão dizer? Quando for um professor a agredir um
aluno.
Por todo este silêncio, não me posso calar mais,
até porque já atingi uma idade que não me permite assistir a tamanhas
injustiças e a tamanhas incompetências por parte de alguns directores. Vou
relatar o caso tal qual me foi dado a conhecer, depois de falar com a colega em
questão e com alguns alunos da turma: a colega convidou o aluno a sair da sala
porque estava a prejudicar o seu bom funcionamento. Este recusou, com é hábito
nesta escola. Mandou chamar alguém da direcção que, rapidamente o encaminhou
para o Gabinete de Apoio. O aluno fugiu de lá e foi novamente para a sala de aula,
ameaçando a professora... Novamente a direcção foi lá buscá-lo. O aluno
conseguiu entrar novamente no pavilhão quando a aula já estava a
terminar...Entra de rompante na aula, ordena aos colegas para fecharem os
estores, o que eles recusaram, dirige-se à secretária da professora, pegou na
chave e trancou toda a turma e professora. Dirigiu-se à professora, dizendo «Agora
nós»!; esta ignorou-o completamente, encaminhando-se para o lado oposto da
sala. Aí, foi-lhe aplicado um violento murro, provocando-lhe perca de
consciência... Depois, é o habitual: polícia, INEM, aluno em fuga e direcção a
tentar abafar.
Psicologicamente a colega está devastada, pois
continua a dar aulas à turma (CEF), tendo que encarar 3 alunos que, não estando
presentes na aula no dias dos acontecimentos, estão muito felizes com o
sucedido. A opinião dos colegas da escola é que também estes alunos teriam que
ser suspensos. Tenho algum receio que este caso ainda não tenha terminado
porque a colega está sem qualquer apoio da escola, seja a nível psicológico
seja relativamente a assuntos ligados à sua agressão, nomeadamente junto do
hospital.
Colegas, só gostaria que partilhassem esta minha
preocupação... e vou dizer-lhes qual é a escola – EBI/JI Sopia de Mello
Breyner, na OUTURELA – CARNAXIDE.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
5 coisas que uma filha precisa
de ouvir do pai
Daniel Darling
Eu sou pai de quatro filhos fantásticos, três
dos quais são meninas.
A mais velha tem 8 anos e, a cada ano que passa, fui-me tornando mais
conservador no que lhes diz respeito.
Eu não sou um defensor do porte de armas, mas
seria se fosse preciso para estar de pé na varanda fazendo uma espera ao
primeiro tipo que se atrevesse a pedir para andar com uma das minhas filhas...
Agora a sério, adoro ter filhas. Para um homem,
ter uma filha é uma coisa que o suaviza e lhe traz uma certa ternura para o seu
espírito.
Nesse sentido, gostava de partilhar 5 coisas que
qualquer filha precisa ouvir do pai:
1) És bonita, e gosto muito de ti
Devia dizer isso à sua filha pelo menos uma vez
por dia, e se calhar mais que isso. Dizer só de vez em quando, não chega.
Não sou psicólogo, mas as filhas que sabem que o
pai gosta delas, crescem com maior confiança e tendem a evitar procurar estima
nos lugares errados.
Ouvir dizer que é linda é oxigénio para a alma
da sua filha. Faça-o muitas vezes de maneiras variadas e criativas.
2) A tua mãe é bonita e gosto muito dela
O melhor presente que pode dar à sua filha é
mostrar-lhe como um homem trata uma mulher.
Deixe-a ver em sim, mesmo que de forma limitada,
o amor gratuito vindo de Deus entre um homem e uma mulher.
Diga à sua mulher diariamente que ela é linda,
que a ama, e que está contente por ter casado com ela.
Diga-lhe que está comprometido com ela para toda
a vida.
E diga estas coisas, de vez em quando, diante dos filhos.
3) És de Deus e foste criada para a sua
glória
As meninas frequentemente lutam contra a
insegurança numa série de questões: o peso, a aparência, os amigos.
Talvez, por vezes, se sintam subestimadas ou sem
importância, mesmo numa casa onde há amor. É por isso que você, como pai, tem
de lembrar-lhes muitas vezes que são uma criação especial, que foram
amorosamente formadas pelo Criador à Sua imagem.
Lembre-lhes as palavras de David: «Eu Vos louvo
porque me fizestes como um prodígio», do salmo 139. Deve ser uma passagem muito
usada na sua Bíblia e interiorizada nas suas filhas para os momentos de dúvida.
4) Estás perdoada
As suas meninas hão-de errar. Hão-de pecar. Vão
decepcionar.
Se a boa notícia que o evangelho traz não
estiver no coração da família, podem crescer sem saber como fazer, nem o que
fazer, com os pecados pessoais.
Tente evangelizar a sua filha e tente que ela o
siga.
Treine nela a prática cristã vital do
arrependimento e do perdão.
Arrependimento para o pecado próprio e perdão
para o pecado dos outros. Faça-lhe saber que Jesus está sempre pronto para dar
novos reforços de graças. Faça-lhe saber que essas graças são não só para ela,
mas também para aqueles que a ferirem.
5) Vales muito
Não deixe que sua filha beba o veneno cultural
que mede o valor de uma mulher pela sua auto-suficiência ou pela sua destreza
em desfazer-se da sua pureza.
Nem por um momento a deixe ser dominada pela
mentira de que o desregramento sexual é mais do que uma escravidão da pior
espécie, é mais que a forma como o inimigo rouba a criatividade, a beleza e a
finalidade para que foi criada.
Ensine-a o que deve procurar num homem (dica:
não os «bonecos» que vê na TV). Torne-a ciente da bela imagem de feminilidade
pintada pelo Criador.
A sua auto-estima, a sua consciência de si
mesma, o seu valor, estão ligadas à sua vocação, surpreendente, de filha de
Deus.
* Numa próxima vez vou partilhar uma lista parecida
sobre os pais e os filhos.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Parlamento da Bélgica,
dominado pela maçonaria,
debate eutanásia para crianças
![]() |
| O Parlamento da Bélgica |
O Parlamento da Bélgica debate ampliar a actual
Lei da Eutanásia aos menores de idade, com o fim de outorgar aos jovens e
crianças decidir se acabarem ou não com a sua vida.
Conforme informou o jornal Avvenire, a proposta
de lei poderia aprovar-se antes de Setembro. A prática foi apoiada por quatro
senadores dos partidos com maioria absoluta – os socialistas e os liberais –,
liderados por Elio Di Rupo, e pelos senadores dos dois partidos ecologistas.
Apenas os democratas cristãos se opõem à proposta.
![]() |
| Elio Di Rupo |
A Lei da Eutanásia na Bélgica entrou em vigor no
ano 2002 e permite aos adultos submeter-se a uma injecção letal para pôr fim à
vida em casos de doenças terminais, dolorosas ou Alzheimer. No ano 2012, o país
registou o recorde de casos de eutanásia. Desde que a lei entrou em vigor, 1432
pessoas receberam a injecção.
O socialista Philippe Mahoux – um dos pais da
lei que legalizou a eutanásia –, argumenta que com a proposta de lei «os
médicos poderiam pôr fim à vida de uma criança, se se encontrar numa situação
médica sem saída, em estado de sofrimento físico, psíquico constante e
insuportável, e que apresente uma solicitude de eutanásia».
A proposta de lei não coloca limites de idade e
só faz referência à «capacidade de discernimento» da criança, com «a garantia
de que expresse algo que compreenda». Além disso, para a avaliação a lei propõe
um teste psicológico elaborado por psiquiatras.
![]() |
| Philippe Mahoux |
Os defensores da eutanásia argumentam a «extraordinária
maturidade», que desenvolve a criança doente.
Outra condição da proposta é a autorização da
injecção por parte de ambos os pais, a quem lhes garante um acompanhamento
psicológico durante vários anos depois de autorizar a morte de seu próprio
filho.
A proposta outorga aos doutores que devem
injectar a eutanásia 7 dias para exercerem o direito de objecção de
consciência. Em caso de opor-se à injecção, a «prática» passaria a um colega.
A política belga é
dominada pela maçonaria irregular, a qual corresponde ao Grande Oriente de
França e ao Grande Oriente Lusitano.
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