terça-feira, 30 de junho de 2015
Pedófilos querem os mesmos direitos
que os homossexuais
Não deveria ser surpresa que os pedófilos estão usando as mesmas tácticas usadas por activistas dos direitos «gays» para procurar estatuto semelhante argumentando que o seu desejo por crianças é uma orientação sexual diferente que heterossexuais ou homossexuais.
Uma conferência académica realizada na universidade de Cambridge disse que o interesse pela pedofilia é «natural e normal para os homens», e que «pelo menos uma minoria considerável de homens normais gostaria de ter sexo com crianças, e os machos normais são despertados por crianças.»
Esses sentimentos foram discutidos numa conferência que teve lugar no ano passado para discutir a classificação da sexualidade no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), o manual psiquiátrico internacional padrão usado pelo sistema legal.
Extraído do Northern Colorado Gazette:
Usando as mesmas tácticas usadas por activistas dos direitos dos «gays», pedófilos começaram a procurar estatuto semelhante argumentando que o seu desejo por crianças é uma orientação sexual diferente que heterossexuais ou homossexuais.
Os críticos do estilo de vida homossexual há muito tempo alegam que, uma vez que se torne aceitável identificar a homossexualidade como simplesmente um «estilo de vida alternativo» ou orientação sexual, logicamente nada seria fora dos limites.
Os advogados «gays» tomaram ofensa de tal posição insistindo que isso nunca iria acontecer. No entanto, os psiquiatras estão começando agora a defender a redefinição da pedofilia da mesma forma que a homossexualidade foi redefinida há vários anos.
Em 1973, a Associação Americana de Psiquiatria desclassificou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais. Um grupo de psiquiatras com B4U-Act realizou recentemente um simpósio propondo uma nova definição para a pedofilia no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos de Saúde Mental da APA.
O B4U-Act chama aos pedófilos «pessoas atraídas por menores». O site da organização afirma que o seu propósito é «ajudar os profissionais de saúde mental a aprender mais sobre a atracção por menores e considerar os efeitos dos estereótipos, o estigma e o medo.»
Em 1998, a APA emitiu um relatório afirmando que “o potencial negativo do sexo adulto com crianças foi exagerado» e que «a grande maioria dos homens e mulheres não relataram nenhum efeito sexual negativo de experiências de abuso sexual na infância.»
A pedofilia já recebeu o estatuto de protegida pelo Governo Federal. Matthew Shephard e James Byrd Jr., da Lei de Prevenção de Crimes de Ódio listam a «orientação sexual» como uma classe protegida; no entanto, eles não definem o termo.
Os republicanos tentaram adicionar uma emenda especificando que «a pedofilia não é protegida como orientação»; no entanto, a alteração foi rejeitada pelos democratas. O republicano Alcee Hastings (D-FL) afirmou que todos os estilos de vida sexuais alternativos devem ser protegidos nos termos da lei. «Este projecto aborda a nossa determinação para acabar com a violência baseada no preconceito e garantir que todos os americanos, independentemente da raça, cor, religião, nacionalidade, sexo, orientação sexual, identidade de género ou deficiência ou todos esses «filias e fetiches e «ismos» que foram apresentados não precisam viver com medo por causa do que eles são. Exorto os meus colegas a votar a favor dessa regra.»
A Casa Branca elogiou o projecto, dizendo: «No fundo, isto não é apenas sobre as nossas leis; isto é sobre o que somos como povo. Isto é sobre se nos valorizamos um ao outro – abraçar as nossas diferenças em vez de permitir que elas se tornem uma fonte de animosidade.»
No início deste ano dois psicólogos do Canadá declararam que a pedofilia é uma orientação sexual, assim como a homossexualidade ou a heterossexualidade.
Van Gijseghem, psicólogo e professor aposentado da Universidade de Montreal, disse aos membros do Parlamento que «os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem um pequeno delito de vez em quando, mas sim tratam-se de pessoas com o que é equivalente a uma orientação sexual, assim como um outro indivíduo pode ser heterossexual ou mesmo homossexual.
Ele passou a dizer: «Verdadeiros pedófilos têm uma preferência exclusiva por crianças, que é o mesmo que ter uma orientação sexual. Você não pode mudar a orientação sexual da pessoa. Ela pode, no entanto, permanecer abstinente.»
Quando perguntado se se deve comparar os pedófilos aos homossexuais, Van Gijseghem respondeu: «Se, por exemplo, você estava vivendo numa sociedade onde a heterossexualidade é proscrita ou proibida e lhe fosse dito que tinha que fazer terapia para mudar a sua orientação sexual, provavelmente diria que isso é um pouco louco. Por outras palavras, não iria aceitar. Eu uso esta analogia para dizer que, sim, realmente, os pedófilos não mudam a sua orientação sexual.»
Dr. Quinsey, professor emérito de psicologia na universidade de Queen em Kingston, Ontário, concordou com Van Gijseghem. Quinsey disse que os interesses sexuais dos pedófilos preferem crianças e, «não há evidências de que esse tipo de preferências possam ser alteradas por meio de tratamento, ou com qualquer outra coisa.»
Em Julho de 2010, um jornal de saúde pública de Harvard disse: «A pedofilia é uma orientação sexual e não deve mudar. O tratamento tem por objectivo capacitar alguém para resistir a agir sobre os seus impulsos sexuais.»
Linda Harvey, da Missão América, disse que o impulso dos pedófilos para ter igualdade de direitos tornar-se-ão cada vez mais comuns como os grupos LGBT que continuam a afirmar-se.«Faz tudo parte de um plano para introduzir o sexo para crianças em idades cada vez mais jovens; para convencê-los de que a amizade normal é realmente uma atracção sexual.»
Milton Diamond, professor da universidade do Havaí e director do Centro do Pacífico para Sex and Society, afirmou que a pornografia infantil poderia ser benéfica para a sociedade porque, «os potenciais criminosos sexuais usam a pornografia infantil como um substituto para o sexo contra as crianças.»
Diamond é um professor distinto do Instituto para o Estudo Avançado da Sexualidade Humana , em San Francisco. O IASHS defendeu abertamente a revogação da proibição Revolucionária da guerra contra os homossexuais no serviço militar.
O IASHS apresenta, no seu site, uma lista de «direitos sexuais básicos», que inclui «o direito de se envolver em actos ou actividades de qualquer natureza sexual, desde que não envolvam actos não-consensuais, a violência, constrangimento, coacção ou fraude. «Outro direito é, ser livre de perseguições, condenação, discriminação ou intervenção social no comportamento sexual privado» e «a liberdade de qualquer pensamento sexual, fantasia ou desejo.» A organização também diz que ninguém deve ser «desfavorecido por causa da idade.»
[Nota]: o site também diz na sua declaração de missão: O Instituto dedica-se à crença de que os direitos sexuais são direitos humanos básicos e é conveniente para ajudar os alunos a compreender que muitas pessoas foram feridas, falsamente presas e perseguidas por causa das leis e desinformação sobre o papel e o lugar da sexualidade e as suas muitas expressões por indivíduos na nossa sociedade.
As leis que protegem as crianças foram contestadas em vários estados, incluindo a Califórnia, Geórgia e Iowa. Os criminosos sexuais afirmam que as leis lhes proibem viver perto de escolas ou parques e são injustas porque os penaliza para a vida.
Fonte: http://truthuncensored.net/pedophiles-want-same-rights-as-homosexuals/#sthash.gv5GUJdW.dEYCMjwT.dpbs
Tradução: Emerson de Oliveira
sexta-feira, 26 de junho de 2015
A Congregação para a Doutrina da Fé
declara falsas as supostas aparições
de Medjugorje
Fonte: Gianluca Barile, vaticanista
Durante a reunião plenária da Congregação para a Doutrina da Fé, o Cardeal Gerhard Ludwig Müller, Prefeito da Congregação, divulgou o parecer da Santa Sé em relação às aparições de Medjugorje (Bósnia-Herzegovina) e aos respectivos videntes. A conclusão apresentada é que nunca aconteceu nenhum evento sobrenatural em Medjugorje. Este parecer foi apresentado pela «Comissão Ruini», constituída pelo Papa Bento XVI para investigar os ditos fenómenos e as mensagens da Virgem Maria que são tornadas publicas regularmente pelos videntes desde 1981.
A Congregação para a Doutrina da Fé aprovou uma série de restrições e recomendações em relação a Medjugorje, tais como:
– Os fiéis católicos estão proibidos de participar nos «extases» dos videntes.
– Os videntes estão proibidos de divulgar os textos que dizem ter recebido da Virgem Maria.
– A paróquia de Medjugorje não será um Santuário Mariano, como desejavam os videntes.
– Os bispos não podem acolher nas suas dioceses os videntes para darem o seu testemunho.
– Os bispos devem recomendar aos seus fiéis que quando se deslocarem a Medjugorje como peregrinos se façam acompanhar por um sacerdote católico.
– Os peregrinos que se desloquem a Medjugorje não devem reconhecer como verdadeiras as aparições e devem evitar qualquer contacto com os videntes, concentrando-se apenas na oração e Sacramentos.
Estas duras medidas tomadas pela Santa Sé foram justificadas pela inconsistência teológica das mensagens de Medjugorje e com os grandes rendimentos que os próprios videntes garantiram durante todos estes anos. Os videntes são proprietários de vários hotéis, bastante lucrativos graças ao grande número de peregrinos que se deslocam até Medjugorje.
O Cardeal Müller afirmou ainda que Medjugorje deverá continuar a ser considerado um local de fé e oração porque Deus consegue recolher até onde não semeia.
A Congregação para a Doutrina da Fé não pôs em causa os bons frutos de Medujgorge nem o ambiente de oração e amor aos Sacramentos que lá se vive.
As suspeitas da Congregação para a Doutrina da Fé recaem exclusivamente na falta de credibilidade que a comissão apontou aos videntes de Medjugorje, e é a esses que os fiéis católicos devem evitar seguir.
Já há 2 anos a Congregação para a Doutrina da Fé tinha emitido uma nota aos bispos americanos na qual avisava que: «Não é permitido, tanto a clérigos como a leigos, participar em encontros, conferências ou celebrações públicas nos quais a credibilidade de tais ‘aparições’ (Medjugorje) seja dada como garantida.»
A inevitável pergunta: e Fátima?
Fátima não possui erros doutrinários nas suas mensagens.
Não houve casos de desobediência.
Os seus videntes não enriqueceram com a Aparição e seguiram vida religiosa ou morreram, como nas outras aparições autênticas anteriores.
As profecias confirmaram-se.
Os sinais foram visíveis, como o milagre do sol,
testemunhado por 70 000 fiéis.
Conclusão: Fátima é real.
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Vamos referendar o Acordo Ortográfico!
Heduíno Gomes
Em boa a verdade, a
ortografia não é assunto que se referende por constituir matéria a ser tratada
por especialistas — competentes e não por broncos ou vendidos a interesses —,
no exercício da autoridade do Estado que defenda a identidade nacional — Estado
que não temos.
Esta acção política do referendo não é propriamente para decidir da correcta
ortografia mas apenas se destina a travar esse crime contra a língua portuguesa
iniciado por Santana Lopes-Cavaco e continuado pelos sucessivos políticos
medíocres que nos têm governado ao longo destes decénios.
Eis os elementos essenciais sobre a iniciativa.
Recolha de assinaturas está em marcha.
Personalidades das áreas da política, artes, cultura e académicos estão a recolher assinaturas para um referendo ao Acordo Ortográfico (AO1990) e questionam sobre a matéria os candidatos a cargos políticos nas próximas eleições.
Finalmente, os cidadãos podem pronunciar-se sobre um assunto que sempre foi decidido e imposto sem lógica.
Da lista fazem parte escritores, professores e cientistas, políticos, comentadores, jornalistas, todos juntos numa iniciativa que nasceu em Abril passado num fórum realizado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa com o título «Pela Língua Portuguesa, diga NÃO ao Acordo Ortográfico de 1990».
Além do referendo, os promotores querem também perguntar às forças políticas e aos candidatos presidenciais o que pensam sobre o Acordo, se o utilizarão no exercício do cargo caso sejam eleitos, de que forma Portugal se deve de desvincular (se for o caso) e em que sentido votarão a iniciativa de referendo na Assembleia da República.
A iniciativa tem 52 mandatários. O referendo, segundo a Constituição (artigo 115.º – 2) pode resultar de iniciativa de cidadãos dirigida à Assembleia da República. São necessárias 75 mil assinaturas.
Onde Assino?
https://referendoao90.wordpress.com/
quinta-feira, 18 de junho de 2015
As feministas Paulinas em festa...
Luís Lemos
As feministas Paulinas comemoram 100 anos da sua actividade.
Uma congregação que deveria estar ao serviço do cristianismo é um antro de feministas e esquerdistas, amigas do Bento Domingues, de Tolentino e da maçonaria eclesiástica, dedicando-se a editar, no meio de alguns livros aceitáveis, propaganda completamente anticristã e expondo nas suas livrarias livros e autores do pior que por aí há.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
A lógica causa-efeito segundo Bergoglio
Heduíno Gomes
Numa conversa privada com o bispo austríaco Andreas Laun, no início deste ano, segundo o próprio bispo num artigo, Bergoglio condenou duramente a «ideologia de género».
Não entendo! Então não podíamos julgar os invertidos e podemos julgar a «ideologia do género»? Não se pode julgar o efeito mas pode julgar-se a causa?...
terça-feira, 16 de junho de 2015
Uma grande chafurda e muitos chafurdeiros
Padre Nuno Serras Pereira
As sentenças fétidas, nauseabundas e repugnantes que alguns bispos e
cardeais têm expectorado convulsivamente desde que Francisco desenfreou os
gnóstico-racionalistas capitaneados pelo tanto-diz-como-desdiz, Kasper de seu
nome (conhecido, entre outras enormidades, por rebelar-se contra a Dominus
Jesus, síntese do essencial da Fé, não só têm provocado uma enorme confusão
mas também um enormíssimo escândalo – no sentido próprio deste termo, a saber,
influenciar e conduzir os outros ao pecado e, acrescente-se, grandíssimo
pecado, corrompendo a Fé, os Sacramentos, a Lei Divina e a Moral Natural. E,
gigantesca e tristíssima ironia, tudo isto se passa no governo (reparar
bem que escrevi governo e não Magistério) de um Papa que
sistematicamente ruge contra a corrupção, sendo que a mais grave entre todas
é a da Fé, da recta Doutrina, ou seja da Verdade critério único da
Caridade e da Misericórdia.
O mal diluviano que se tem abatido cruelmente sobre os católicos e
demais humanidade por estes vómitos diabólicos perdurará durante muitas décadas
senão mesmo alguns séculos sobre o povo de Deus e todos aqueles a quem este é
vocacionalmente enviado em missão, independentemente do resultado do próximo
Sínodo sobre a Família e daquilo que o Santo Padre venha a dizer ou decidir.
É um mistério o que vai no íntimo e no pensamento de Francisco. Até
agora, quer como Arcebispo de Buenos Aires quer como Papa, é sentir comum que
no seu Magistério nada há de heterodoxo. No entanto, não se pode ignorar que
faz nomeações de bispos que publicamente advogam ensinamentos contrários aos do
Magistério perene da Igreja. Por outro lado, deparamo-nos com bispos e cardeais
que afirmam que o Papa lhes disse tal e tal coisa e outros que afirmam que
Francisco lhes disse exactamente o contrário. De modo que nos é impossível
saber se estes prelados mentem ou se o Papa (infelizmente, os Papas podem
pecar; a infalibilidade nada tem a ver com impecabilidade) diz a cada um aquilo
que acha que eles querem ouvir. Ou, talvez mais provavelmente tratar-se-á de um
problema complicado de comunicação. O que a ser assim deveria rápida e
profissionalmente ser resolvido.
Finalmente há as entrevistas e alguns improvisos que só vêm acrescentar
perplexidades e confusões.
Quando, por exemplo, o Papa em conferência de imprensa, na viagem
apostólica às Filipinas, afirma que «o povo nunca se engana», só podemos
concluir que esta asserção é falsa. Ou então, por exemplo, concluiríamos que o
povo na Irlanda ao votar sim ao falsamente denominado
casamento entre pessoas do mesmo sexo, no referendo, tinha razão, pois o povo
nunca se engana. Teria sido por isso que o Santo Padre tão loquaz em tantos
assuntos se absteve de se pronunciar sobre o horror que ali se passou?
Como será possível que um Sumo Pontífice num encontro com deficientes e
suas famílias diga que diante da crucifixão de Seu Filho Nossa Senhora terá
pensado que o Anjo da Anunciação era um aldrabão?!?! Ele há coisas que eu não
entendo, de todo.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Bergoglio nomeia arcebispo de Berlim
apoiante de «casamentos» de invertidos
Este é o verdadeiro Bergoglio:
https://www.lifesitenews.com/
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| Arcebispo de Berlim Heiner Koch |
domingo, 14 de junho de 2015
Comunhão proposta por Kasper
insulta Cristo
O Cardeal Robert Sarah, o prefeito altamente respeitado da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, no Vaticano, nomeado em 2014, deixou bem claro desde Outubro do ano passado no Sínodo Extraordinário sobre a Família que qualquer tentativa de separar o ensino católico da «prática pastoral» é uma forma de «heresia e uma patologia esquizofrénica perigosa.»
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| Cardeal Robert Sarah, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos |
sábado, 13 de junho de 2015
O duplo grito de alarme
do Cardeal Antonelli
Sandro Magister
Synode. Le double cri d'alarme du cardinal Antonelli
Il a présidé pendant cinq ans le conseil pontifical pour la famille. Permettre aux divorcés remariés de communier, prévient-il, marquerait non seulement l’avilissement de l'eucharistie mais aussi la fin du sacrement de mariage.
Synod. Cardinal Antonelli’s Twofold Cry of Alarm
For five years he presided over the pontifical council for the family. Communion for the divorced and remarried, he warns, would mark not only the debasement of the Eucharist, but also the end of the sacrament of marriage.
Sínodo.
El doble grito de alarma del cardenal Antonelli
Ha presidido durante cinco años el pontificio consejo para la familia. La comunión a los divorciados que se han vuelto a casar, advierte, marcaría no sólo el envilecimiento de la eucaristía, sino también el final del sacramento del matrimonio.
Ha presidido durante cinco años el pontificio consejo para la familia. La comunión a los divorciados que se han vuelto a casar, advierte, marcaría no sólo el envilecimiento de la eucaristía, sino también el final del sacramento del matrimonio.
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| Cardeal Ennio Antonelli |
terça-feira, 9 de junho de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
A crise da Igreja na Alemanha
Ver pormenores no link:
segunda-feira, 25 de maio de 2015
O efeito Bergoglio
É meia hora de discurso. Vale a pena.
https://www.youtube.com/watch?
Excelente palestra do P.e Linus Clovis (da Arquidiocese de Castries, Ilha de Santa Lúcia, Caribe) num seminário de líderes do Movimento Pró-Vida em Roma, em 8 de Maio de 2015.
domingo, 24 de maio de 2015
De televisão da Igreja Católica
a televisão da Carbonária
Helena Matos em Blasfémias
[Ver a nossa achega final]
Via Corta fitas cheguei a este video do telejornal da TVI apresentado do Museu dos Coches. A finalizar o dito bloco informativo José Alberto Carvalho mostrou o landau onde viajava D. Carlos no dia do regicídio. Aí começa uma singular peça jornalística de apologia do assassínio em nome da República.
Para começar o dia do regicídio é definido como «uma data considerada funesta para os monárquicos». Já de si é estranho que se restrinja a condenação do assassínio de um chefe de Estado e de um dos seus filhos (já agora o dito chefe de Estado era bem mais tolerante e democrático do que aqueles que lhe sucederam nessas mesmas funções) apenas àqueles que apoiam esse tipo de regime, logo se se mata um rei isso perturba os monárquicos, se se mata um PR isso perturba os republicanos, se se mata um católico o crime é condenado pelos católicos…
Mas o mais extraordinário veio depois. José Alberto Carvalho começa a ler a carta-testamento do Buíça «Meus filhos ficam pobrissimos; não tenho nada que lhes legar senão o meu nome e o respeito e compaixão pelos que soffrem. Peço que os eduquem nos principios da liberdade, egualdade e fraternidade que eu commungo e por causa dos quaes ficarão, porventura, em breve, orphãos» para de seguida afirmar exclamativo e consternado: «Dois dias antes Manuel Buíça antevia o que lhe podia acontecer» (Coisa extraordinária esta e de uma clarividência única: uma pessoa prepara-se para matar outra que por sinal até é chefe de Estado e supor que não sobrevive a tal intento é uma antevisão profética! Experimente o Zé Alberto armar-se em Buíça por exemplo ao pé de presidentes progressistas como Hollande ou Obama isto para já não falar de Putin e provavelmente só lhe resta apresentar o telejornal para os anjinhos.)
Mas o pior estava para chegar. Em modo televisão Carbonária José Alberto Carvalho conclui «E ainda hoje curiosamente mais de um século depois estes princípios republicanos ou de humanidade são ainda objecto de debate. O que queremos e o que estamos dispostos a fazer pelos nossos jovens é o tema de um debate na TVI 24 (…) Está sempre tudo por dizer em relação ao sonho e à mudança.»
A avaliar por esta peça da TVI o que podemos fazer pelos nossos jovens é ensiná-los a fazer bombas para em nome dos princípios de humanidade matarem aqueles que os progressistas identificam como maus. E depois poeticamente concluímos «Está sempre tudo por dizer em relação ao sonho e à mudança.»
A NOSSA ACHEGA FINAL
Desde já, os meus cumprimentos à autora de mais este excelente artigo, autora que aqui reproduzimos frequentemente dado que é daquelas pessoas que diz as coisas para que se entendam...
Em relação a este artigo, uma pequena correcção. Apenas no título. E só na primeira metade do título. De facto, «De televisão da Igreja Católica a televisão da Carbonária» encerra um erro na primeira metade porque a TVI nunca foi da Igreja Católica. Explico.
Eu fui daqueles crédulos que entraram com algum para a Igreja Católica ter uma voz na cultura e na informação. Concretamente, foram 102 mil escudos (número não redondo por razões aritméticas minhas...).
Quando soube que era esse Roberto Carneiro a dirigir a TVI, fiquei de pé atrás, pois já o topava das guerras do ensino. Chegado o dia da primeira emissão, estava atento.
O que vi eu logo no início da primeira emissão da televisão dita católica? Vi o kamarada Carlos Alberto Moniz (entretanto tendo vendido o passe à maçonaria, pois o PCP já não rendia), com outros kamaradas convidados, da área do entretenimento infantil, a «catequizar» a miudagem.
O que vi eu de significativo numa posterior emissão da televisão dita católica? Vi Júlio Isidro a promover os invertidos, entrevistando um deles, com aquele catálogo de «direitos» que hoje se tornou banal invocar mas em que a TVI, televisão dita católica, se tornava precursora.
O que vi mais na televisão dita católica? Vi a apresentação de filmes ironicamente designados por uma pessoa minha amiga como «semi-pornográficos».
O que vi eu no telejornal da RTP ou SIC? Vi, no aeroporto, Roberto Carneiro, presidente da TVI, à chegada a Lisboa, questionado por uma repórter sobre a adequação de tais «filmes ousados» a uma televisão católica, dando uma resposta sábia (como sempre), confessando-se assim publicamente: –– «Mas a TVI não é uma televisão seminarista!». Gostei!
Meus belos 102 contos! Tanto jeito me davam hoje!
Heduíno Gomes
terça-feira, 19 de maio de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Crime contra a Língua Pátria
Em próximas eleições, votar apenas em partidos que defendam a revogação da lei do aborto ortográfico engendrado por Santana Lopes quando Secretário de Estado de Cavaco, e depois confirmado pelos sucessivos politiqueiros.
quinta-feira, 14 de maio de 2015
sábado, 9 de maio de 2015
Putrefactos cadáveres ambulantes
Padre Nuno Serras Pereira
O ar eclesial está pestilento. O fedor asqueroso de episcopais putrefactos cadáveres ambulantes corrompe o tecido eclesial, particularmente os pequenos, os fracos, infeccionados por quem os devia cuidar salutarmente (ver por ex: conferência episcopal alemã – em francês, espanhol, italiano
Infelizmente, é preciso dizê-lo com toda a clareza: a Igreja parece estar de pantanas, sem rei nem roque. A anarquia e a irresponsabilidade galopeiam impetuosamente, sem freio, espumando um ignóbil sentimentalismo ternurentamente irracional que acomete as consciências e as mentalidades.
O paciente, perseverante e gigantesco labor de S. João Paulo II, consolidado por Bento XVI, de reconstrucção da Igreja, que ameaçava ruína, está sendo posto em causa, minado, carcomido.
Doutrinas reveladas pela Sagrada Escritura e pela Tradição da Igreja, algumas estabelecidas pelos Concílios de Florença e de Trento são apresentadas por grande parte das mais altas autoridades eclesiáticas como se fossem questões disputadas, e estrategicamente contestadas e propagandeadas pela Inter-rede, por grandes órgãos de comunicação social, inclusive da Igreja, controlados pelos habituais multi-milionários, conjurados em eliminar o Catolicismo. A mentira é atroz. A sedução é diabólica. A anti-Palavra, a anti-Verdade, são promovidas pelos piores inimigos da Igreja, que lhe são internos, lobos vorazes que cheiram a ovelhas. O Maligno exulta de contentamentos demoníacos. Satanás preside a uma lúgubre festa no Inferno.
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Duas brevíssimas citações
do cardeal Robert Sarah
Padre Nuno Serras Pereira
1. «Enquanto centenas de milhares de cristãos vivem todos os dias com o medo no corpo, alguns querem evitar que os divorciados recasados sofram, porque se sentiriam discriminados por serem excluídos da comunhão sacramental.»
2. «Os homens que edificam e estruturam estratégias para matar a Deus, demolir a doutrina e o ensinamento seculares da Igreja serão eles mesmos devorados, precipitados pela sua vitória na Geena eterna (Inferno).»
Em Dieu ou rien. Entretien sur la foi (Fayard, 2015)
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Tolos ou mentirosos
Anthony Esolen
Os actuais defensores da Revolução Sexual – esse grande pântano de esgoto, miséria humana, famílias disfuncionais, entretenimento decadente e advogados – garantem que a ruptura antropológica mais radical que a humanidade alguma vez conheceu, a desvinculação entre o casamento, a procriação e os simples factos da vida, não terá qualquer efeito (nenhum, não se preocupem) sobre o casamento, a procriação, a família e a vida comunitária.
Ao que eu respondo: «Não foi isso que disseram das outras vezes?» Precisamente qual das previsões dos revolucionários sexuais é que se confirmou?
Disseram-nos que a liberalização das leis de divórcio não teria qualquer efeito, nenhum, não se preocupem, sobre as taxas de divórcio. A nova lei apenas tornaria o divórcio menos doloroso para o casal e, por isso, menos doloroso para os filhos. Porque aparentemente existem «bons» divórcios.
Através de uma demonstração milagrosa de simpatia e maturidade fora do alcance da sua idade, as crianças ficariam felizes por ver os seus pais felizes. Aliás, de outra forma a sua felicidade não seria possível. Ninguém se deu ao trabalho de perguntar como é que os pais poderiam ser felizes perante a infelicidade dos seus filhos. Mas os revolucionários enganaram-se em relação a isso. Ou então estavam a mentir, das duas, uma.
Disseram-nos que toda a gente fazia «aquilo», sendo que «aquilo» se tornou gradualmente mais imoral e antinatural, e basearam as suas afirmações em investigação levada a cabo pelo pedófilo e fraude Alfred Kinsey. Ver com bons olhos a fornicação, disseram, não mudava nada, apenas libertava as pessoas da censura e permitia-lhes fazer aberta e honestamente aquilo que até então tinham feito desonestamente e em segredo.
Em apenas uma geração a relação entre os sexos transformou-se completamente até que as raparigas e os rapazes que queriam praticar a normal virtude da prudência, e até a mais difícil virtude da castidade, se viram isolados e sós. Antigamente o coração de um rapaz entraria em sobressalto se a rapariga lhe desse um beijo. Agora, mal consegue fingir um bocado de afecto se ela não o levar ao clímax. Também aqui os revolucionários se enganaram. Ou então estavam a mentir.
Disseram-nos que a pornografia era um passatempo inocente para uma minoria que gostava. Não tinha nada a ver com violência, não seria prejudicial para a cultura. Seria possível proteger os nossos filhos dela. Não teria qualquer efeito, nenhum, não se preocupem. Vale a pena sequer comentar esta? Enganaram-se, ou então estavam a mentir.
Disseram-nos que com a pílula ia haver menos crianças concebidas fora do casamento, e que a liberalização das leis do aborto não afectaria, de todo, não se preocupem, o número de mulheres que o procuram. O Papa Paulo VI, na Humanae Vitae, previu o contrário. Actualmente 40% das crianças na América nascem fora de casamentos, a maior parte cresce sem um lar estável. Segundo o próprio Supremo Tribunal, o aborto tornou-se uma parte tão intrínseca da vida de uma mulher, como uma protecção de último recurso contra fazer um filho quando se faz a coisa que faz filhos, que não pode ser limitado. Mais uma vez, os revolucionários enganaram-se, ou estavam a mentir.
Talvez deva dizer que estavam a mentir outra vez, porque as provas que levaram até ao tribunal tinham sido sempre um monte de mentiras.
Disseram-nos que o facto de pequenas crianças serem introduzidas ao prazer sexual por pessoas queridas e mais velhas não tinha grande mal, a não ser que os pais reagissem de forma exagerada. Durante algum tempo tiveram de se esquecer que o tinham dito, mas agora que a Igreja Católica pôs a casa em ordem outra vez estão a esquecer-se de que se tinham esquecido e começam a cantar novamente a mesma melodia: não tem qualquer mal, nenhum, não se preocupem. Estavam, e estão, enganados, ou estavam e estão a mentir.
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| Não se preocupem |
Disseram-nos que as leis de igualdade de género não resultariam em consequências absurdas, como o envio de mulheres para as frentes de combate, casas de banho unissexo e a normalização da homossexualidade. Não teria qualquer efeito, nenhum, não se preocupem. Enganaram-se, ou estavam a mentir.
Em que é que acertaram? Alguma vez as relações entre homens e mulheres estiveram mais marcadas pela suspeita, raiva e vergonha? De acordo com os seus próprios testemunhos, as nossas faculdades são agora selvas incontroláveis de assédio e violação. Não era assim antes de os revolucionários meterem mãos à obra.
Disseram-nos que o aborto não conduziria à eutanásia. Agora dizem ainda bem que o aborto conduziu à eutanásia mas dizem que a eutanásia, a morte medicamente assistida, não levará à matança de idosos sem o seu consentimento. Mas por acaso isso já aconteceu. Todos os dias há idosos a serem sujeitos a asfixia lenta e supostamente indolor, em todos os hospitais do país. Não terá qualquer efeito, nenhum, não se preocupem.
Disseram-nos que o alargamento da noção (não a realidade, que é impossível, mas a pretensão) de casamento a pessoas do mesmo sexo não teria qualquer efeito, nenhum, sobre qualquer outra coisa no país. Não afectará o que os nossos filhos aprendem na escola, não afectará o número de jovens a experimentarem coisas antinaturais, não afectará a liberdade religiosa, não afectará a liberdade de expressão.
Não poderia ter qualquer efeito sobre essas coisas porque, garantiram-nos, o comportamento em questão é perfeitamente natural, levado a cabo por pessoas perfeitamente saudáveis. Não teria qualquer efeito, nenhum, não se preocupem, agora concordem ou sejam destruídos.
Alguma vez as previsões desta gente se confirmaram? Porque é que havemos de confiar neles agora?
Um ex-maçom explica detalhadamente
a relação entre o demónio e a maçonaria
Serge Abad-Gallardo foi membro da maçonaria durante mais de 25 anos, chegou a ser mestre de 14.º grau. Depois de uma peregrinação ao Santuário de Lourdes tudo mudou e começou o seu caminho de conversão, que logo o levou a escrever um livro. Na entrevista ao grupo ACI explica também a relação que existe entre o demónio e a maçonaria.
«Fiz parte da maçonaria e pensei que tinha que escrevê-lo primeiro para compreender mais e depois contar às pessoas. Qualquer pessoa tem a liberdade para fazer o que quiser, mas na maçonaria não se fala francamente», relata o autor do livro «Por que deixei de ser maçom», editado apenas em espanhol.
«Através do meu livro quero demonstrar que o catolicismo e a maçonaria não podem ser praticados juntos», explica o ex-maçom.
Serge é arquitecto e entrou na loja maçónica através um amigo, tentando encontrar aí as respostas às perguntas mais profundas do homem.
«Eu não pensava deixar a maçonaria. Tive alguns problemas sérios na minha vida e interrogava-me qual a resposta que a maçonaria me poderia dar a esses problemas, porém não encontrei nenhuma resposta. Entretanto no caminho com Cristo sim encontrei-a», afirmou.
Abad-Gallardo contou que o caminho para deixar a maçonaria foi difícil: «durante um ano ou ano e meio estava convencido que tinha encontrado a fé e não sabia se deveria permanecer na maçonaria, aí podia falar aos maçons sobre o Evangelho. Mas conversando com um sacerdote, ele explicou-me que não adianta tentar falar-lhes na Palavra de Deus, porque eles não estavam dispostos a escutar».
Após os repetidos comentários anticlericais de vários altos graus da maçonaria, Serge não podia ficar calado e defendia a Igreja. Além das críticas à Igreja e ao Papa descobriu que no ritual do início do ano maçónico «dava-se glória a Lúcifer». «Eles não dizem que se trata do diabo, mas usam a etimologia da palavra e dizem que é ‘o portador de luz’», explica o espanhol ao grupo ACI.
Algo parecido também ocorreu quando viu que entre os altos graus da maçonaria elogiam a serpente do livro do Génesis, a mesma que tentou a Adão e Eva cometerem o pecado original. «Dizem que a serpente trouxe a luz e o conhecimento que Deus não queria conceder ao homem. Isto é uma perversão muito grave», declara.
Conforme afirma Serge: «entre a maçonaria e o demónio há uma relação, mas não é tão directa». A maioria dos maçons não percebem a influência do demónio nos rituais maçónicos. Eles pensam, com a melhor das intenções, que estão trabalhando pela «felicidade da humanidade» ou pelo «progresso da humanidade», isto é, «não existe um culto abertamente ao diabo, mas elogiam com palavras e devemos perceber, o quanto é perigoso para um católico estar dentro de uma sociedade assim».
O ex-maçom relata: «embora poucos maçons saibam claramente da relação que a maçonaria tem com o demónio, cumprem estes ritos sabendo perfeitamente o que estão fazendo. Mas, segundo a minha experiência, a maioria deles não percebem», «não devemos esquecer que o demónio é o 'pai da mentira'».
Conforme explica, esta relação indireta com o demónio manifesta-se de muitas maneiras, mas todas confluem em afastar as pessoas que entram na maçonaria da fé e especialmente da igreja Católica. «A maçonaria tenta convencer que a fé e a Igreja são superstições e obscurantismo», recordou Serge.
Nesse sentido Serge Abad-Gallardo também explica: «o ritual maçónico influi na mente, no subconsciente e na alma das pessoas. O maçom olha para os símbolos e os rituais maçónicos como se fossem verdades profundas e esotéricas».
Apesar de que «na maçonaria não existam ritos directamente satânicos, estas cerimónias constituem uma porta de entrada para o demónio».
Uma das palavras secretas e sagradas dos mestres maçons, conforme explica Serge, é «Tubalcaïn», traduzida como «descendente directo de Caim». «Já sabemos o que Caim fez. Foi inspirado pelo demónio a matar o seu irmão por ciúmes e é o modelo para os mestres maçons», afirma Serge.
«Os rituais não mudaram, só tiveram pequenas mudanças. De facto, nos altos graus, é onde se encontra as referências mais esotéricas e ocultas, por volta do ano 1800, 70 anos depois de nascer a maçonaria em 1717».
Nessa relação entre a maçonaria e o satanismo, Serge indica ao grupo ACI: «a maioria dos maçons estão iludidos por palavras altruístas e mentirosas e por isso não percebem a relação entre ambas».
De facto, explica que numa das tábuas maçónicas, isto é, um trabalho escrito e apresentado por um maçom, é explicado que «quem fundou o satanismo moderno foi o americano Anton Szantor Lavey, um irmão (maçom) que fundou em 1966 a igreja de Satanás que actualmente é a principal organização satânica e de modelo para as demais».
«A maçonaria afasta-se de Cristo. Porque embora se fale sobre Jesus Cristo no 18.º grau dos altos graus maçónicos, não tem nada a ver com o Jesus Cristo da igreja Católica, pois mencionam-o como um sábio ou um filósofo qualquer», insiste.
«Existem maçons que vão ainda mais longe nesta blasfémia, pois excluem a divindade a Cristo e dizem que ele foi o primeiro maçom, um homem iniciado. Explicam que José e Jesus foram carpinteiros. E que a palavra 'carpinteiro' é a etimologia da palavra 'arquitecto' e todos os maçons, especialmente nos altos graus são grandes arquitectos», afirmou Serge.
Fazendo menção ao tema: «na maçonaria acreditam no 'grande arquitecto do universo', querem que acreditemos que este é o mesmo Deus do catolicismo, mas não é verdade. Às vezes conseguem enganar os católicos dizendo que ser maçom e ser católico é compatível por esta referência a Cristo».
Há dois anos Serge saiu da maçonaria, mas afirma que o controle que esta organização tem sobre a sociedade francesa é crescente. «No meu primeiro trabalho o prefeito era maçom, mas ninguém sabia, o director do seu gabinete, o encarregado do urbanismo e eu também éramos maçons e mais dois arquitectos da prefeitura onde trabalhava», recorda.
«Quando tentaram aprovar a última lei sobre a eutanásia, há um parágrafo que faz menção à ‘sedação profunda’ que é a mesma expressão que aparece numa tábua maçónica de 2004, onde mencionam este tema. Quer dizer, que as leis actuais em França estão sendo feitas nas lojas maçónicas, dez ou quinze anos antes de serem votadas», conta ao grupo ACI.
Nesse sentido afirma que «na maçonaria não existe fraternidade, nem amizade, porque tudo são redes. Todos ambicionam o poder político, social e económico».
domingo, 3 de maio de 2015
Os católicos e a autoridade papal
A propósito do unanimismo envolvendo Francisco, num interessante artigo intitulado Eu Não Gosto Deste Papa!, o padre Nuno Serras Pereira escreve sobre a autoridade papal e a legitimidade de discordância dos católicos com o Papa. A referida unanimidade de apoio a Francisco vem dos mais variados sectores, incluindo dos tradicionalmente inimigos da Igreja e do pensamento cristão, como são os casos dos liberais, da maçonaria e até da esquerda marxista, encontrando-se fora ou dentro da própria Igreja.
Reproduzimos aqui algumas passagens do artigo, aquelas que equacionam a atitude dos católicos sobre a autoridade papal.
«Perante um aparente unanimismo, veiculado por grandes órgãos de comunicação social inimigos de Cristo e da Sua Igreja, de simpatia pelo Papa Francisco, por vezes ouvimos ou lemos as palavras que dão título a este texto: eu não gosto deste Papa!
«Não sei se escandalizarei alguém mas a verdade é que é praticamente irrelevante os gostos ou desgosto com qualquer Papa. Mais, é inteiramente legítimo e, por vezes, obrigatório (previsto no Direito Canónico e confirmado ao longo dos séculos pela vida de muitos Santos), manifestar discordância com decisões governativas ou disciplinares de um Papa; e, por vezes, com imprecisões doutrinais que o mesmo possa exprimir em situações que não comprometem a sua autoridade Magisterial – isso, por estranho que pareça a alguns, é um acto de amor para com o Sumo Pontífice. Pode mesmo acontecer que uma sentença de excomunhão decidida por um Papa seja injusta e, por isso, nula como aconteceu, por exemplo, com o dominicano Savonarola, que virtuosamente se negou a aceitá-la, acabando por ser morto cruelmente numa fogueira; mais tarde o Papa Alexandre VI, autor da mesma, reconheceu o seu erro. Nos dias de hoje admite-se a sua canonização, de Savonarola, que não daquele Papa.
«Todo o católico é livre de gostar ou não de qualquer Papa: a Fé e a Santidade não se medem pela sensibilidade. (...) »
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