segunda-feira, 7 de setembro de 2015


Pelo fim imediato da entrada

de refugiados em Portugal



Para: Assembleia da República Portuguesa

CONSIDERANDO QUE:

– Portugal tem mais de 2 milhões de pessoas quase no absoluto limiar da pobreza;

– Portugal tem mais de 150 00 crianças com fome;

– Portugal tem uma taxa de desemprego superior a 20%, entre os quais mais
de 70 000 licenciados;

– Portugal está na cauda da Europa no que diz respeito ao rendimento familiar.

– Portugal apresenta uma taxa enorme, de pessoas conhecidas como «Sem abrigo».

CONSIDERANDO TAMBÉM QUE:

– Os Portugueses têm uma elevada taxa de crédito mal-parado devido à crise instalada o que levou a que:

– Fossem obrigados a entregar as suas habitações, automóveis e restante património aos bancos por falta de pagamentos das prestações ora assumidas;

– Entrassem em listas de incumprimento geridas pela actividade bancária e para-bancária o que:

– Limita-lhes a obtenção de qualquer tipo de empréstimo para refazerem a sua vida familiar e profissional.

LOGO:

Não é justo, sendo mesmo uma afronta aos Portugueses supra-citados (que vivem miseravelmente) e aos outros sobrecarregados de impostos vários que os refugiados tenham, entre outras benesses:

– Subsídio de «integração»;

– Habitação mobilada e equipada;

– Consumo de electricidade gratuito (na medida em que está paga pelo estado)

– Consumo de água gratuito (na medida em que está paga pelo estado)

– Consumo de gás gratuito (na medida em que está paga pelo estado)

– Consumo de telecomunicações gratuito (na medida em que está paga pelo estado)

A somar a isto tudo ainda:

– Formação profissional paga!

ASSIM PRETENDE ESTA PETIÇÃO:

Recolher assinaturas suficientes, no sentido de obrigar a Assembleia da República a proibir a entrada de refugiados em território português.

Os Peticionários:

Salvador Costa e todos os administradores do grupo no Facebook «Pelo fim imediato da entrada de refugiados em Portugal» com endereço em:


Contactos do criador da petição:

Correio electrónico: salvador.costa@gmail.com


Apoie esta Petição. Assine e divulgue.
O seu apoio é muito importante.





sexta-feira, 4 de setembro de 2015


Astrofísica ateia converte-se:

«Eu percebi que existe uma ordem no Universo»


História turbulenta de uma astrofísica que, entre estudos rígidos e sofrimentos profundos, chegou ao reconhecimento da Ordem do Universo e do seu Criador

Reproduziu-se em sites de todo o mundo, recentemente, o testemunho de Sarah Salviander, pesquisadora do departamento de Astronomia na universidade do Texas e professora de Astrofísica na universidade de Southwestern. A incrível história da sua conversão a Cristo começa com os seus estudos científicos e culmina com a morte da filha. Vale a pena dedicar cinco minutos e ler o depoimento dela.


Sarah Salviander

«Eu nasci nos Estados Unidos e fui criada no Canadá. Os meus pais eram ateus, embora preferissem definir-se como ‘agnósticos’. Eles eram carinhosos e mantinham uma óptima conduta moral, mas a religião não teve papel nenhum na minha infância».

«O Canadá já era um país pós-cristão. Olhando em retrospectiva, é incrível que, nos primeiros 25 anos da minha vida, eu só conheci três pessoas que se identificaram como cristãs. A minha visão do cristianismo era intensamente negativa. Hoje, olhando para trás, eu percebo que foi uma absorção inconsciente dessa hostilidade geral que existe no Canadá e na Europa em relação ao cristianismo. Eu não sabia nada do cristianismo, mas achava que tornava as pessoas fracas e tolas, e filosoficamente banais».

Aos 25 anos, quando seguia a filosofia racionalista de Ayn Rand, Sarah entrou numa universidade dos EUA: «Entrei no curso de Física da Eastern Oregon University e percebi logo a secura e a esterilidade do objectivismo racionalista, incapaz de responder às grandes questões: qual é o propósito da vida? De onde foi que viemos? Por que estamos aqui? O que acontece quando morremos? Eu notei também que esse racionalismo sofria de uma incoerência interna: toda a sua atenção se volta para a verdade objectiva, mas sem apresentar uma fonte para a verdade. E, embora se dissessem concentrados em desfrutar a vida, os objectivistas racionalistas não sentiam nenhuma alegria. Pelo contrário: estavam ferozmente preocupados em se manter independentes de qualquer pressão externa».

A atenção da jovem voltou-se completamente para o estudo da Física e da Matemática. «Entrei nos clubes universitários, comecei a fazer amigos, e, pela primeira vez na minha vida, conheci cristãos. Eles não eram como os racionalistas: eram alegres, felizes e inteligentes, muito inteligentes. Fiquei de boca aberta ao descobrir que os meus professores de Física, a quem eu admirava muito, eram cristãos. O exemplo pessoal deles começou a influenciar-me e eu via-me cada vez menos hostil ao cristianismo. No Verão, depois do meu segundo ano, participei num estágio de pesquisa na universidade da Califórnia, com o grupo do Centro de Astrofísica e Ciências Espaciais que estudava as evidências do Big Bang. Era incrível procurar a resposta para a pergunta sobre o nascimento do Universo. Aquilo fez-me pensar na observação de Einstein de que a coisa mais incompreensível a respeito do mundo é que o mundo é compreensível. Foi aí que eu comecei a perceber uma ordem subjacente ao universo. Sem saber, ia despertando em mim o que o Salmo 19 diz com tanta clareza: ‘Os céus proclamam a glória de Deus; o firmamento anuncia a obra das suas mãos’».

Depois desse insight, a razão de Sarah foi abrindo-se gradualmente ao Mistério: «Comecei a perceber que o conceito de Deus e da religião não eram tão filosoficamente banais como eu pensava que fossem. Durante o meu último ano, conheci um estudante finlandês de ciências da computação. Um homem de força, honra e profunda integridade, que, assim como eu, tinha crescido como ateu num país laico, mas que acabou abraçando Jesus Cristo como o seu Salvador pessoal, aos 20 anos de idade, graças a uma experiência particular muito intensa. Nós apaixonamos-nos e casamos. De alguma forma, mesmo não sendo religiosa, eu achava reconfortante casar-me com um cristão. Terminei a minha formação em Física e Matemática naquele mesmo ano e, pouco tempo depois, comecei a dar aulas de astrofísica na universidade do Texas em Austin».

A penúltima etapa do trajecto de Sarah foi a descoberta, também casual, de um livro de Gerald Schroeder: «The Science of God» [«A Ciência de Deus»]. «Fiquei intrigada com o título e alguma coisa me levou a lê-lo, talvez o anseio por uma conexão mais profunda com Deus. Tudo o que sei é que aquilo que eu li mudou a minha vida para sempre. O Dr. Schroeder é físico do MIT e teólogo. Eu notei então que, incrivelmente, por trás da linguagem metafórica, a Bíblia e a ciência estão completamente de acordo. Também li os Evangelhos e achei a pessoa de Jesus Cristo extremamente convincente; senti-me como quando Einstein disse que ficou ‘fascinado com a figura luminosa do Nazareno’. Mesmo com tudo isto, apesar de reconhecer a verdade e de estar intelectualmente segura quanto a ela, eu ainda não estava completamente convencida».

O encontro decisivo com o cristianismo aconteceu há apenas dois anos, depois de um acontecimento dramático: «fui diagnosticada com cancro. Não muito tempo depois, o meu marido teve meningite e encefalite; curou-se, felizmente, mas levou algum tempo. A nossa filha Ellinor tinha cerca de seis meses quando descobrimos que ela sofria de trissomia 18, uma anomalia cromossômica fatal. Ellinor morreu pouco depois. Foi a perda mais devastadora da nossa vida. Eu caí nas mãos do desespero até que tive, lucidamente, uma visão da nossa filha nos braços amorosos do Pai celestial: foi só então que eu encontrei a paz. Depois de todas essas provações, o meu marido e eu não só ficamos ainda mais unidos, como também mais próximos de Deus. A minha fé já era real. Eu não sei como teria passado por essas provações se tivesse continuado ateia. Quando temos 20 anos, boa saúde e a família por perto, sentimo-nos imortais. Mas chega um momento em que a sensação de imortalidade se evapora e vemo-nos forçados a enfrentar a inevitabilidade da própria morte e da morte das pessoas mais queridas».

«Eu amo a minha carreira de astrofísica. Não consigo pensar em nada melhor do que estudar o funcionamento do Universo e dou-me conta, agora, de que a atracção que eu sempre senti pelo espaço não era nada mais do que um intenso desejo de me conectar com Deus. Eu nunca me vou esquecer de um estudante que, pouco tempo depois da minha conversão, me perguntou se era possível ser cientista e acreditar em Deus. Eu disse que sim, claro que sim. Vi que ele ficou visivelmente aliviado. Ele contou-me que um outro professor tinha respondido que não. Eu interroguei-me quantos jovens não estariam diante de questões semelhantes e decidi, naquela hora, que iria ajudar os que estivessem lutando com essas dúvidas. Eu sei que vai ser um trajecto difícil, mas o significado do sacrifício de Jesus não deixa dúvidas quanto ao que eu tenho que fazer».

Fonte: http://pt.aleteia.org/




quarta-feira, 2 de setembro de 2015


A misericórdia segundo Bento XVI

(e não segundo os demagogos da misericórdia)


«Deus não pode simplesmente ignorar o conjunto das desobediências dos homens, todo o mal da história, não pode tratá-lo como uma coisa de somenos importância e insignificante. Uma tal espécie de «misericórdia», de «perdão incondicional», seria essa «graça barata», à qual Dietrich Bonhoeffer se opôs com razão, perante o abismo do mal do seu tempo.

«A injustiça e o mal como realidade não podem ser simplesmente ignorados, não podem ser consentidos. O mal deve ser eliminado, vencido. Apenas isso é a verdadeira misericórdia. E se os homens de tal não são capazes, o próprio Deus se encarrega então — é a bondade «incondicional» de Deus, uma bondade que nunca pode estar em contradição com a verdade e a justiça a que está ligada.»






quinta-feira, 27 de agosto de 2015


Qual é o pecado favorito do demónio?

— Responde um exorcista...



Um exorcista tem medo? Qual é o pecado predilecto do demónio? Estes foram alguns dos temas de uma recente entrevista do sacerdote dominicano Juan José Gallego, exorcista da arquidiocese de Barcelona a um diário espanhol.

Há nove anos o Pe. Gallego foi designado exorcista, e afirmou que, na sua opinião, o demónio é um ser «totalmente amargurado».

Através de uma entrevista, realizada pelo jornal espanhol «El Mundo», o sacerdote assegurou que «a soberba» é o pecado que o demónio mais gosta.

«Sentiu medo alguma vez?», perguntou o entrevistador ao sacerdote. «Este é um ofício bastante desagradável», respondeu o Pe. Gallego. «No começo tinha muito medo. Olhava muito para atrás e via demónios em todo lado... Veja só, no outro dia estava a fazer um exorcismo. ‘Te mando! ’, ‘Te ordeno! ’... E o maligno, com uma voz tremenda, gritou: ‘Galleeeego, estás exageraaaaando!’. Então tremi».

Entretanto, o padre sabe que o demónio não é mais poderoso que Deus. O exorcista recordou que «quando me nomearam, um parente disse-me: ‘Ai, Juan José, estou toda assustada, porque no filme ‘O exorcista’ um morreu e o outro pulou pela janela’. Eu ri e  respondi-lhe: ‘Mulher, não se esqueça que o demónio é criatura de Deus’».

Quando as pessoas estão possuídas, relatou, «perdem o conhecimento, falam línguas estranhas, têm uma força exagerada, mal-estar profundo, vemos senhoras educadíssimas vomitando, blasfemando».

«Um jovem durante a noite era tentado pelo demónio, queimava a camisa, entre outras coisas, e disse-me que os demónios lhe propuseram: ‘Se fizeres um pacto connosco, isso nunca mais te acontecerá’».

O Pe. Gallego também advertiu que práticas da new age «nova era» como por exemplo, o reiki e a ioga, podem ser portas de entrada para o demónio. «Ele pode meter-se um pouco por aí», assinalou.

O sacerdote espanhol lamentou que a crise económica que fustiga a Espanha há alguns anos «nos traga os demónios. Os vícios: a droga, o álcool... No fundo eles são uma possessão».

«Com a crise as pessoas sofrem mais. Estão desesperadas. Há pessoas convencidas de que o demónio está dentro delas», concluiu o Pe. Gallego.





terça-feira, 25 de agosto de 2015


Juramento antimodernista


Papa Pio X

Em Português

Eu, N., firmemente aceito e creio em todas e em cada uma das verdades definidas, afirmadas e declaradas pelo magistério infalível da Igreja, sobretudo aqueles princípios doutrinais que contradizem directamente os erros do tempo presente.

Primeiro: creio que Deus, princípio e fim de todas as coisas, pode ser conhecido com certeza e pode também ser demonstrado, com as luzes da razão natural, nas obras por Ele realizadas (Cf. Rm I 20), isto é, nas criaturas visíveis, como [se conhece] a causa pelos seus efeitos.

Segundo: admito e reconheço as provas exteriores da revelação, isto é, as intervenções divinas, e sobretudo os milagres e as profecias, como sinais certíssimos da origem sobrenatural da razão cristã, e as considero perfeitamente adequadas a todos os homens de todos os tempos, inclusive aquele no qual vivemos.

Terceiro: com a mesma firme fé creio que a Igreja, guardiã e mestra da palavra revelada, foi instituída imediatamente e directamente pelo próprio Cristo verdadeiro e histórico, enquanto vivia entre nós, e que foi edificada sobre Pedro, chefe da hierarquia eclesiástica, e sobre os seus sucessores através dos séculos.

Quarto: acolho sinceramente a doutrina da fé transmitida a nós pelos apóstolos através dos padres ortodoxos, sempre com o mesmo sentido e igual conteúdo, e rejeito totalmente a fantasiosa heresia da evolução dos dogmas de um significado a outro, diferente daquele que a Igreja professava primeiro; condeno de igual modo todo o erro que pretenda substituir o depósito divino confiado por Cristo à Igreja, para que o guardasse fielmente, por uma hipótese filosófica ou uma criação da consciência que se tivesse ido formando lentamente mediante esforços humanos e contínuo aperfeiçoamento, com um progresso indefinido.

Quinto: estou absolutamente convencido e sinceramente declaro que a fé não é um cego sentimento religioso que emerge da obscuridade do subconsciente por impulso do coração e inclinação da vontade moralmente educada, mas um verdadeiro assentimento do intelecto a uma verdade recebida de fora pela pregação, pelo qual, confiantes na sua autoridade supremamente veraz, nós cremos tudo aquilo que, pessoalmente, Deus, criador e senhor nosso, disse, atestou e revelou.

Submeto-me também com o devido respeito, e de todo o coração adiro a todas as condenações, declarações e prescrições da encíclica Pascendi e do decreto Lamentabili, particularmente acerca da dita história dos dogmas.

Reprovo outrossim o erro de quem sustenta que a fé proposta pela Igreja pode ser contrária à história, e que os dogmas católicos, no sentido que hoje lhes é atribuído, são inconciliáveis com as reais origens da razão cristã.

Desaprovo também e rejeito a opinião de quem pensa que o homem cristão mais instruído se reveste da dupla personalidade do crente e do histórico, como se ao histórico fosse lícito defender teses que contradizem a fé o crente ou fixar premissas das quais se conclui que os dogmas são falsos ou dúbios, desde que não sejam positivamente negados.

Condeno igualmente aquele sistema de julgar e de interpretar a sagrada Escritura que, desdenhando a tradição da Igreja, a analogia da fé e as normas da Sé apostólica, recorre ao método dos racionalistas e com desenvoltura não menos que audácia, aplica a crítica textual como regra única e suprema.

Refuto ainda a sentença de quem sustenta que o ensinamento de disciplinas histórico-teológicas ou quem delas trata por escrito deve inicialmente prescindir de qualquer ideia pré-concebida, seja quanto à origem sobrenatural da tradição católica, seja quanto à ajuda prometida por Deus para a perene salvaguarda de cada uma das verdades reveladas, e então interpretar os textos patrísticos somente sobre as bases científicas, expulsando toda autoridade religiosa, e com a mesma autonomia crítica admitida para o exame de qualquer outro documento profano.

Declaro-me enfim totalmente alheio a todos os erros dos modernistas, segundo os quais na sagrada tradição não há nada de divino ou, pior ainda, admitem-no, mas em sentido panteísta, reduzindo-o a um evento pura e simplesmente análogo àqueles ocorridos na história, pelos quais os homens com o próprio empenho, habilidade e engenho prolongam nas eras posteriores a escola inaugurada por Cristo e pelos apóstolos.

Mantenho, portanto, e até o último suspiro manterei a fé dos pais no carisma certo da verdade, que esteve, está e sempre estará na sucessão do episcopado aos apóstolos¹, não para que se assuma aquilo que pareça melhor e mais consoante à cultura própria e particular de cada época, mas para que a verdade absoluta e imutável, pregada no princípio pelos apóstolos, não seja jamais crida de modo diferente nem entendida de outro modo².

Empenho-me em observar tudo isto fielmente, integralmente e sinceramente, e em guardá-lo inviolavelmente, sem jamais disso me separar nem no ensinamento nem em género algum de discursos ou de escritos. Assim prometo, assim juro, assim me ajudem Deus e esses santos Evangelhos de Deus.

Dado em Roma, em São Pedro, em 1 de Setembro de 1910.

PIO PP. X.


Em Latim

Ego N. firmiter amplector ac recipio omnia et singula, quae ab inerranti Ecclesiae magisterio definita, adserta ac dedarata sunt, praesertim ea doctrinae capita, quae huius temporis erroribus directo adversantur.

Ac primum quidem: Deum, rerum omnium principium et finem, naturali rationis lumine per ea quae facta sunt (Rom 1,20), hoc est, per visibilia creationis opera, tamquam causam per effectus, certo cognosci, ideoque demonstrari etiam posse, profiteor.

Secundo: externa revelationis argumenta, hoc est facta divina, in primisque miracula et prophetias admitto et agnosco tamquam signa certissima divinitus ortae Christianae religionis, eademque teneo aetatum omnium atque hominum, etiam huius temporis, intellegentiae esse maxime accommodata.

Tertio: firma pariter fide credo Ecclesiam, verbi revelati custodem et magistram, per ipsum verum atque historicum Christum, cum apud nos degeret, proxime ac directo institutam eamdemque super Petrum, apostolicae hierarchiae principem, eiusque in aevum successores aedificatam.

Quarto: fidei doctrinam ab apostolis per orthodoxos patres eodem sensu eademque semper sententia ad nos usque transmissam, sincere recipio; ideoque prorsus reicio haereticum commentum evolutionis dogmatum, ab uno in alium sensum transeuntium, diversum ab eo, quem prius habuit Ecclesia; pariterque damno errorem omnem quo divino deposito, Christi sponsae tradito ab eaque fideliter custodiendo, sufficitur philosophicum inventum, vel creatio humanae conscientiae, hominum conatu sensim efformatae et in posterum indefinito progressu perficiendae.

Quinto: certissime teneo ac sincere profiteor, fidem non esse caecum sensum religionis e latebris «subconscientiae» erumpentem, sub pressione cordis et inflexionis voluntatis moraliter informatae, sed verum assensum intellectus veritati extrinsecus acceptae ex auditu, quo nempe, quae a Deo personali, creatore ac Domino nostro dicta, testata et revelata sunt, vera esse credimus, propter Dei auctoritatem summe veracis.

Me etiam, qua par est reverentia, subicio totoque animo adhaereo damnationibus, declarationibus, praescriptis omnibus, quae in encyclicis litteris Pascendi et in decreto Lamentabili continentur, praesertim circa eam quam historiam dogmatum vocant.

Idem reprobo errorem affirmantium, propositam ab Ecclesia fidem posse historiae repugnare, et catholica dogmata, quo sensu nunc intelleguntur, cum verioribus Christianae religionis originibus componi non posse.

Damno quoque ac reicio eorum sententiam, qui dicunt Christianum hominem eruditiorem induere personam duplicem, aliam credentis, aliam historici, quasi liceret historico ea retinere, quae credentis fidei contradicant, aut praemissas adstruere, ex quibus consequatur, dogmata esse aut falsa aut dubia, modo haec directo non denegentur.

Reprobo pariter eam Scripturae sanctae diiudicandae atque interpretandae rationem, quae, Ecclesiae traditione, analogia fidei et apostolicae Sedis normis posthabitis, rationalistarum commentis inhaeret, et criticam textus velut unicam supremamque regulam haud minus licenter quam temere amplectitur.

Sententiam praeterea illorum reiicio, qui tenent, doctori disciplinae historicae theologicae tradendae aut iis de rebus scribenti seponendam prius esse opinionem ante conceptam sive de supernaturali origine catholicae traditionis, sive de promissa divinitus ope ad perennem conservationem uniuscuiusque revelati veri; deinde scripta patrum singulorum interpretanda solis scientiae principiis, sacra qualibet auctoritate seclusa eaque iudicii libertate, qua profana quaevis monumenta solent investigari.

In universum denique me alienissimum ab errore profiteor, quo modernistae tenent in sacra traditione nihil inesse divini, aut, quad longe deterius, pantheistico sensu illud admittunt, ita ut nihil iam restet nisi nudum factum et simplex, communibus historice factis aequandum: hominum nempe sua industria, solertia, ingenio scholam a Christo eiusque apostolis inchoatam per subsequentes aetates continuantium.

Proinde fidem patrum firmissime retineo et ad extremum vitae spiritum retinebo, de charismate veritatis certo, quad est, fuit eritque semper in episcopatus ab apostolis successione, non ut id teneatur, quod melius et aptius videri possit secundum suam cuiusque aetatis culturam, sed ut numquam aliter credatur, numquam aliter intellegatur absoluta et immutabilis veritas ab initio per apostolos praedicata.Haec omnia spondeo me fideliter, integre sincereque servaturum et inviolabiliter custoditurum, nusquam ab us sive in docendo sive quomodolibet verbis scriptisque deflectendo. Sic spondeo, sic iuro, sic me Deus adiuvet, et haec sancta Dei Evangelia.




                                                                           

sexta-feira, 14 de agosto de 2015


Petição



Caros Amigos,

Acabei de ler e assinar a petição: «Queremos a nossa Força Aérea Portuguesa novamente no combate aos incêndios!» no endereço 
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=P2013N70630

Pessoalmente concordo com esta petição e cumpro com o dever de a fazer chegar ao maior número de pessoas, que certamente saberão avaliar da sua pertinência e actualidade.

Agradeço que subscrevam a petição e que ajudem na sua divulgação através de um email para os vossos contactos.

Obrigado.

                                               José Luis Cabral da Gama Lobo Salema


Esta mensagem foi-lhe enviada por José Luis Cabral da Gama Lobo Salema (
joseluissalema@gmail.com)
, através do serviço http://peticaopublica.com em relação à Petição http://peticaopublica.com/?pi=P2013N70630






630 anos da batalha de Aljubarrota



A independência de Portugal como terra livre de gente livre foi confirmada com sangue e sacrifício, pela força das armas, na batalha de Aljubarrota, na tarde de 14 de Agosto de 1385. Faz 630 anos, um momento decisivo da nossa história mostrou aquilo de que fomos capazes quando estávamos unidos por uma vontade comum e sabíamos escolher chefes capazes e dignos de confiança.

Desde a Fundação da nacionalidade, no século XII, até à expulsão dos mouros do nosso território com a conquista definitiva do Algarve por D. Afonso III, em 1249, a prioridade estratégica dos reis de Portugal foi a Reconquista. No entanto, as ameaças hegemónicas de Castela e a política de casamentos entre a família real portuguesa e as dos outros reinos cristãos da Península Ibérica (Castela, Leão, Aragão e Navarra), estiveram a ponto de levar o nosso país ao mesmo destino dos outros reinos peninsulares, absorvidos pela força centrípeta dos castelhanos. As derrotas de D. Fernando nas três guerras travadas contra Juan I saldaram-se pelo desastroso casamento da sua filha e herdeira, D. Beatriz, com o rei castelhano. Por morte de D. Fernando, em 1383, Juan I veio reclamar a herança da sua rainha: o trono de Portugal.

A viúva de D. Fernando, D. Leonor Teles, seguida pela maior parte da aristocracia lusitana, seguiu as regras próprias da época do feudalismo e reconheceu sua filha D. Beatriz como sucessora, conforme estipulava o Tratado de Salvaterra de Magos, assinado por D. Fernando.

Em Dezembro de 1383, o Mestre de Avis, D. João, filho natural do rei D. Pedro I e meio-irmão de D. Fernando, encabeçou uma revolução, com o apoio do povo da capital do reino, expulsou de Lisboa os partidários de D. Leonor, D. Beatriz e dos castelhanos, depois de assassinar, em pleno palácio real, o conde João Fernandes Andeiro, um nobre galego que se tornara amante e principal conselheiro da rainha viúva.

As notícias da revolução de Lisboa puseram o país em pé-de-guerra: de Norte a Sul, muitas cidades e castelos tomaram voz pelo Mestre de Avis, já nomeado Regedor e Defensor do Reino.

Rei por vontade do povo

Após uma prolongada resistência das forças patrióticas contra as pretensões de Juan I de Castela, que entretanto invadira Portugal e pusera cerco a Lisboa durante meses (1384), até ser obrigado a retirar por um surto de peste, reuniram-se Cortes em Coimbra para resolver o problema da sucessão.

Em Março de 1385, os representantes do clero, da nobreza e do povo dividiram-se em duas facções. Os partidários de D. Beatriz primaram pela ausência, preferindo defender os seus direitos pela força das armas, ao lado do rei de Castela. Dos presentes em Coimbra, uma facção, onde se destacavam membros da alta nobreza e do alto clero, declarou-se favorável aos infantes D. João e D. Dinis, filhos do rei D. Pedro e de D. Inês de Castro, sustentando que estes deviam ser considerados filhos legítimos, uma vez que os seus pais tinham chegado a casar-se, embora clandestinamente. O outro «partido», formado sobretudo por elementos da baixa nobreza e representantes dos concelhos, apoiava o Mestre de Avis, por quem se tinham manifestado em Lisboa e outras cidades e vilas.

Contra os opositores da causa do Mestre de Avis destacaram-se os argumentos do doutor João das Regras, apoiados sem papas na língua por Nuno Álvares Pereira (hoje venerado nos altares como S. Nuno de Santa Maria). Ao fim de um mês de debates, as Cortes deliberaram que o trono estava vago, sendo assim legítimo escolher um novo rei. Por unanimidade, os participantes aclamaram então o Mestre de Avis rei de Portugal, com o nome de D. João I.






Editora Ecclesiae lança best-seller

de Michael Rose em português:

«Adeus, homens de Deus».


A editora Ecclesiae lança um livro polémico que trata da instrumentalização nos departamentos vocacionais dentro da Igreja católica dos EUA. Existem evidências que durante três décadas, candidatos verdadeiramente vocacionados foram rejeitados enquanto dissidentes dos ensinamentos católicos foram privilegiados.

Fratres pergunta: mas não é exactamente o que foi feito nos seminários brasileiros? Não se poderia falar de uma estratégia quiçá global de destruição das vocações católicas, substituindo-as por pseudo-religiosos activistas dos direitos do homem, entre os quais o gayzismo e tudo o que já recorrentemente foi condenado pela Igreja?

Uma boa descrição da obra pode ser lida aqui.


Adeus, homens de Deus – Como corromperam a Igreja católica nos EUA

Michael S. Rose

Pesquisei e escrevi este livro ao longo dos últimos dois anos, entrevistando mais de 150 pessoas, enquanto jornalista profissional de investigação para a imprensa católica. Facto é que diversos candidatos qualificados ao sacerdócio foram excluídos por razões políticas ao longo das últimas três décadas. Uma discriminação ideológica sistemática veio sendo praticada contra seminaristas que apoiam o ensinamento católico quanto à sexualidade e outros assuntos; e dissidentes dos ensinamentos católicos – inclusive quanto ao tema da homossexualidade – foram privilegiados.

Em resumo, diversas pessoas sequestraram o sacerdócio com o objectivo de transformar a Igreja católica por dentro.

O problema nos departamentos vocacionais e nos seminários é um profundo conflito espiritual, uma doença de proporções catastróficas. Portanto, este livro procura, em primeiro lugar, identificar essa doença, ou pelo menos parte dela, esperando que o seu agente causador possa ser expurgado, e o corpo, curado.


Ficha Técnica:
Número de Páginas: 290
Editora: Ecclesiae
Idioma: Português
ISBN: 978-85-84910-144
Dimensões do Livro: 16 x 23 cm







O cardeal Müller adverte o perigo de adaptar

a Igreja ao estilo de vida pagão


Cardeal Gerhard Müller
O cardeal Gerhard Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, falou firmemente contra os intentos para adaptar os ensinos da Igreja a estilos de vida pagãos que se difundem na sociedade de hoje, pois introduz a arbitrariedade e o subjectivismo.

Numa entrevista ao jornal católico «Die Tagespost», no dia 6 de Junho, o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé explicou que colocar «qualquer forma de vida» ao mesmo nível das escrituras e da tradição «não é mais do que a introdução do subjectivismo e arbitrariedade embrulhados numa terminologia religiosa sentimental

Os comentários do cardeal foram em parte vistos como uma crítica ao recente «concílio sombra» em que bispos e especialistas da Alemanha, França e Suíça se encontraram em Roma, no dia 25 de Maio, para discutir como a Igreja poderia adaptar a sua pastoral às experiências de vida dos dias de hoje, especialmente no que toca à ética sexual.

Segundo o site austríaco Kath.net, o bispo de Osnabrück (Alemanha), Dom Fraz-Josef Bode, participante nesse encontro e um dos representantes do episcopado alemão no próximo Sínodo da Família, disse à imprensa que «as ‘formas de vida’ das pessoas deviam ser uma fonte de informação para as verdades morais e dogmáticas».

Entretanto, o cardeal Müller indicou que estas «formas de vida» podem muitas vezes ser altamente pagãs e que a fé não pode ser o resultado de um acordo entre ideias cristãs, princípios abstractos e a prática de experiências de vida pagãs.

Ele acrescentou que Roma vai apoiar a liberdade e responsabilidade dos bispos, mas que isto vai ser ameaçado por «nostalgias de igrejas nacionais e pela discussão sobre a aceitação de aspectos sociais.»

O cardeal alemão também disse que o Papa Francisco convidou cada bispo no sínodo de Outubro como «testemunha e mestre da fé revelada».

Sobre a controversa reunião privada realizada em Roma, o cardeal disse que está certo trocar informações sobre qualquer assunto importante. Mas, acrescentou que não se pode controlar a verdade. Se este princípio fosse adoptado e considerado verdade pela Igreja, levando-a a tomar decisões com base na opinião pública, a Igreja seria «abanada até às suas fundações», advertiu.

O cardeal Müller recordou que a Igreja católica é mãe e mestra de todas as igrejas, é quem ensina e não quem é ensinada. «Ela não precisa de ninguém para lhe ensinar a fé verdadeira, porque é nela que a tradição apostólica tem estado fielmente guardada e onde será sempre preservada

Dignidade do matrimónio cristão

Junto à defesa que o cardeal Müller fez da doutrina católica, o cardeal Ennio Antonelli, Presidente Emérito do Pontifício Conselho para a Família, publicou o documento «Crise do matrimónio e da Eucaristia», no qual oferece a sua contribuição ao próximo sínodo dos bispos, a ser realizado no mês de Outubro e analisará diferentes temas, tal como a comunhão aos divorciados em nova união.

Assim, este documento é a resposta do cardeal diante da proposta de alguns cardeais, como por exemplo o alemão Walter Kasper. Ele não foi mencionado no texto, mas há algum tempo promove que o Vaticano modifique os ensinamentos da Igreja, para que seja permitida a comunhão dos divorciados em nova união.

«O matrimónio sacramental, autêntico e consumado, é indissolúvel por vontade de Jesus Cristo. A separação dos cônjuges é contrária à vontade de Deus», recordou o cardeal Antonelli.

Por isso, «a nova união de um cônjuge separado é ilegítima e constitui uma grave desordem moral permanente; cria uma situação que contradiz objectivamente a aliança nupcial de Cristo com a Igreja, que tem o seu significado e actuação na Eucaristia».

Por esta razão, indicou o cardeal, «as pessoas divorciadas que se casaram novamente no civil não podem receber a Comunhão Eucarística, principalmente por um motivo teológico e também por um motivo de ordem pastoral».

«Se fosse permitida a Comunhão aos divorciados em nova união, os fiéis seriam induzidos ao engano e confusão a respeito da doutrina da Igreja sobre a indissolubilidade do matrimónio», indicou o cardeal e recordou ainda que estas pessoas devem ser acolhidas pastoralmente para que saibam que apesar da sua situação irregular, continuam a fazer parte da Igreja.





segunda-feira, 10 de agosto de 2015


Uma nova apresentação de Bento XVI

vinda do Japão


Sandro Magister

Oriundo do Japão, um grande livro propõe uma análise original do Ratzinger teólogo e Papa. Foi escrito por um especialista de história e da cultura alemãs. E o título é Renovatio Europae Christianae.




PODE LER EM INGLÊS, FRANCÊS, ITALIANO OU CASTELHANO:

http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/1351110?eng=y

http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/1351110?fr=y

http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/1351110

http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/1351110?sp=y






Quem são os culpados

da fuga de cérebros portugueses?


Heduíno Gomes

A propósito da saída de jovens e especialmente os nossos cientistas para o estrangeiro, fala-se muito no desperdício da nossa massa cinzenta.

De quem é a culpa? Conforme as camisolas partidárias, assim são as acusações.

Eu gostaria de ver publicada a história económica e financeira de Portugal desde o ladrão Sebastião Melo (a quem, pela maçonaria, foi erigida simplesmente a maior estátua de Lisboa, ali na Rotunda). Mas uma história objectiva, com números, sem moldá-la a preferências políticas ou maçónicas.

Uma tal obra é que nos daria a noção dos verdadeiros culpados pela situação em que Portugal se encontra. Não podemos simplisticamente imputar as responsabilidades ao governo com que se está ou ao precedente. Passos Coelho é que é o culpado, pelo menos o único? É Sócrates? ... Cavaco? Soares? Balsemão? Carneiro? ... Vasco Gonçalves? ... Marcelo? Salazar?... Afonso Costa?... Fontes?... Que fez cada um deles? Que foi feito em especial nos últimos 100 anos?

Numa tal obra veríamos quem são os verdadeiros culpados do actual atraso, quando é que se avançou, quando é que se recuou, quando é que se estagnou. Tenho a certeza absoluta de que muitas pessoas iriam ter grandes surpresas sobre méritos e desméritos. Entretanto, vai reinando a propaganda barata...

Grande parte da propaganda barata deriva das tretas «económicas» e «históricas» de Cunhal, no Rumo à Vitória (1965), e sempre repetidas pela sua máquina e até por aliados ou rivais, mesmo não-comunistas, apesar dessa fraude ter sido prontamente desmascarada por Francisco Martins Rodrigues, um comunista dissidente de Cunhal, em Revolução Popular.

Conclusão: aqui fica um desafio aos economistas isentos para se abalançarem nessa obra...

A fraude engalanada em ciência política e económica:
quando Portugal era, na média do decénio, o segundo país do mundo
com a maior taxa de crescimento, Cunhal proclama a estagnação...