sexta-feira, 6 de abril de 2012

Jesus, sabendo tudo o que lhe ia acontecer, adiantou-se e disse-lhes: «Quem buscais?»



Naquele tempo, Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cédron, onde havia um horto, e ali entrou com os seus discípulos. 

Judas, aquele que o ia entregar, conhecia bem o sítio, porque Jesus se reunia ali frequentemente com os discípulos. 

Judas, então, guiando o destacamento romano e os guardas ao serviço dos sumos sacerdotes e dos fariseus, munidos de lanternas, archotes e armas, entrou lá. 

Jesus, sabendo tudo o que lhe ia acontecer, adiantou-se e disse-lhes: «Quem buscais?» 

Responderam-lhe: «Jesus, o Nazareno.» Disse-lhes Ele: «Sou Eu!» E Judas, aquele que o ia entregar, também estava junto deles. 

Logo que Jesus lhes disse: «Sou Eu!», recuaram e caíram por terra. 

E perguntou-lhes segunda vez: «Quem buscais?» Disseram-lhe: «Jesus, o Nazareno!» 

Jesus replicou-lhes: «Já vos disse que sou Eu. Se é a mim que buscais, então deixai estes ir embora.»

Assim se cumpria o que dissera antes: «Dos que me deste, não perdi nenhum.» 

Nessa altura, Simão Pedro, que trazia uma espada, desembainhou-a e arremeteu contra um servo do Sumo Sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O servo chamava-se Malco. 

Mas Jesus disse a Pedro: «Mete a espada na bainha. Não hei-de beber o cálice de amargura que o Pai me ofereceu?» 

Então, o destacamento, o comandante e os guardas das autoridades judaicas prenderam Jesus e manietaram-no. 

E levaram-no primeiro a Anás, porque era sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano. 
Caifás era quem tinha dado aos judeus este conselho: «Convém que morra um só homem pelo povo». 

Entretanto, Simão Pedro e outro discípulo foram seguindo Jesus. Esse outro discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e pôde entrar no seu palácio ao mesmo tempo que Jesus. 

Mas Pedro ficou à porta, de fora. Saiu, então, o outro discípulo que era conhecido do Sumo Sacerdote, falou com a porteira e levou Pedro para dentro. 

Disse-lhe a porteira: «Tu não és um dos discípulos desse homem?» Ele respondeu: «Não sou.» 

Lá dentro estavam os servos e os guardas, de pé, aquecendo-se à volta de um braseiro que tinham acendido, porque fazia frio. Pedro ficou no meio deles, aquecendo-se também.

Então, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus acerca dos seus discípulos e da sua doutrina. 

Jesus respondeu-lhe: «Eu tenho falado abertamente ao mundo; sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se reúnem, e não disse nada em segredo. Porque me interrogas? Interroga os que ouviram o que Eu lhes disse. Eles bem sabem do que Eu lhes falei.» 

Quando Jesus disse isto, um dos guardas ali presente deu-lhe uma bofetada, dizendo: «É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?» 

Jesus replicou: «Se falei mal, mostra onde está o mal; mas, se falei bem, porque me bates?» 

Então, Anás mandou-o manietado ao Sumo Sacerdote Caifás. 

Entretanto, Simão Pedro estava de pé a aquecer-se. Disseram-lhe, então: «Não és tu também um dos seus discípulos?» Ele negou, dizendo: «Não sou.» 

Mas um dos servos do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha, disse-lhe: «Não te vi eu no horto com Ele?» 

Pedro negou Jesus de novo; e nesse instante cantou um galo. 

De Caifás, levaram Jesus à sede do governador romano. Era de manhã cedo e eles não entraram no edifício para não se contaminarem e poderem celebrar a Páscoa.

Pilatos veio ter com eles cá fora e perguntou-lhes: «Que acusações apresentais contra este homem?» 

Responderam-lhe: «Se Ele não fosse um malfeitor, não to entregaríamos.» 

Retorquiu-lhes Pilatos: «Tomai-o vós e julgai-o segundo a vossa Lei.» «Não nos é permitido dar a morte a ninguém», disseram-lhe os judeus, em cumprimento do que Jesus tinha dito, quando explicou de que espécie de morte havia de morrer. 

Pilatos entrou de novo no edifício da sede, chamou Jesus e perguntou-lhe: «Tu és rei dos judeus?» 

Respondeu-lhe Jesus: «Tu perguntas isso por ti mesmo, ou porque outros to disseram de mim?» 

Pilatos replicou: «Serei eu, porventura, judeu? A tua gente e os sumos sacerdotes é que te entregaram a mim! Que fizeste?» 

Jesus respondeu: «A minha realeza não é deste mundo; se a minha realeza fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que Eu não fosse entregue às autoridades judaicas; portanto, o meu reino não é de cá.» 

Disse-lhe Pilatos: «Logo, Tu és rei!» Respondeu-lhe Jesus: «É como dizes: Eu sou rei! Para isto nasci, para isto vim ao mundo: para dar testemunho da Verdade. Todo aquele que vive da Verdade escuta a minha voz.» 

Pilatos replicou-lhe: «Que é a verdade?» Dito isto, foi ter de novo com os judeus e disse-lhes: «Não vejo nele nenhum crime. Mas é costume eu libertar-vos um preso na Páscoa. Quereis que vos solte o rei dos judeus?» 

Eles puseram-se de novo a gritar, dizendo: «Esse não, mas sim Barrabás!» Ora Barrabás era um salteador. 

Então, Pilatos mandou levar Jesus e flagelá-lo. 

Depois, os soldados entrelaçaram uma coroa de espinhos, cravaram-lha na cabeça e cobriram-no com um manto de púrpura; e, aproximando-se dele, diziam-lhe: «Salve! Ó Rei dos judeus!» E davam-lhe bofetadas. 

Pilatos saiu de novo e disse-lhes: «Vou trazê-lo cá fora para saberdes que eu não vejo nele nenhuma causa de condenação.» 

Então, saiu Jesus com a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Disse-lhes Pilatos: «Eis o Homem!» 

Assim que viram Jesus, os sumos sacerdotes e os seus servidores gritaram: «Crucifica-o! Crucifica-o!» Disse-lhes Pilatos: «Levai-o vós e crucificai-o. Eu não descubro nele nenhum crime.» 

Os judeus replicaram-lhe: «Nós temos uma Lei e, segundo essa Lei, deve morrer, porque disse ser Filho de Deus.»

Quando Pilatos ouviu estas palavras, mais assustado ficou.

Voltou a entrar no edifício da sede e perguntou a Jesus: «Donde és Tu?» Mas Jesus não lhe deu resposta.

Pilatos disse-lhe, então: «Não me dizes nada? Não sabes que tenho o poder de te libertar e o poder de te crucificar?» 

Respondeu-lhe Jesus: «Não terias nenhum poder sobre mim, se não te fosse dado do Alto. Por isso, quem me entregou a ti tem maior pecado.» 

A partir daí, Pilatos procurava libertá-lo, mas os judeus clamavam: «Se libertas este homem, não és amigo de César! Todo aquele que se faz rei declara-se contra César.» 

Ouvindo estas palavras, Pilatos trouxe Jesus para fora e fê-lo sentar numa tribuna, no lugar chamado Lajedo, ou Gabatá em hebraico. 

Era o dia da Preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Disse, então, aos judeus: «Aqui está o vosso Rei!» 

E eles bradaram: «Fora! Fora! Crucifica-o!» Disse-lhes Pilatos: «Então, hei-de crucificar o vosso Rei?» Replicaram os sumos sacerdotes: «Não temos outro rei, senão César.»

Então, entregou-o para ser crucificado. E eles tomaram conta de Jesus. 

Jesus, levando a cruz às costas, saiu para o chamado Lugar da Caveira, que em hebraico se diz Gólgota, onde o crucificaram, e com Ele outros dois, um de cada lado, ficando Jesus no meio.

Pilatos redigiu um letreiro e mandou pô-lo sobre a cruz. Dizia: «Jesus Nazareno, Rei dos Judeus.» 

Este letreiro foi lido por muitos judeus, porque o lugar onde Jesus tinha sido crucificado era perto da cidade e o letreiro estava escrito em hebraico, em latim e em grego.

Então, os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: «Não escrevas 'Rei dos Judeus', mas sim: 'Este homem afirmou: Eu sou Rei dos Judeus.'» 

Pilatos respondeu: «O que escrevi, escrevi.»

Os soldados, depois de terem crucificado Jesus, pegaram na roupa dele e fizeram quatro partes, uma para cada soldado, excepto a túnica. A túnica, toda tecida de uma só peça de alto a baixo, não tinha costuras. 

Então, os soldados disseram uns aos outros: «Não a rasguemos; tiremo-la à sorte, para ver a quem tocará.» Assim se cumpriu a Escritura, que diz: Repartiram entre eles as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sortes. E foi isto o que fizeram os soldados. 

Junto à cruz de Jesus estavam, de pé, sua mãe e a irmã da sua mãe, Maria, a mulher de Clopas, e Maria Madalena. 

Então, Jesus, ao ver ali ao pé a sua mãe e o discípulo que Ele amava, disse à mãe: «Mulher, eis o teu filho!» 

Depois, disse ao discípulo: «Eis a tua mãe!» E, desde aquela hora, o discípulo acolheu-a como sua. 

Depois disso, Jesus, sabendo que tudo se consumara, para se cumprir totalmente a Escritura, disse: «Tenho sede!» 

Havia ali uma vasilha cheia de vinagre. Então, ensopando no vinagre uma esponja fixada num ramo de hissopo, chegaram-lha à boca. 

Quando tomou o vinagre, Jesus disse: «Tudo está consumado.» E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. 

Como era o dia da Preparação da Páscoa, para evitar que no sábado ficassem os corpos na cruz, porque aquele sábado era um dia muito solene, os judeus pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados. 

Os soldados foram e quebraram as pernas ao primeiro e também ao outro que tinha sido crucificado juntamente. 

Mas, ao chegarem a Jesus, vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas. 

Porém, um dos soldados traspassou-lhe o peito com uma lança e logo brotou sangue e água. 
Aquele que viu estas coisas é que dá testemunho delas e o seu testemunho é verdadeiro. E ele bem sabe que diz a verdade, para vós crerdes também. 

É que isto aconteceu para se cumprir a Escritura, que diz: Não se lhe quebrará nenhum osso. 
E também outro passo da Escritura diz: Hão-de olhar para aquele que trespassaram. 

Depois disto, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, mas secretamente por medo das autoridades judaicas, pediu a Pilatos que lhe deixasse levar o corpo de Jesus. E Pilatos permitiu-lho. Veio, pois, e retirou o corpo. 

Nicodemos, aquele que antes tinha ido ter com Jesus de noite, apareceu também trazendo uma mistura de perto de cem libras de mirra e aloés. 

Tomaram então o corpo de Jesus e envolveram-no em panos de linho com os perfumes, segundo o costume dos judeus. 

No sítio em que Ele tinha sido crucificado havia um horto e, no horto, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado.

Como para os judeus era o dia da Preparação da Páscoa e o túmulo estava perto, foi ali que puseram Jesus.

Carta de membros do Conselho Nacional
do CDS a António Pires de Lima, Presidente do Conselho Nacional



O CDS do «fracturante» camuflado Paulo Portas e do liberalóide Pires de Lima…

Exmo. Senhor
Presidente do Conselho Nacional do CDS
Dr. António Pires de Lima
Largo Adelino Amaro da Costa, 5
1149-063 LISBOA
C/c ao Presidente do CDS
Dr. Paulo Portas

Lisboa, 29 de Fevereiro de 2012

Exmo. Senhor Presidente do Conselho Nacional
Nos últimos tempos temos assistido, com estupefacção, a comportamentos inexplicáveis de deputados do CDS a propósito de votações parlamentares em matérias ditas «fracturantes», sobre as quais, é bom lembrar, o Partido tem posição definida, sustentada na sua carta de princípios e no seu programa político...

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Símbolo de Pedofilia...Divulguem!!!

É  importante  divulgar e mostrar a crianças e  adolescentes.

António Cláudio Soares Bonsegno, Advogado e  jornalista
  
Divulgue e denuncie símbolos  da pedofilia!
       
IMPORTANTÍSSIMO CONHECER, MESMO QUE A  MAIORIA DAS PESSOAS POSSA ESTAR A USAR POR ACHAR  BONITO SÍMBOLOS DE PEDOFILIA

ATENÇÃO A ESTES SÍMBOLOS DE  PEDOFILIA  
O  FBI produziu um relatório em Janeiro sobre  pedofilia. Nele estão colocados uma série de  símbolos usados pelos pedófilos para se identificarem. Os símbolos são sempre compostos pela  união de 2 semelhantes, um dentro do outro. A forma  maior identifica o adulto, a menor a criança. A  diferença de tamanho entre elas demonstra a  preferência por crianças maiores ou  menores.  

Homens são triângulos, mulheres  corações. Os símbolos são encontrados em sites,  moedas, jóias (anéis, pingentes...) entre outros  objectos. 



Os triângulos representam homens que  adoram meninos (o detalhe cruel é o triângulo mais  fino, que representa homens que gostam de meninos  bem pequenos); o coração são homens (ou mulheres)  que gostam de meninas e a borboleta são aqueles que  gostam de ambos. De acordo com a revista, são informações recolhidas pelo FBI durantes as  investigações. A ideia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura  menor, numa genialidade pervertida de um conceito  gráfico. Existe um requinte de crueldade, pois esses seres fazem questão de se exibir em código para  outros, fazendo desses símbolos bijuterias, moedas,  troféus, adesivo e o que mais se queira.  Infelizmente, é o design gráfico ao serviço do mal.  

SE VIR EM ALGUM LADO ,  DENUNCIE!!!  

«Não havia comunhão na mão na Igreja
dos inícios»


*D. Athanasius Schneider











* Bispo auxiliar de Karaganda (Casaquistão) e especialista em Patrística explicou à Radio Maria, como se comungava no início. 

Athanasius Schneider, 50 anos, é ucraniano. Em 2006 Bento XVI nomeou-o bispo auxiliar da diocese de Karaganda (Casaquistão), uma ex-república soviética com 26% de cristãos, maioritariamente ortodoxa mas com uma pujante comunidade católica.

Segundo D. Athanasius Schneider, o costume de comungar na mão é «completamente novo», posterior ao Concílio Vaticano II, e não tem raízes nos tempos dos primeiros cristãos, ao contrário do que se alega com frequência.

Na Igreja primitiva era necessário purificar as mãos antes e depois do rito, e a mão estava coberta com um corporal, de onde se tomava a forma directamente com a língua: «Era mais uma comunhão na boca do que na mão», afirmou Schneider. De facto, depois de comungar a Sagrada Hóstia o fiel devia recolher da mão, com a língua, qualquer pequena partícula consagrada. Um diácono supervisionava esta operação.

Nunca se tocava com os dedos: «O gesto da comunhão na mão tal como o conhecemos hoje era totalmente desconhecido» entre os primeiros cristãos.

 Origem calvinista

Aquele gesto foi substituído pela administração directa do sacerdote na boca, uma mudança que teve lugar «instintiva e pacificamente» em toda a Igreja. A partir do século V, no Oriente, e no Ocidente um pouco mais tarde. O Papa S. Gregório Magno no século VII já o fazia assim, e os sínodos franceses e espanhóis dos séculos VIII e IX sancionavam quem tocasse na Sagrada Forma.

Afirma ainda D. Athanasius Schneider que a prática que hoje conhecemos da comunhão na mão nasceu no século XVII em meios calvinistas, onde não se acreditava na presença real de Jesus Cristo na eucaristia.

«Nem Lutero», que acreditava nessa presença, embora não na transubstanciação, «o teria feito», disse o prelado. «De facto, até há relativamente pouco tempo os luteranos comungavam de joelhos e na boca, e ainda hoje alguns o fazem assim nos países escandinavos».

quarta-feira, 4 de abril de 2012

No dia da Ascensão, Jesus ordenou aos seus discípulos



No dia da Ascensão, Jesus ordenou aos seus discípulos que fossem e anunciassem a Boa Nova, o Evangelho – conforme a palavra grega que a Bíblia utiliza. Eis o que nós fazemos, com este serviço espalhado por todo o mundo e utilizando todos os meios que a tecnologia da informação põe ao nosso alcance.

Mas que Boa Nova é essa? Qual é o seu cerne?

O texto evangélico que será proclamado na vigília pascal dá-nos a resposta: «Ressuscitou: não está aqui!» (Mc 18,6). Com efeito, «se (como diz S. Paulo) Cristo não tivesse ressuscitado, então a nossa pregação seria vã, vã também a nossa fé… e nós seríamos falsas testemunhas de Deus» (1 Co 15,14-15).

Durante quarenta dias, preparámo-nos para viver mais uma vez esta «Boa Nova», não como uma proclamação litúrgica mas como uma verdadeira «novidade», capaz de mudar as nossas vidas. Os textos que escutamos durante o tríduo pascal mostram-nos um Jesus amando sem limites e sofrendo na sua carne até ao aniquilamento total. É esse mesmo Jesus que aparecerá a Maria Madalena e aos apóstolos, vitorioso, ressuscitado, Senhor.

«Disso nós somos testemunhas», dirão os apóstolos (At 3,15). Que Deus nos conceda a graça de o podermos dizer também a nós próprios, aos nossos parentes, aos nossos vizinhos, «a toda a criatura» (Mc 16.15).

Com os votos de uma Santa e Feliz Páscoa,
A Redacção do Moldar a Terra à Imagem do Céu

O CDS antifamília do «fracturante» camuflado Paulo Portas…e do liberalóide Pires de Lima



Proposta apresentada e rejeitada no Conselho Nacional do CDS…

Proposta apresentada e rejeitada no Conselho Nacional do CDS de 30 de Março em Leiria por doze conselheiros nacionais  subscritores da carta a propósito de votações parlamentares em matérias ditas «fracturantes», inéditas na história ao arrepio das posições definidas pelo partido, sustentada na sua carta de princípios e no seu programa político…

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O Real Madrid capitula perante o islão



O jornal desportivo Marca confirmou que o Real Madrid aceitou eliminar a pequena cruz que desde 1920 o clube de futebol exibe no seu emblema para evitar conflitos na multimilionária construção de um complexo turístico-desportivo na ilha de Ras Al Khaimah, uma das sete que formam os Emirados Árabes Unidos, onde o Islã é a religião oficial.

A decisão do Real Madrid despertou polémica entre seguidores e rivais. Nas redes sociais abundam os comentários contra a medida. Os usuários lamentam que o clube tenha cedido à pressão do mercado árabe e recordam que na Espanha os muçulmanos têm plena liberdade para usar e exibir seus símbolos religiosos. Alguns ironizam perguntando se o clube ia mudar de nome suas estrelas Cristiano (que em português significa Cristão) Ronaldo e Angel (Anjo em português) Di María.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Vaticano: as cinzas dos defuntos não devem ser pulverizadas após a cremação


A Livraria Editora Vaticano apresentou recentemente a segunda edição do Rito de Exéquias, em que se sublinha que os católicos não devem pulverizar as cinzas de um defunto logo depois de ser cremado, já que essa prática, que está na moda actualmente, é contrária à fé cristã. As cinzas devem ser enterradas.

Neste documento em italiano foram revisitados todos os textos bíblicos e de oração, e é incluído um apêndice dedicado inteiramente às exéquias no caso da cremação.

Dom Angelo Lameri explicou que se colocou a cremação num apêndice à parte para sublinhar o facto de que a Igreja, embora não se oponha à cremação dos corpos quando não é feita «in odium fidei» (por ódio à fé), considera que a sepultura do corpo dos defuntos é a forma mais adequada para expressar a fé na ressurreição da carne, assim como para favorecer a lembrança e a oração de sufrágio por parte de familiares e amigos.

O texto também assinala que, excepcionalmente, os ritos previstos na capela do cemitério ou diante da tumba podem ser celebrados também no mesmo lugar da cremação.

Recomenda-se ademais o acompanhamento do féretro a este lugar. É de especial importância a afirmação que a cremação se considera concluída quando se deposita a urna no cemitério.

Tudo isto se deve porque embora algumas legislações permitam pulverizar as cinzas na natureza ou conservá-las em lugares diferentes do cemitério. Estas práticas produzem não poucas perplexidades sobre sua plena coerência com a fé cristã, sobretudo quando estas remetem a concepções panteístas ou naturalistas.


A Patriarcal e Episcopal RR negará o poder
da Ressurreição?


Nuno Serras Pereira









Na história de Portugal nunca houve um chefe de estado formalmente responsável por tantos e tamanhos crimes hediondos como o actual presidente da república. Aníbal Cavaco Silva que nunca se retractou de ter promulgado as ignominiosas e abomináveis pseudo-leis que: 1. Dizimaram muito mais de 80. 000 (oitenta mil) crianças nascentes (contando com as produzidas e descartadas, experimentadas ou congeladas em laboratório) no espaço de 5 (cinco) anos; 2. Agrediram a essência da família concorrendo para a sua fragmentação e dissolução; 3. Contribuíram fortemente para a degeneração e depravação das mentalidades e consciências; 4. Perverteram a inocência das crianças, já nascidas, dos adolescentes e jovens. A tudo isto o Bem-aventurado João Paulo II chamava «cultura da morte», e o Papa Bento XVI abundando na mesma doutrina tem-no confirmado inumeráveis vezes.

Por todos estes gravíssimos crimes e pecados terá este irmão de responder perante o rigoroso Juízo de Deus. Todos os que cremos no amor infinito do Senhor que procura não a morte mas a conversão do pecador devemos rezar e sacrificar para que verdadeiramente arrependido faça penitência, e procure reparar o terrível mal praticado, e quando passar desta vida possa ser contado, não entre os réprobos, os malditos do Pai, mas sim entre os eleitos, os benditos do Pai do Céu. A Misericórdia de Deus não anula a Sua Justiça, por isso é indispensável viver na Sua Graça, durante esta vida, para, depois da morte, vir a participar na Sua Glória. Um cristão, que se conheça bem, sabendo que de si não é mais do que nada e pecado, nunca deve desistir da conversão nem dos maiores facínoras nem a dos maiores tiranos nem de ninguém, até à hora da sua, deles, morte. Se a Graça e a Misericórdia de Deus nos desamparassem seriamos capazes do mesmo e de muito pior.

Posto isto, podemos agora adiantar que são evidentes e copiosas as razões por que a Rádio Renascença, propriedade da Conferência Episcopal e do Patriarcado de Lisboa, que se anuncia a si própria como «emissora católica portuguesa», deve liminarmente recusar a condecoração que este presidente da república lhe vai conceder, na Segunda-feira de Páscoa, em virtude do seu septuagésimo quinto aniversário, como vem hoje anunciado na primeira página do semanário, do Patriarcado de Lisboa, Voz da Verdade.

De facto, como vimos acima, o presidente ao exercer as suas funções políticas fez exactamente o contrário daquilo que o Evangelho ensina, comportando-se como seguidor do «pai da mentira» (Jo 8, 44), daquele que é «assassino desde o princípio» (Idem). Pois não será verdade que dele se poderia dizer, para o fazer cair em si, com S. Paulo: «Ó criatura, cheia de todas as astúcias e de toda a iniquidade, filho do diabo, inimigo de toda a justiça, quando é que cessarás de perverter os rectos caminhos do Senhor?» (Act. 13, 10)? Reparemos que S. Paulo não recorre a nenhum excesso antes imita a linguagem de Jesus Cristo: «Vós tendes por pai o diabo, e quereis realizar os desejos do vosso pai.» (Jo 8, 44).

A segunda-feira de Páscoa, na verdade toda a oitava Pascal, é como que o Domingo de Páscoa estendido por toda a semana. É a celebração festiva e solene d’ Aquele que venceu o diabo, o pecado e a morte e que nos faz participantes da Seu triunfo de modo a que possamos também ser vitoriosos nesse combate. Ora o Episcopado e a emissora que se diz católica existem precisamente para anunciar e tornar presente esse poder da Ressurreição de Jesus Cristo. Não se entende pois que vão curvar a cabeça para receber uma condecoração de um político que actuou como um representante do Maligno. A mensagem que passará, independentemente das intenções subjectivas, será a de um rendimento e subjugação, ainda para mais agradecida, ao poder de Satanás. 

Confesso que não me acabo de pasmar com a cegueira que ignora o « … escândalo, concebido como acção que move os outros ao mal. Tal escândalo subsiste mesmo se, lamentavelmente, um tal comportamento já não despertar admiração alguma: pelo contrário, é precisamente diante da deformação das consciências, que se torna mais necessária por parte dos Pastores, uma acção tão paciente quanto firme, que tutele (… a) defesa da moralidade cristã e da recta formação dos fiéis.»

À honra e glória de Cristo. Ámen.

Coisas de feriados


João Brandão Ferreira









Corre por aí alguma confusão sobre os dois feriados civis nacionais mais importantes, o 10 de Junho (de 1580) e o 1.º de Dezembro (de 1640).

Esta confusão ou discussão existe, fundamentalmente, por causa de saber qual deles deve representar o dia da Independência de Portugal.

Como se sabe, apesar de Portugal ser dos países mais antigos do mundo, de constituir o Estado – Nação mais perfeito da Humanidade (o Japão é um arquipélago e só ficou unido, em 1603), e de ter as fronteiras estáveis mais antigas (Tratado de Alcanizes, de 1297 – perturbado por causa da ocupação ilegal de Olivença, por parte de Espanha), nunca foi estabelecido uma data em que se comemorasse, especificamente, a sua Independência.

Possivelmente porque tal nunca foi preciso dada a fortaleza da nossa individualidade e identidade.

Também não era fácil estabelecer essa efeméride.

De facto se quisermos destacar o acto autonómico primordial, teremos que nos reportar ao dia 24 de Junho de 1128, data do combate de S. Mamede em que o Infante Afonso se rebelou, contra os barões galegos e a suserania leonesa.

Pode, pois, considerar-se essa data como «de facto», mas não «de jure». Esse reconhecimento demorou 51 anos a ser conseguido.

Começou com a elevação de Afonso Henriques a Rei, alçado a essa dignidade pelos seus guerreiros após a batalha de Ourique, em 25 de Julho de 1139; mas o primeiro documento existente em que Afonso I se assina como Rei é de 1140.

De seguida devemos considerar o dia 5 de Outubro de 1143, em que foi assinado o Tratado de Zamora, no qual O Rei de Leão, Afonso VII, reconheceu a independência do Condado Portucalense.

Este tratado era, porém, um tratado regional, faltava o reconhecimento internacional e esse só poderia ser concedido pelo Papa.

Tal reconhecimento obrigou a negociações morosas e complexas e só veio a acontecer através da Bula Manifestis Probatum, de 14 de Maio de 1179.

Esta Independência veio a ser interrompida, em 1580, com a ocupação militar de Lisboa pelo Duque D’Alba e o Marquês de Santa Cruz. Tal ocupação militar, teve o seu epílogo político nas Cortes de Tomar, de 16 de Abril de 1581, onde Filipe foi aclamado rei de Portugal (sem embargo dos Açores só terem sido subjugados em 1583).

É preciso dizer que, teoricamente, Portugal não perdia a sua individualidade, já que Filipe apenas cingia a coroa portuguesa à espanhola (a coroa dual), segundo os ditames sucessórios da época, ao passo que o consignado nas Cortes de Tomar estipulava a mais ampla autonomia e manutenção dos foros próprios dos portugueses. Só quase faltou a Filipe ter mudado a capital para Lisboa…

Porém esta nova situação encerrava uma questão dramática e insolúvel e que era esta: Portugal, como tal, estava impossibilitado de ter política externa própria e herdou automaticamente todos os inimigos da Espanha. Daqui resultava o seguinte paradoxo: Filipe, como rei de Espanha, não podia estar em guerra e, como rei de Portugal, gozar a paz…

Resultado: os portugueses passaram a ser atacados em todo o lado pelos inimigos da Espanha.

Com os sucessores de Filipe I, a nação portuguesa passou a ficar esmagada com impostos e requisições militares ao passo que se deixava de cumprir o estipulado em Tomar. A tirania atingiu o auge com o Conde-Duque Olivares e, aproveitando uma revolta na Catalunha, os três braços do reino (Clero, Nobreza e Povo), novamente unidos, revoltaram-se nessa luminosa manhã de 1 de Dezembro de 1640 e correram com os representantes de Madrid e com os traidores, voltando a colocar no trono português um português.

A assunção dos destinos portugueses por eles mesmos originou uma duríssima campanha política, diplomática e militar que durou 28 anos e se espalhou por quatro continentes e outros tantos mares e que envolveu não só a Espanha mas numerosas outras potências e potentados. No fim os portugueses saíram vitoriosos, apesar das imensas perdas em vidas e cabedais, e bem se pode considerar tal vitória um verdadeiro milagre!

A santa Sé só reconheceu a independência nacional dois anos após o tratado de paz que celebrámos com a Espanha…

Pois é esta gloriosa gesta – que não tem paralelo na História mundial – que um governo que se diz português, mas repleto de portugueses pequeninos – quer apagar da memória Pátria, acabando com a dignidade do feriado concedido há muito (e sempre foi comemorado no País antes de o ser), ao dia primeiro da Restauração.

Este termo também se pode prestar a confusões, já que para uns quer dizer a restauração da independência e, para outros, refere-se à restauração de uma dinastia portuguesa. Aliás, a «Restauração» começou por ser chamada de «Aclamação» (de D. João IV). E cremos que é mais neste sentido que o termo é usado até porque nunca verdadeiramente perdemos a independência (pelo que atrás dissemos).

Independentemente destas semânticas, não há dúvidas de que o 1.º de Dezembro é um grito de liberdade, de individualidade e de querer o retorno da soberania plena, que faz todo o sentido comemorar e, até, estabelecer como símbolo da nossa independência.

O 10 de Junho é diferente.

Nunca ninguém tinha ligado a morte de Camões à independência de Portugal, ou de algum modo a relacioná-lo com uma festa nacional até que o Partido Republicano resolveu aproveitar o tricentenário da sua morte, em 1880, para retirar dividendos políticos.

Desse modo fizeram de Camões, o vate que tinha exaltado e cantado em verso as glórias do apogeu nacional, confrontando-as com a decadência da época – o que, obviamente, se devia ao regime ser monárquico…

Quando ocorreu a tragédia do 5 de Outubro de 1910 (de facto de uma tragédia se trata), o novo governo, por decreto de 12 do mesmo mês, estabeleceu os feriados nacionais, onde constava o 1.º de Dezembro (já proposto, do anterior, pela Sociedade Histórica para a Independência Nacional – fundada em 1861) e, naturalmente, o 5 de Outubro, entre outros.

Mas não proclamou o 10 de Junho feriado nacional, ficando apenas como feriado municipal de Lisboa (na esperança que o mesmo destronasse o 13, dia de Santo António…). 

Foi verdadeiramente o Estado Novo que, a partir de 1933, tornou o 10 de Junho feriado nacional, promovendo comemorações em todo o País, chamando-lhe «Dia de Portugal e da Raça, ou dos portugueses».

Desde 1963 e por via das últimas campanhas ultramarinas, passou-se a homenagear os combatentes e as Forças Armadas, nessa data.

Depois do 25 de Abril de 1974, o feriado do 10 de Junho só voltou a ser comemorado em 1978, sendo rebaptizado como «Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas». Porém, os novos poderes retiraram, inexplicavelmente, as FAs de todas as comemorações, o que só veio a ser emendado (!) no primeiro ano de Cavaco Silva como PR.

Uma humilhação funesta para com a FAs e todos os combatentes de todos os tempos, à qual a Instituição Militar não reagiu e a população – de cérebro lavado – nem deu conta…

Assim se passam as coisas no nosso País: ora quando somos Portugal, ora quando somos… portugalinho.

sexta-feira, 30 de março de 2012

... Acontece na França .... 1.ª região
já consagrada ... da Eurábia ... !!!



Mais uma questão séria que merece ser reflectida..
Será que pelo facto de, em termos relativos, esta gente se encontrar de facto no fim da Idade Média, os nossos netos e bisnetos irão ter de se sujeitar a tais condições?

Quando o assunto começa a fazer parte das preocupações do Nouvel Obs, nestes termos, então é porque a coisa está a atingir patamares de extrema gravidade.

Sabia que as jovens mulheres mulçumanas exigiram ser isentas das aulas de Biologia e Desportos, não sendo penalizadas nas suas notas finais?
(Fonte: Nouvel Obs)

- Sabia que os muçulmanos têm horários próprios que lhes são reservados exclusivamente para as piscinas?
(Fonte: Análise da Política)

- Sabia que as estudantes muçulmanas, no exame, conseguiram que legalmente possam ser acompanhadas pelos seus maridos e examinadas por uma mulher?
(Fonte: Nouvel Obs)

- Sabia que uma associação de muçulmanos, na Universidade de Paris, põe em causa o direito de um professor de "cultura ocidental" para julgar o trabalho de um estudante muçulmano?
(Fonte Express)

- Sabia que os muçulmanos estão a lutar por conseguir a abolição do Natal, em algumas escolas primárias?

- Sabia que os estudantes muçulmanos, usando como desculpa a lei da laicidade, pedem a remoção de árvores de Natal em várias escolas, mesmo nos jardins de infância?
 (Fonte: Le Parisien)

- Sabia que os muçulmanos procuram obter a proibição de comer carne nas escolas francesas, onde eles são maioria?

- Sabia que os muçulmanos estão a exigir licença adicional, para as suas férias islâmicas?

- Sabia que os muçulmanos exigem salas de oração nas escolas, nos liceus, ginásios e universidades?

- Sabia que os muçulmanos estão a exigir a amenização dos seus horários nas escolas, universidades e locais de trabalho, para a prática das suas cinco orações diárias?

- Sabia que os muçulmanos exigem uma revisão dos livros de história, para incluir a história do seu país e da sua religião?
(Fonte: Nouvel Obs)

- Sabia que nos livros didácticos, serão excluídas todas as referências a Charles Martel ou à  Joana D'Arc, a fim de não ofender os muçulmanos franceses?

- Sabia que as funcionárias públicas muçulmanos exigem trabalhar com um chador (peça de vestuário que consiste numa capa, geralmente escura, que cobre a cabeça e o corpo, deixando apenas a cara descoberta)?

- Acredita que médicas e estudantes de medicina muçulmanas exigem apenas tratar as mulheres?
(Fonte: Le Monde, Le Figaro)

- Sabia que os médicos são espancados se  tratarem as mulheres muçulmanas, sem o consentimento de seus maridos?
 (Fonte Le Monde, Le Figaro)

- Sabia que nas faculdades,  predominantemente franco-africanas do  Magrebe, existem inscrições: «Morte aos Judeus», «Morte aos Cristãos» ou «Viva o Bin Laden»?

- Sabia que durante as manifestações contra a guerra no Iraque, alguns «pacifistas»muçulmanos exibiam retratos de Bin Laden ou Saddam?
(Fonte: As Verdades 4)

- Sabia que o selvagem chamado Djamel, que queimou viva a jovem Sohane, foi aclamado na sua cidade de Val de Marne, durante a sua presença na reconstituição dos factos?
(Fonte: JT de France 2)

- Sabia que os jovens negros e muçulmanos que queimaram vivo um guarda de segurança branco, num supermercado em Nantes (2002), não sentiram remorsos e mostraram-se orgulhosos?
(Fonte: Depoimento de advogado)

- Sabia que um manual de boas condutas «lícitas e ilícitas no Islão», vendido em França durante 10 anos, explica como um bom muçulmano deve bater na sua
esposa: «com a mão», «chicote» ou «pedaço de madeira?»
(Fonte: L'Express)

- Sabia que  patrulhas de milícias islâmicas andaram nas ruas de Antuérpia e noutros lados para «monitorar maus policiais racistas brancos» e aplicar a sua própria lei?
(Fonte: Libération)

- Sabia que a nova legislação exigirá que a polícia, o exército e o serviço civil em geral, contratem com prioridade jovens imigrantes, tendo assinado com 35 empresas na França, (Televisão, Peugeot, grupos de alimentos e Casinos), um acordo para contratarem preferencialmente pessoal estrangeiro?
(Fonte: Governo e Sindicatos)

- Sabia que nas escolas secundárias as muçulmanas vestem as túnicas antes de ir para o quadro, para não despertarem qualquer desejo?

Que nas escolas primárias os pais muçulmanos recusaram deixar as suas filhas  na classe de um professor substituto, devendo ser uma mulher a substituir a outra  mulher professora? A escola teve que criar um compartimento sem janelas, para reconhecer as mães, cobertas da cabeça aos pés, antes de lhes entregarem os seus filhos?
(Fonte: Le Monde, 09/07/04)

- Sabia que nas escolas primárias, os alunos têm dois banheiros e torneiras separados, sendo uma reservada para «muçulmano», e outra para «francês» ou um funcionário local? Exigem que haja vestiários separados nos ginásios, porque, segundo eles, um circuncisado não pode despir-se ao lado de um impuro?
(Fonte: Le Monde, 09/07/04)

- Sabia que em outras comunidades religiosas (judeus, hindus, budistas, etc.) não há nenhuma reivindicação deste tipo ou equivalente? E nós, por agora e por poucos anos mais, a maioria, será que teremos que nos render e estar ao serviço, satisfazer, pagar e dar prioridade a este tipo de minoria?


Segundo estudos sérios, se nada mudar e não houver um movimento forte e sério, estaremos, e não por livre vontade, completamente islamizados....
Era isto que afirmava/queria Kadhaffi ... !!!
Já pensaram se alguma destas situações/reivindicações era possível nos países deles?

Levanta-te EUROPA !!!
Põe a nossa casa em ordem !!!

O  Presidente Francês Sarkozy, lançou um debate sobre estas inadmissíveis exigências dos muçulmanos, e o que é ser francês, mas poderá ser já demasiado tarde... !!!

... estou sem palavras, como é possível?  



EURÁBIA

ALTERNATIVA: COMECEM A ESTUDAR O CORÃO!



quinta-feira, 29 de março de 2012

Templários e a sua metamorfose portuguesa: a Ordem de Cristo



*José Eduardo Franco, investigador


O ano de 2012 é profícuo em comemorações à semelhança do que vai acontecer ao longo de toda esta segunda década do século XXI.  Aproveitar as datas redondas, que assinalam a memória de grandes acontecimentos, pode constituir um grande serviço à cultura e à sociedade.

O reforço da coesão identitária de uma sociedade passa também muito pelo cultivo da memória histórica. Como já afirmei noutros textos, entendo que a história é para a sociedade o que a faculdade da memória representa para o homem individualmente considerado. Como sabemos, quando uma pessoa perde a memória desorienta-se, pois perde o sentido do presente e torna-se incapaz de perspetivar o futuro. Assim também, quando uma sociedade perde a sua memória histórica tem mais dificuldade em compreender as dinâmicas do presente e fragiliza a sua capacidade de enfrentar com lucidez os desafios do futuro.

Neste ano assinala-se a passagem de 700 anos sobre uma data relevante do processo de extinção da célebre Ordem dos Templários ou da Ordem do Templo, cuja natureza e acção tem motivado a produção de um mar imenso de literatura de ficção e de cinema. Este interesse tem contribuído mais para mitificar os Templários do que para esclarecer, de forma distanciada e desapaixonada, o papel histórico desta Ordem Militar.

O Ordem Militar do Templo, fundada em França, na região de Champagne, no ano de 1120 no contexto da realização do Concílio de Naplus, é uma das mais conhecidas ordens militares da Europa Cristã medieval criada para proteger os movimentos de peregrinação aos Lugares Santos do Cristianismo no médio oriente sob ascendência crescente do poderio de confissão islâmica. As ordens militares nasceram no coração da Idade Média como uma versão especializada da experiência monástica cristã institucionalizada sob o nomenclatura institucional denominada de «Ordens», cuja Proto-Ordem europeia mais famosa e mãe de todas as ordens ocidentais foi a Ordem de São Bento.

Os Templários nasceram primeiro na dependência dos Cónegos do Santo Sepúlcro, vindo rapidamente a autonomizar-se com a liderança do seu primeiro Grão Mestre, Huges de Payns. 

Os Templários, Freires de Cristo ou Freires do Templo de Salomão como também eram designados, associaram à sua consagração religiosa pela profissão dos conselhos evangélicos de Pobreza, Castidade e Obediência, o compromisso de entregar a sua vida em favor da protecção dos peregrinos e da defesa da Cristandade contra a ameaça do poder islâmico que afrontava os cristãos. A Ordem do Templo, ao lado de outras ordens militares como a de Santiago, a de Calatrava, a do Hospital e a de Avis, cooperava com os exércitos dos Reis e senhores cristãos nas cruzadas contra o chamado «Infiel» tanto no Médio Oriente e como na Península Ibérica, procurando reconquistar os territórios de antigo domínio cristão, entretanto conquistados pelos muçulmanos.

Estas ordens militares funcionavam como uma espécie de tropa de elite bem treinada e altamente motivada, cuja participação nas batalhas decidia muitas vezes o sentido da vitória.

O serviço prestado por estas instituições aos monarcas cristãs, com especial destaque para a Ordem do Templo, foi largamente recompensado com a atribuição de bens, nomeadamente terras, castelos e outras regalias, que as tornaram poderosas e influentes. Em Portugal, além do papel fundamental desempenhado pela Ordem do Templo, ao lado das suas congéneres, na reconquista cristã e, por consequência, na formação de Portugal, teve um papel relevante no povoamento e controlo do território conquistado ao Mouro.

Devido a vicissitudes várias e a factores que ainda hoje carecem de explicação cabal, a Ordem do Templo foi, há sete séculos, depois de quase duzentos anos de existência, submetida a um processo trágico que levou à sua extinção. Semelhanças houve com o que viria acontecer, mais tarde, com a expulsão da Companhia de Jesus de Portugal de Portugal pela mão de Pombal, e noutras monarquias europeias no século XVIII, acabando com a sua extinção universal em 1773 pelo papa Clemente XIV.

O processo antitemplário foi liderado pelo Rei de França, Filipe, o Belo, que conseguiu a conivência do Papa de então, Clemente V, para considerar a Ordem do Templo culpada de desvios e faltas graves. De tal modo que o monarca francês logrou, embora hoje sem sabermos com certeza se com provas justas, obter do Papa a extinção desta Ordem e até a condenação das suas mais importantes lideranças, culminando com a morte na fogueira do seu último Grão-Mestre, Jacques de Molay, em 1314. Mas o processo tinha começada em 1308 com uma bula papal enviada aos príncipes cristãos para clarificar a situação dos Templários e declarar a necessidade da sua extinção, seguida de outra bula, emitida em 1309, a ordenar a prisão dos Freires de Cristo e, finalmente, da bula Ad Providum, de Março de 1312, a decretar a anexação dos significativos bens desta Ordem e a transferi-los para a posse da Ordem do Hospital.

No entanto, D. Dinis, que então presidia ao trono de Portugal, resistiu a aceitar a directiva papal que mandava extinguir a Ordem do Templo, consciente do relevantíssimo serviço que tinha prestado e continuava a prestar na defesa e povoamento do território português. Através de uma acção diplomática bem sucedida conseguiu obter do Papa uma solução para acatar a extinção, não extinguindo de facto esta Ordem de elite, cuja dispensa não convinha à estratégia política do Reino de Portugal. A solução passou por comutar o nome. Mantiveram-se os mesmos efectivos, os mesmos bens e a estrutura organizativa, mas mudou-se o nome da Ordem. A Ordem passou a chamar-se Ordem de Cristo. Assim, com esta jogada de diplomacia, D. Dinis salvou os Templários que passaram a ser integrados na Ordem de Cristo, no fundo, o nome novo da Ordem do Tempo ou dos Cavaleiros de Cristo.

Sabemos hoje quão importante e decisivo foi este empenho político de D. Dinis em evitar a extinção dos Templários em Portugal. Mais tarde, a sucedânea Ordem de Cristo liderará a promoção de uma das empresas mais importantes e significativas de toda a História de Portugal: as viagens marítimas de descobrimento. Através da liderança de um dos mais famosos Grão Mestres da Ordem de Cristo, o Infante D. Henrique, Portugal ficou na história universal como o primeiro império global da humanidade e o pioneiro da construção da globalização.

A Ordem de Cristo tutelou, no século XV, todo o processo de descobrimento de novos caminhos marítimos e de novos territórios e povos desconhecidos oficialmente, como consequência da política expansionista extraeuropeia promovida pela Dinastia de Avis fundada pelo Rei D. João I. Depois da conquista de Ceuta em 1415, o primeiro território descoberto oficialmente no Atlântico foi o Arquipélago da Madeira em 1419/20, ao qual sucedeu uma série de viagens que culminaram com a navegação de toda a costa africana, a passagem do temível Cabo das Tormentas, a chegada à índia por via marítima (1498) e a descoberta oficial do Brasil em 1500.

Estas viagens permitiram estabelecer a primeira grande rede imperial moderna sob domínio português em concorrência com aquilo que empreendia Espanha. Esta concorrência foi regulamentada sob os auspícios da Santa Sé e consagrada no Tratado de Tordesilhas em 1494  com a divisão do mundo em duas partes, à luz da teoria do Mare Clausum,  de forma a conciliar as duas monarquias cristãs no que respeitava à superintendência dos territórios descobertos e a descobrir por estas duas grandes potências europeias.

O ideal de universalização do Cristianismo teve sempre na base motivadora e legitimadora fundamental, dita pelos documentos, de todo este processo de expansão terrestre e marítima. A construção do império era acompanhado, como sabemos, pela concomitante edificação das bases da Igreja Católica nos novos mundos descobertos através da acção dos missionários de várias ordens.

A Ordem de Cristo ficou durante muitos anos com a tutela deste processo de edificação da Igreja nos novos territórios, tendo sido a Madeira erguida como primeira grande rampa de lançamento desta política expansionista. De tal modo, que em 1514 se edificou a primeira diocese bem sucedida em território ultramarino sob domínio português: a Diocese do Funchal. Esta que foi a maior diocese do mundo aquando da sua criação e durante poucas décadas, dependia da Ordem de Cristo e detinha jurisdição sobre todos os territórios descobertos e a descobrir, isto é, envolvia três continentes.

Assinalamos, pois, entre este ano de 2012 e o ano de 2014 um ciclo de acontecimentos da maior relevância para a história portuguesa e para o processo de universalização do Cristianismo, ao qual a medieval e polémica Ordem do Templo está umbilicalmente ligada.

*José Eduardo Franco, Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa