terça-feira, 29 de novembro de 2011

Convite

No próximo 1.º de Dezembro comemoram-se 371 anos da Restauração da Independência

Olivença foi das primeiras povoações a aclamar D. João IV como seu legítimo soberano, logo em 5 de Dezembro de 1640, identificando-se com a divisa que lhe fora outorgada pelos Reis de Portugal: Nobre, Leal e Notável Vila de Olivença.

A usurpação de Olivença, em violação do Direito, da História, da Cultura e da Moral, constitui alerta eloquente para todos os portugueses que querem um Portugal livre e independente.

Apelando à participação cívica de todos na exigência da sua retrocessão, o Grupo dos Amigos de Olivença participará como habitualmente nas comemorações nacionais do Dia da Restauração.

Convidam-se todos os associados e apoiantes a integrarem a Comitiva do Grupo dos Amigos de Olivença que se concentrará, no dia 1.º de Dezembro, às 15:30 horas, frente à sua sede, na Casa do Alentejo, dali saindo para comparecer nas cerimónias públicas que terão lugar às 16:00 horas, na Praça dos Restauradores, em Lisboa.

Contamos consigo!

A Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença

domingo, 27 de novembro de 2011

34 mil fiéis por dia unem-se à Igreja Católica

Segundo o estudo anual «Status of Global Missions» realizado este ano, a Igreja Católica reúne 1160 milhões de fiéis em todo o mundo e a cada dia 34 mil pessoas aderem.  

Conforme informou a «Agência Católica Argentina» (AICA), os dados do relatório difundidos pela agência «Analisis Digital» afirmam que existem no mundo 2 mil milhões de pessoas, do total de 7 mil milhões de habitantes do planeta, que nunca chegaram a ouvir a mensagem do Evangelho.
 
Outros 2680 milhões ouviram falar dele alguma vez ou conhecem-no em certa medida, mas não são Cristãos.
 
«Embora Jesus Cristo tenha fundado uma única Igreja e pouco antes de morrer orava 'que todos sejam um', existem cada vez mais denominações Cristãs diferentes: eram 1600 ao início do século XX, 34 mil ao princípio do Século XXI e 42 mil no presente ano de 2011», indica o estudo.
 
Por sua parte, os Protestantes carismáticos chegam 612 milhões. Os Protestantes "clássicos" somam 426 milhões e crescem em 20 mil por dia. As Igrejas Ortodoxas reúnem 271 milhões de baptizados e ganham 5 mil adeptos a cada dia.
 
Os Anglicanos, centrados sobre tudo na África e Ásia, chegam a 87 milhões, com 3 mil novos adeptos cada dia. Os que o estudo chama "Cristãos da margem" (Testemunhas de Jeová, Mórmons, os que duvidam da Trindade ou da divindade do Jesus, etc.) são 35 milhões e crescem em 2 mil novos seguidores por dia.
 
«A forma mais singela de crescer é ter muitos filhos e aderi-los à própria tradição religiosa. A conversão é menos comum, mas ocorre em milhões de pessoas anualmente, a mais comum é a de um cônjuge à religião do outro», acrescenta o estudo.
 
Em 2011, os Cristãos de todas as denominações terão posto em circulação 71 milhões de Bíblias a mais pelo mundo (já há 174 mil milhões, algumas de forma clandestina).
 
Além disso, este ano serão enviados 409 mil cristãos a um país diferente do seu para evangelizá-lo, organizados em 4800 entidades missionárias distintas.

Cardeal Bertone: ante o laicismo intolerante urge a evangelização

O Secretário de Estado do Vaticano,Cardeal Tarcisio Bertone, assinalou que a tarefa da Nova Evangelização é urgente especialmente em lugares como a Europa, onde existe um laicismo intolerante, impera o relativismo e a religião enfrenta um ambiente hostil.

Assim indicou o Cardeal no discurso no seminário intitulado «Europa e a Nova Evangelização» realizado em Roma no marco do 40.º aniversário do Conselho de Conferências Episcopais da Europa.

Durante a sua intervenção no evento organizado pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, o Cardeal disse que nestes 40 anos uma das prioridades das Conferências Episcopais Europeias foi «a nova evangelização, e com razão, na ocasião deste aniversário chamou-se de novo a renová-la».

Conforme assinala a notada Rádio Vaticano, o Cardeal Bertone recordou que actualmente «temos que falar de Deus num contexto frequentemente indiferente e em ocasiões hostil» como o recordou o Papa Bento XVI no dia 15 de Outubro sublinhando os aspectos positivos da fé na Palavra de Deus que «apesar da condição do homem moderno, segue crescendo e difundindo-se».

O Cardeal Bertone citou logo as três razões aludidas pelo Papa: «o poder da Palavra não depende principalmente de nossa acção, mas sim de Deus»; segundo, que também hoje não nos falta a «boa terra», que permite à semente da Palavra dar seus frutos.

A terceira razão relaciona-se com «o anúncio do Evangelho chegou até os extremos do mundo e inclusive no meio da indiferença, da incompreensão, da perseguição, muitos continuam hoje, com coragem, abrindo seus corações para receber a Cristo».

O Secretário de Estado afirmou também que "na Europa actual é cada vez mais difícil distinguir entre a verdade e o engano e as mentiras. Um certo pluralismo não quer que se distinga entre o bem e o mal».

«Junto a uma sã laicidade existe um laicismo intolerante. O princípio da não discriminação frequentemente é mal utilizado como uma arma no conflito dos direitos para construir uma ditadura do relativismo que tende a excluir a Deus».

O Cardeal disse logo que «o coração da evangelização, em todos os tempos, é o 'primeiro amor'. E que é a mesma força que move também o coração e os passos dos muitos novos evangelistas: as pessoas, as famílias, comunidades e os movimentos eclesiásticos».

Destacou ademais que «este é o tesouro do Antigo Evangelho e sempre novo. O amor de Deus chama uma comunhão de vida que nasce no seio da comunidade e que se realiza em seu serviço».

«A nova evangelização --concluiu -- é uma tentativa contínua de proclamar e viver esta vida de fé; é uma inteligência da fé que vincula as coisas velhas e as novas desse tesouro que é o Evangelho de Cristo».

As provocações do bando de corruptores
da Benetton
e dos retransmissores de cá

Heduíno Gomes
1 – Não são de hoje as provocações dos corruptores da Benetton contra os valores morais da Civilização e as instituições que os sustentam.
Já nos anos 80 e 90 do século passado esses energúmenos se dedicavam a essas provocações, o que suscitou uma onda de protestos e boicotes em vários países. Pela minha parte, sendo nessa altura cliente da marca numas centenas de contos por ano, com a vantagem adicional para ela de os produtos serem regularmente exibidos em televisão, tomei a decisão – individual, é certo – de cortar com tal fornecedor.
Hoje, com a campanha provocatória que tal bando desencadeou, pelos vistos, torna-se necessário que as pessoas decentes organizem um movimento de boicote à marca.
Os bandidos só conhecem os argumentos da força e aqueles que lhes tocam na algibeira.
Mas por cá há igual.


2 – A organização Balsemão alberga gente da mesma laia.
Aliás, a organização Balsemão é um antro deles. Efectivamente, no dia 17.11.2011, a partir de cerca das 9:25 na SIC Notícias, assistimos a uma indecente defesa desses provocadores e corruptores, com um descaramento que só pode ter origem em algum lóbi secreto empenhado na destruição da Civilização. Pedro Cordeiro, jornalista do Expresso, no papel de comentador na SIC Notícias, a propósito da fotomontagem com o Papa a beijar um muçulmano, diz «aplaudir a ousadia e originalidade da Benetton». Enquanto isto, ia o pivot da SIC Notícias João Moleira, com o sorriso de palerma do costume, a dar achegas ao comentador.
Será que tal comentador e tal pivot aplaudiriam «a ousadia e originalidade da Benetton» se esta fizesse uma fotomontagem em que os seus pais fossem colocados a beijar na boca o Carlos Cruz ou as suas mães a beijar na boca a Ana Zanatti?
Pelos vistos, torna-se necessário organizar por cá um movimento de boicote aos produtos da organização Balsemão, que alberga gente da mesma laia e faz de retransmissor da decadência e da provocação.


3 – Mas por cá há ainda pior.
Pior por virem de dentro da própria Igreja. Em declarações ao DN (18.11.2011), o energúmeno que se apresenta como padre e que responde por José Luís Borga, produziu declarações satânicas no mesmo sentido, não hesitando mesmo em vomitar outras provocações da própria lavra. Até se despede do entrevistador dizendo-lhe que está disposto a dar-lhe um beijo «em qualquer parte». Parece ser seu hábito dar beijos a homens em qualquer parte.
Pelos vistos, torna-se necessário que o seu bispo imediatamente lhe mova um processo. Sob pena de conivência.
Vejam-se em baixo as declarações do energúmeno Borga.

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O Borga no Diário de Notícias
Diário de Notícias, 18 de Novembro de 2011

ALEGAÇÕES FINAIS

Entrevista de Nuno Cardoso ao Borga
«SE FOSSE EU, RIA-ME E COLOCAVA
A IMAGEM À PORTA DO VATICANO»

 O novo anúncio da Benetton, para a campanha Unhate e que simula um beijo entre o Papa Bento XVI e um imã do Cairo, Al-Azhar, revoltou o Vaticano e o mundo católico. O que achou da imagem em questão quando a viu? Também ficou chocado?
Nada disso. Não vejo mal nenhum na imagem. É um beijo, algo normal. Se fosse eu, não reagia como o Vaticano. Ria-me da situação e, se calhar, até colocava a imagem na porta do Vaticano. E estamos a falar da Benetton, este tipo de campanhas já é normal. Não vejo malícia na imagem. Na verdade, vejo-a como um fait-diver.
Não considera que é, efectivamente, uma campanha «ofensiva» para o Papa, como afirmou o Vaticano?
É claro que um beijo num imã não é ofensivo para o Papa, nem para ninguém. Mas para quem gosta de ferver com pouca coisa, se calhar aquilo é mais do que ofensivo. Está, de resto, muito bem conseguido para quem quer provocar. Foi uma óptima estratégia de marketing da Benetton, que conseguiu, efectivamente, espalhar a sua mensagem à escala global e num curto espaço de tempo.
Deduzo, pelo seu discurso, que não concorde com a decisão do Vaticano de levar a Benetton a tribunal, segundo a Fox News…
Óbvio que não, tudo isto é um exagero. A reacção do Vaticano saiu pior do que o soneto, pareceu-me claramente desajustada do contexto. É a minha maneira de ver as coisas.
Porque diz isso?
O Vaticano ainda não aprendeu a ter as costas largas e a distanciar-se destas polémicas. Às vezes, o desprezo é a melhor atitude. A imagem só ofende quem se deixa ofender. Chegar a este ponto só mostra uma enorme falta de humor do Vaticano. Acaba por ser um absurdo. Levar a tribunal a Benetton é ir atrás do que eles querem, é alinhar com eles e com a sua provocação. Já foram feitas coisas muito mais ofensivas à Igreja do que esta campanha de publicidade, e que a Igreja não levou a tribunal.
O Vaticano foi o primeiro a reagir à campanha. A Casa Branca fê-lo depois, uma vez que Barack Obama também surge na campanha, em duas imagens, a beijar Hugo Chávez e Hu Jintao…
Pois, exactamente. O Vaticano devia ter esperado para ver o que os outros protagonistas da campanha faziam ou diziam, antes de reagir desta forma. A atitude do Vaticano é de uma baixeza… Olhe, eu espero é que aquela gente ganhe juízo.
Olhando para o passado, recordo que a Benetton, já em 1991, «criticou» a Igreja numa campanha de publicidade, ilustrada com um beijo entre uma freira e um padre. Não poderá haver aqui uma espécie de perseguição?
Desde quando é que pessoas aos beijos se tornou algo ofensivo? Era pior se fosse gente à chapada (risos). Um beijo, apesar de tudo, não é algo que os ofenda. Aquela gente [Vaticano] tem pouco humor. Só isso.
Padre Borga, obrigado pela sua reacção e pelo comentário sobre este caso.
De nada. Já agora, um beijo para si, onde quiser (gargalhada).
«
A atitude do Vaticano é de uma baixeza… Eu espero é que aquela gente ganhe juízo […] Desde quando é que pessoas aos beijos se tornou ofensivo? Era pior se fosse à chapada (risos)
»

Aguardamos, pois, o que o Bispo respectivo vai fazer a este agente satânico.

Serão conciliáveis cristianismo e maçonaria?

As várias nuances maçónicas andam numa grande azáfama para recrutar jovens.

Os católicos precisam de ter a perfeita consciência do que representa o pensamento maçónico, quer no aspecto filosófico como no moral e político, para esclarecer os jovens com que contactam e salvá-los dessa armadilha.

Essa armadilha não o é apenas para os católicos. É que o pensamento maçónico constitui uma verdadeira deformação da realidade e um obstáculo na procura da verdade, incluindo para aqueles que não possuem fé. Do ponto de vista filosófico, o pensamento maçónico é relativista e por isso indutor no erro na análise da realidade. E daí resultam os erros em todos os campos, incluindo o político, moral e social.

Ouvimos por vezes alguns católicos cair na esparrela da não-incompatibilidade entre o cristianismo e o pensamento maçónico. Ao contrário do que essas pessoas ingénuas -- quando não simplesmente oportunistas -- e sem formação filosófica, teológica e política sólidas pensam, cristianismo e maçonaria não são, nunca foram nem poderão ser conciliáveis.

O esclarecimento de todas as questões relativas a este problema encontram a resposta nesta excelente brochura.

Peça-nos o seu envio e divulgue-a.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Papa exorta os católicos
a exercerem cargos públicos
com dignidade e responsabilidade


No seu discurso aos 200 prefeitos da Itália que recebeu no Vaticano pela ocasião dos 150 anos da unidade deste país, o Papa Bento XVI ressaltou que "a função civil é tão eminente e insigne que reveste um carácter quase 'sacro'; portanto, exige ser exercida com grande dignidade e com um vivo sentido de responsabilidade".

Na Sala Clementina do Vaticano e dirigindo-se a estes governadores civis, que estavam acompanhados do ministro do Interior italiano, Roberto Maroni, o Santo Padre sublinhou que em todo o país "é possível observar os rastos que a fé cristã imprimiu no povo italiano, dando vida a nobres e arraigadas tradições religiosas e culturais, e a um património artístico único no mundo".

O Papa disse que também hoje a Igreja Católica é "uma presença significativa, caracterizada pela proximidade às pessoas, para captar suas necessidades profundas na lógica da disponibilidade ao serviço".

Seguidamente ressaltou que "respeitosa das legítimas autonomias e competências, a comunidade eclesiástica considera seu preciso mandato dirigir-se ao homem em cada contexto, na vida cultural, do trabalho, dos serviços, tempo livre".











Mais um mentiroso compulsivo

Frases célebres de Pedro Passos Coelho


Ler em:








domingo, 23 de outubro de 2011

Octávio Carmo e José Rodrigues dos Santos:
Dois membros
da «profissão mais velha do mundo»
que comem da mesma manjedoura

J. Dias

O jornalista José Rodrigues dos Santos já aprendeu a técnica de vender lixo «literário» com umas histórias estranhas. Agora, com o mesmo fim, e além de servir os sectores mais reles da maçonaria, armou em «investigador» da história de Cristo para produzir mais um livro recheado de invenções. Os seus objectivos são, pois, duplos: comerciais e anticristãos. O envolvimento pseudo-histórico não consegue esconder o que o faz correr.

Até aqui, nada de estranho neste mundo, incluindo a televisão, minado por tal espécie de gente.

O mais grave é a notícia dada pela Agência Ecclesia, aparentemente um órgão da Igreja.

Octávio Carmo,
chefe de redacção da Ecclesia 

Na Agência, Octávio Carmo, seu chefe de redacção, publicou uma notícia que, de forma camuflada, ajuda à campanha do seu colega da «profissão mais velha do mundo». Com efeito, a notícia faz a cobertura da apresentação do livro sem uma única palavra crítica! É apenas uma pseudo-objectividade, puxando mesmo pelos galões de «investigador» do colega na «profissão mais velha do mundo».

Se é que não têm ambos os mesmos objectivos anticristãos, pelo menos comem da mesma manjedoura.

São jornalistas destes que os bispos portugueses empregam nos órgãos de informação da Igreja.


O Cónego Rego, Director da Ecclesia 
 

D. Manuel Clemente, Bispo do Porto,
responsável pela Ecclesia.
 


sábado, 8 de outubro de 2011

A BBC apaga Cristo da história

O jornal L'Osservatore Romano criticou a decisão da cadeia televisiva britânica BBC de eliminar a referência histórica de Antes e Depois de Cristo, para começar a utilizar o termo "era comum", com o objectivo de não "ofender" aos não-crentes, e qualificou a medida como "uma hipocrisia historicamente insensata".

Ler mais em:
http://maislusitania.blogspot.com/2011/10/bbc-apaga-cristo-da-historia.html

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Bilionário invertido
financia projectos de invertidos
ditos “católicos” e “evangélicos”

Kathleen Gilbert, Notícias Pró-Família

As mais importantes organizações de invertidos que afirmam representar evangélicos e católicos, e pelo menos uma faculdade administrada por jesuítas, recebem financiamento de um importante empresário magnata invertido com o objectivo de provocar desentendimentos dentro das fileiras das igrejas.

Num recente artigo, Thomas Peters, director cultural da Organização Nacional do Casamento e fundador do blog American Papist, revelou as fontes de financiamentos de várias organizações que promovem a aceitação da homossexualidade sob o pretexto de representar membros preocupados da comunidade judaico-cristã.

Organizações como New Ways Ministry (Ministério Novos Caminhos), uma organização importante recentemente condenada pelos bispos católicos dos EUA, recebem somas enormes da Fundação Arcus com o objectivo de promover o “casamento” de mesmo sexo especificamente entre católicos, luteranos, anglicanos e judeus.

A Fundação Arcus foi fundada por Jon Stryker, um accionista bilionário assumidamente gay e um dos principais financiadores de iniciativas homossexuais. Um artigo da revista [esquerdista] Salon de 2006 aponta a influência que Tom Gill, milionário da área de softwares e activistas invertido, teve em Stryker.

“Lisa Turner, directora política que trabalha para Jon Stryker, confirma que Stryker foi motivado pelas generosas contribuições financeiras, que abriram precedente, feitas por Tim Gill, o fundador assumidamente gay da empresa Quark Inc., em 2004,” diz o artigo.

“Os defensores do casamento gay são espertos — eles criam organizações para canalizar as suas fortunas para as causas que eles querem ver com sucesso”, escreveu Peters, que apontou para os graus de separação que obscurecem o relacionamento entre o Ministério Novos Caminhos e a fundação de Stryker.

O site da Fundação Arcus também apresenta listas de vários outros projectos ditos “católicos” sob o título “Religião e Valores”. As listas especificamente descrevem planos de minar, a partir de dentro, os ensinos da Igreja Católica sobre a sexualidade.

Por exemplo, a Força-Tarefa Nacional Gay e Lésbica recebeu 152 625 dólares da fundação para “um processo de planeamento colaborativo e estratégico focado na construção de um movimento pro-LGBT dentro da Igreja Católica Romana nos EUA”. Na linha de frente da educação católica, a Universidade Jesuíta Fairfield recebeu uma verba de 100 000 dólares para “expandir o actual debate sobre a homossexualidade dentro do catolicismo romano para incluir as opiniões diversas de líderes e teólogos do pensamento católico progressista”.

Fazer pressão para que entre os católicos haja aceitação do controlo da natalidade ou aborto é também parte da missão da fundação: a Aliança Feminina para a Promoção da Teologia, Ética e Ritual recebeu uma verba de 70 000 dólares para criar “um grupo de mulheres lésbicas, bissexuais e transgéneras católicas e seus aliados que assumiriam um papel de liderança dentro da comunidade católica em questões relacionadas com o género, sexualidade, [e] saúde reprodutiva”.

Outros financiamentos incluem 93 345 dólares para o Ministério Novos Caminhos, 200 000 dólares para Dignidade Novos Caminhos EUA e 23 000 dólares para uma campanha para atacar o ensino católico sobre a sexualidade em conjunto com a visita do Papa Bento XVI aos Estados Unidos em 2008.

De acordo com Peters, se “acrescentarmos o facto de que a Arcus fez doações para outros grupos ‘cristãos’, o total desde 2007 é uma estonteante quantia de 6 500 000 dólares”.

Católicos pela Igualdade é outro grupo de fachada, que está em ascensão e tem como objectivo minar o ensino católico sobre a homossexualidade. Nesse caso, a organização tem conexões claras com a Campanha de Direitos Humanos (CDH), uma das mais proeminentes organizações pro-homossexualismo dos Estados Unidos.

A CDH emprega ou empregou anteriormente três dos cinco membros da directoria de Católicos pela Igualdade. Até mesmo o blogueiro activista gay Michael Petrelis comentou que a organização, lançada no ano passado, está “repleta de apoio de outros membros da CDH” e que essa íntima conexão deixou transtornada a Campanha da Faixa do Arco-Íris, outro grupo “católico” de activistas homossexuais.

“Os católicos deveriam ficar indignados que uma organização externa — que também financia grupos anticatólicos —financie organizações dissidentes dentro da Igreja para confundir os outros católicos e minar os nossos bispos e os ensinos que eles articulam”, disse Peters.

domingo, 2 de outubro de 2011

Mesmo sendo padre, é tudo menos católico

José Augusto Santos, Notícias de Chaves, 30-9-2011)
 
Como auxílio ao que digo no texto, sugiro-vos que entreis no link http://www.youtube.com/watch?v=FYtw-mUuFbg

No dia 2 de Setembro, depois de ler uma breve notícia no Correio da Manhã, disse para mim mesmo que era desta que eu tinha que deitar mão ao assunto. Dois dias depois, na Missa dominical, a mensagem desse dia não podia ser mais a propósito (Ez 33, 7-9; Mt 18, 15-20) para me obrigar a decidir.

O assunto, pois claro, é o padre Fontes e seu paupérrimo e desastroso ministério. Pelo sacramento da Ordem, foi constituído ministro sagrado de Cristo para apascentar o Seu rebanho. O que é que ele fez entretanto ao poder que lhe foi conferido há 46 anos? Abafou-o, para se entregar à imundice do pecado. O Diabo cegou-o. Fê-lo negar a doutrina da Santa Igreja e atraiu-o para os seus enganos, para a sua igreja, que é em parte constituída pelo esoterismo, o ocultismo e toda a espécie de bruxarias.

Padres houve que, fechando o coração aos impulsos neles gerados pelo Espírito Santo, trocaram o amor a Cristo por amores mais terrenos e acabaram por renunciar ao ministério sacerdotal, enquanto que o indigno padre Fontes, mesmo amantizado com o Diabo, continua como padre…

Sr. António Lourenço Fontes: por mim pode continuar a ser aplaudido e homenageado, pode até vir a ser constituído membro das Ordens Honoríficas, o que já não pode é continuar com os seus sofismas enquanto padre. Não pode continuar a conduzir os seus paroquianos, e outros que lhe dão ouvidos, pelo caminho do erro e com isso levá-los consigo à perdição. Nas suas homilias, pode até falar do bem, mas para si, a ascese é coisa sem sentido, coisa apenas dos textos hagiográficos. Se assim não fosse não seria possível que um padre se assumisse como promotor de eventos que para si são certames culturais, mas que não passam, claramente, de caminhos que conduzem a práticas abomináveis para Deus (cf. Dt 18, 10-12a) e que são a antecâmara do satanismo.

Penitencie-se, e peça ao Espírito Santo que restaure em si os Dons necessários para poder regressar ao inefável amor de Deus! Ele, na Sua infinita misericórdia, recebê-lo-á com lágrimas de alegria. Caso contrário, depois de aqui na terra ter recebido aplausos e medalhas, aquele que o seduziu irá galardoá-lo com um grande “medalhão”, talvez uma mó de moinho presa ao pescoço para o levar para as profundezas do inferno.

Atolado como está na imundice infernal, não lhe será fácil a Conversão. Peça por isso aos Santos e às almas piedosas que intercedam por si. Mas se tenciona persistir no erro, tenha por uma vez o mínimo de dignidade e renuncie ao ministério sagrado, pois contrariamente ao que se diz, que há falta de padres, eu digo que há padres a mais, porque o que realmente falta são bons padres.

A si, Sr. António Lourenço Fontes, penso que nada mais me resta dizer-lhe senão reiterar aquilo que já dizia atrás: para bem das almas e da Igreja de Cristo, para a sua própria salvação, Converta-se! Mas se não consegue viver sem a fétida popularidade que o Diabo lhe deu, renuncie ao ministério sagrado, porque ainda que continue a dizer-se padre, há muito que deixou de ser sacerdote do Altíssimo!

Voltando-me agora para si, caríssimo leitor, se se diz Católico não pode escandalizar-se com estas minhas palavras. Pense no que diria o próprio Jesus, depois de ter dito a Pedro: «Afasta-te, Satanás» (Mt 16, 23), em circunstâncias que para nós, estou certo, não veríamos motivo para tal… Se elas estão a merecer a sua indignação, será a altura de aprofundar o conhecimento sobre os pilares que sustentam a Igreja de Cristo, e então verá que o padre Fontes não passa de uma triste e muito tosca figura de sacerdote, de um grande herege e sincretista em vestes de padre.

Sincretista, porque no seu caldeirão de bruxo-mor (é o que parece nas imagens já televisionadas) faz um caldo com o esoterismo, a religião, algum misticismo e o sagrado. E herege porque nega, não apenas um, que já seria o bastante, mas vários dogmas.

Na sua “carta de apresentação” na internet, referindo-se ao CMP de Vilar de Perdizes, diz que «foi como que a arte de sacralizar o profano, e profanar o sagrado».

Sacralizar o profano, é o que a Igreja sempre tem feito ao longo dos séculos para tornar digno aquilo cujo fim é servir ao culto a prestar a Deus. Nesta afirmação, o padre Fontes parece fazer-nos crer que ele, com algumas benzeduras, e o próprio Congresso, têm tornado sagrado o que era profano… Só mesmo do inferno poderia vir tanta petulância e descaramento em querer fazer passar os Católicos fiéis por mentecaptos.

Já quanto à arte de «profanar o sagrado», qualquer um reconhece que é o que melhor têm feito e da forma mais eficaz. Disso se pode gabar. Pode ainda gabar-se de conseguir o paradoxo que é o viver mergulhado no paganismo que promove, enquanto continua como padre.

O seu sentido do sagrado está completamente distorcido. Se diz que há «carência duma religiosidade mais palpável, sensível, menos espiritualista, mais virada para os problemas humanos e menos para os ritos dominicais monocórdicos», o homem perdeu completamente o juízo. Só a análise desta frase dava “pano p’ra mangas”. Cingindo-me porém e apenas a uma brevíssima referência aos ditos «problemas humanos», que o padre Fontes mostre a sua obra em favor dos pobres, e eu lhe direi do incansável trabalho que a Igreja sempre tem feito nessa área! Só assim fala quem é falacioso, quem tem a desfaçatez de afrontar a verdade dos factos.

O padre Fontes é tudo menos Católico. Pode dizer-se que a sua religião roça o arianismo, passa pelo nestorianiosmo e abarca o luteranismo e o calvinismo, sendo bem provável que simpatize com o panteísmo. Por isso não erra quem disser que ele é cismático, uma vez que o cisma, é «a recusa da sujeição ao Sumo Pontífice ou da comunhão com os membros da Igreja que lhe estão sujeitos» (CDC Cân. 751). Para o povo, porém, passa despercebido como cismático porque continua a ocupar o lugar e a ser visto como um padre católico.

É herege, na medida em que nega a Verdade que à Igreja foi revelada, tenha ela sido definida dogmaticamente ou não. A definição dogmática é o pronunciamento definitivo, infalível e irrevogável de verda¬des da fé ou da moral como reveladas, feito pelo supremo magistério da Igreja (Papa ou Concílio Ecuménico com o Papa, cf. CDC Cân. 749; CIC 889-891). E uma das grandes heresias do padre Fontes, ditas ao Correio da Manhã no início do último Congresso MP de Vilar de Perdizes, é o negar que o Diabo existe, ao dizer que «o Diabo é uma fantasia, uma figura mítica criada pelo medo e para explicar o mal que não sabemos explicar».

Importa aqui ressalvar que, as verdades que são objecto de fé ca¬tó¬lica não se limitam às dog¬maticamente definidas, pois muitas outras são transmitidas pela Tradição e ensinadas pelo magistério ordinário universal da Igreja (cf. CDC Cân. 892). Por isso a existência do Diabo nunca foi matéria que carecesse de discussão e subsequente aprovação em concílio ecuménico algum, porque a própria Bíblia, o próprio Jesus muitas vezes, nos falam desse maléfico ser, razão pela qual, negá-lo, continua a ser uma heresia.

Quem diz que o Diabo não existe, diz o mesmo sobre o inferno. E por causa das controversas ideias sobre esse lugar de perdição eterna, foi a questão da sua existência objecto de discussão e subsequente declaração como verdade de fé católica, quer dizer, universal, a todos nos colocando sobre o dever de aceitação (cf. CDC Cân. 750, 754).

Todo o baptizado que não aceita uma Verdade divinamente revelada, definida ou não dogmaticamente, ou até que dela pertinazmente duvide, comete o grave pecado de heresia, que a linguagem jurídica designa de delito e para o qual está prevista a pena de excomunhão latae sententiae. Isto quer dizer que a pessoa se auto-excomunga, ao colocar-se em não comunhão com a Igreja. Trata-se por isso de um delito que clama pelo pronunciamento da autoridade eclesiástica, a partir do momento que a pessoa tenha conhecimento do delito e nele persista, gerando com isso o escândalo nos fiéis.

Usando as próprias palavras escritas pelo padre Fontes na sua página da internet quando parece referir-se a aparições, assisto com tristeza ao incólume desenvolvimento das suas actividades “culturais” que «geram um movimento inconsciente de massas e que pode arrastar a tolerância ou incapacidade de intervenção das autoridades religiosas e outras.» Por isso, rezo para que o Bispo se revista das forças necessárias à aplicação das medidas que se impõem, e para que a CEP, no âmbito das suas competências e deveres, não fique de braços cruzados.

Todos vós, ministros sagrados, lembrai-vos das palavras de S. João Bosco: «Um Padre, ao Paraíso ou ao inferno nunca vai sozinho: vão sempre com ele almas em grande número, ou salvas pelo seu santo ministério e com o seu bom exemplo, ou perdidas pela sua negligência no cumprimento dos próprios deveres e pelos seus maus exemplos.»
 

sábado, 24 de setembro de 2011

A propaganda episcopal
do testamento mortal

Nuno Serras Pereira

Hoje, entre o meio-dia e a uma, a rádio renascença (RR) – que é reconhecida e promovida pela Igreja como católica -, propriedade do Patriarcado de Lisboa e da Conferência Episcopal, num programa cujo nome não recordo pôs a “debate” o, impropriamente, chamado “testamento vital” (devia denominar-se “declaração antecipada de tratamento”). Pelo menos, três das “sumidades” que palraram advogaram obstinadamente o carácter vinculativo do dito documento (embora me esforçasse estoicamente por aguentar tanta barbaridade não aguentei ouvir o programa na sua totalidade). Qualquer pessoa minimamente informada sabe que essa “vinculação” significa de facto abrir a porta à eutanásia constituindo, por isso, uma agressão violenta e homicida, bem como uma ataque directo à autonomia e liberdade da pessoa em estado de enorme vulnerabilidade. Não é para admirar, uma vez que a estação emissora patriarcal (o Patriarcado de Lisboa é, de longe, o proprietário principal) sabia que estes três eutanazis eram conhecidos abortistas que estiveram fortemente empenhados no referendo sobre a liberalização do aborto, pelo lado do Sim à mesma. São eles João Semedo do bloco de esquerda, Eurico Reis, juiz desembargador (convidado residente) e Miguel Oliveira da Silva, presidente do conselho nacional de ética para as ciências da vida (!). Este último, aliás, é especialmente conhecido por, várias vezes, ter orgulhosamente confessado, na televisão, que ele próprio praticava abortamentos.

A rádio dos nossos Bispos está tão feliz e orgulhosa com as declarações deste último que anda a repeti-las nos noticiários.

Se perguntássemos ao Cardeal Patriarca de Lisboa e à Conferência Episcopal se reconhecem ter graves responsabilidades na liberalização do aborto e na eutanásia que aí vem responderiam indignados atirando-nos com uma resma de papéis, que quase ninguém lê, onde está, como de facto está, preto no branco a sua oposição e boa parte da Doutrina da Igreja sobre o assunto. Deste modo o simples facto da interrogação seria etiquetado de ofensa e calúnia. A verdade, porém, é que aquilo que escreveram tem sido contrariado, quer por uma indiferença generalizada, uma negligência de há muitos anos na formação dos católicos sobre o Evangelho da vida, sobre moral e bioética; na aceitação de catequistas, de ministros extraordinários da Comunhão e tantas outras pessoas com responsabilidades eclesiais e diocesanas publicamente favoráveis ao aborto, à eutanásia, à experimentação em pessoas embrionárias, à reprodução artificial, etc.; e na cumplicidade, repito, na cumplicidade com as forças da morte ao conceder-lhes voz para advogarem as suas perfídias pestíferas nos meios de comunicação social da Igreja, particularmente na RR.

Que o mundo fique a saber, os Bispos portugueses desde há muitos anos compactuam, do modo acima descrito, com o abuso mortal de menores nascentes (também se poderia dizer, pedofobia mortífera) e agora com os eutanazis.

Conheço uma quantidade significativa de rádios e televisões católicas, mas em nenhuma oiço ou vejo algo de semelhante. Pelo contrário, têm bastantes programas de formação nestes campos – uma coisa aliás que desse há muitos anos os movimentos de defesa e promoção da vida, aqui em Portugal, vêm pedindo mas sem nenhum sucesso.

O Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, tem dito várias vezes que é necessário, mesmo antes de um novo referendo sobre a defesa da vida, um grande debate nacional sobre a mesma. Com toda a consideração que tenho pelo senhor Bispo estou em que o mais urgente é a formação dos católicos sobre estas matérias, coisa com a qual não se vê os senhores Bispos preocupados ou, pelo menos, decididos.

Por mim, não tenho dúvidas, se o comportamento dos meios de comunicação social da Igreja, em particular da RR, a estação emissora com a mais vasta audiência a nível nacional, tivesse sido como devia ser o resultado do último referendo sobre o aborto teria sido muito diferente.

Os nossos Pastores poderão desconsiderar, com um ligeiro encolher de ombros e um suspiro de enfado, aquilo que diz um beldroega como eu, recordem-se, no entanto, que dentro em breve terão de responder diante do Supremo Juiz não só pelo que fizeram, mas também pelo que deixaram fazer e ainda pelo que não fizeram.

À honra de Cristo. Ámen.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Bento XVI:
«Escolas católicas devem ensinar a Verdade necessária para a salvação das almas»

Ao receber um grupo de 23 bispos da Conferência Episcopal da Índia em visita "ad limina", o Papa Bento XVI assinalou que uma das grandes contribuições da Igreja à sociedade são as escolas católicas, que devem ensinar a Verdade para a salvação das almas e a construção da sociedade.

No seu discurso no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo o Santo Padre ressaltou a grande contribuição da Igreja através de seus membros e de suas muitas obras de ajuda como os orfanatos, hospitais e clínicas, entre os quais as escolas católicas são lugares especiais: "elas são um testemunho excepcional do vosso compromisso com a educação e formação dos nossos queridos jovens", afirmou o Papa.

Por isso, o Papa convidou os prelados a "prestar muita atenção para a qualidade do ensino nas escolas presentes nas vossas dioceses, para garantir que elas sejam genuinamente católicas e, portanto, capazes de transmitir as verdades e os valores necessários para a salvação das almas e a edificação da sociedade".

Bento XVI afirmou também aos bispos que "certamente, as escolas católicas não são o único meio pelo qual a Igreja pretende instruir e edificar seu povo intelectual e moralmente".

"Como vocês sabem, todas as actividades da Igreja são feitas para glorificar a Deus e encher o seu povo com a verdade que nos torna livres", acrescentou.

"Esta verdade salvadora, no coração do depósito da fé, deve permanecer como fundamento de todo o esforço da Igreja, propondo aos outros sempre com respeito, mas também com compromisso".

O Papa assinalou mais adiante que a "capacidade de apresentar a verdade delicadamente, mas com firmeza, é um dom a ser alimentado especialmente entre aqueles que ensinam nas instituições católicas de ensino superior e aqueles que estão encarregados da tarefa eclesial de educar os seminaristas, religiosas ou os fiéis leigos, seja na teologia, na catequese ou no estudo da espiritualidade cristã".

"Aqueles que ensinam em nome da Igreja têm uma obrigação especial nas suas mãos: transmitir fielmente a riqueza da tradição, de acordo com o Magistério e de uma forma que responde às necessidades de hoje; enquanto os alunos têm o direito de receber a plenitude da herança intelectual e espiritual da Igreja".

Autoridade vaticana:
Leis da Igreja vêm da vontade de Deus

O Presidente do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos no Vaticano, Dom Francesco Coccopalmerio, realizou uma apresentação do seu dicastério à comunidade académica da Faculdade de Teologia Pontifícia e Civil de Lima (Peru), onde expressou que as leis dadas por uma autoridade eclesiástica devem ser recebidas porque "vêm da vontade de Deus".

"As leis dos homens são imperfeitas, mas de qualquer modo vêm de uma autoridade eclesiástica. Mesmo sendo imperfeitas devemos recebê-las porque vêm da vontade de Deus", disse Dom Coccopalmerio neste 1.º de Setembro perante centenas de estudantes que encheram o Salão Magno do mencionado centro de estudos.

A autoridade vaticana explicou que a finalidade de seu dicastério é "a mesma que o Papa deve cumprir para com o serviço da Igreja universal", que é velar por ela, e "o Pontifício Conselho para os Textos Legislativos desenvolve suas funções com a finalidade: de ajudar o Santo Padre neste tema".

"Sabemos que o Direito Canónico é o conjunto de leis que regulam a vida do baptizado, mas grande parte delas estão já no evangelho".

Para o serviço do Direito Canónico, disse, "o Papa desenvolve actividades de legislação, vigilância, interpretação e de promoção do conhecimento da verdade".

"O Pontifício Conselho para os Textos Legislativos pode tirar uma norma porque está obsoleta ou pode ser nociva, se o Papa o autorizar, e com a mesma ideia pode-se criar novas", explicou.

O Arcebispo visitou o Peru para participar como conferencista do 6.º Curso de Actualização em Direito Canónico, iniciativa organizada pela Associação Peruana de Canonistas.

"A tarefa é fazer que o conjunto legislativo da Igreja esteja sempre em dia e se façam normas novas quando for oportuno", acrescentou.

Ante a pergunta sobre as mudanças nas normas da Igreja nos casos de abusos sexuais o prelado referiu que "temos normas novas mais eficazes. Por exemplo, é necessário que os bispos diocesanos tenham uma normativa que descreve a maneira de proceder nestes casos, cada Conferência Episcopal tem o dever de fazer esta normativa".

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Educação
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Da doença mental pedagogista
e igualitarista
ao egoísmo liberal

Heduíno Gomes

Vivemos há decénios sob o domínio dos doentes mentais pedagogistas e igualitaristas na educação, que produziram a miséria de ensino que conhecemos. Eis que agora os liberais ganham fôlego e pretendem tomar o seu lugar para conduzirem o sistema à anarquia total (sim, ainda é possível haver mais anarquia do que a que existe!), bem calculada ao sabor dos interesses do complexo pedagogico-industrial e das famílias com posses para colocar os seus rebentos nos colégios ricos.

Curiosamente, esta guerra tem vindo a ser especialmente travada por um certo número de católicos de salão atrás do «Fórum para a Liberdade de Educação», que assim demonstra bem os seus sentimentos caridosos a coçar-se para dentro.

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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A Igreja da Áustria e a de Portugal
perante a dissidência de alguns padres...

Cardeal de Viena de Áustria:

«Rebeldia de sacerdotes dissidentes
não pode continuar»

 



Enquanto alguns responsáveis da Igreja em Portugal recentemente se revelaram rebeldes em relação ao Magistério da Igreja, dando assim aos seus sacerdotes de beber da mesma água, na prática  instigando os sacerdotes portugueses igualmente à rebeldia, eis que o exemplo contrário vem da Áustria. O Arcebispo de Viena de Áustria, Cardeal Christoph Schönborn, assinalou que a rebeldia de um grupo de sacerdotes que nesse país promovem, entre outras coisas, a abolição do celibato e a ordenação de mulheres, "não pode continuar".

Assim indicou o Cardeal austríaco ao referir-se aos pouco mais de 300 sacerdotes (dos 2 mil que há na Áustria) que assinaram um manifesto aparecido em Junho na Internet intitulado "Chamado à desobediência" no qual propõem também que homens casados sejam ordenados, que a comunhão seja dada aos não católicos e que leigos possam dirigir paróquias.

Os dissidentes que assinaram este texto são liderados pelo sacerdote Helmut Schüller, Vigário Geral da Arquidiocese de Viena entre 1995 e 1999 e ex-director da Cáritas Áustria.

Perante a dissidência deste grupo de sacerdotes, o Cardeal Schönborn comparou-os a jogadores de futebol que entram em campo mas se negam a respeitar as regras do jogo.

"Se alguém decide ser dissidente, evidentemente isso terá consequências", assinalou o Cardeal em declarações ao jornal Der Standard.

O Arcebispo de Viena expressou ainda a sua surpresa pelo manifesto e recordou a estes sacerdotes que fizeram livremente um voto de obediência ao seu bispo quando foram ordenados, "por isso quem quebra este princípio dissolve a unidade".

Por seu lado, o Bispo de Graz (Áustria), Dom Egon Kapellari, qualificou o manifesto como "um perigo para a unidade da Igreja".


terça-feira, 30 de agosto de 2011

Porque não são liberais os católicos...

Quando a sociedade não é dirigida por católicos sinceros mas por ditos «católicos» oportunistas, socialistas ou liberais, as nações empobrecem. E quem paga a factura são sempre os mesmos. A Argentina é mais um exemplo. Eis porque, entre muitas outras razões -- de ordem filosófica, moral, social, familiar, jurídica, cultural, etc. --, os católicos não podem ser liberais na economia.

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